quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Essas velhinhas e suas máquinas maravilhosas


O guarda rodoviário pára o carro da velhinha: ela dirigia na pista expressa como uma tartaruga! - Sra., porque estava indo tão devagar? – Ora, seu guarda! Eu vi na placa que era para irmos a 40 km/h! – Mas minha sra., o número se referia a BR 40! É o número da estrada, e não a indicação de velocidade! – Perdão, seu guarda. Posso ir agora? – Tudo bem, mas antes... porque suas amigas do banco de trás estão c/ essas caras tão assustadas? – Ah, é que eu acabei de sair da BR 262!

A Velhinha e a Moto
A velhinha entrava na alfândega todos os dias numa moto, com um saquinho de areia na garupa.

O fiscal da alfândega a revistava, não encontrava nada que se transformasse em contrabando, a não ser o saquinho de areia.

Ele perguntava:

- Vó, o que que a senhora traz desta vez?

- Areia.

- Areia?

Ele, desconfiado, revistava tudo. Era areia mesmo. Então, deixava ela passar. E se intrigava: "Não é possível que essa velha entra aí pra não fazer nada. E ainda traz um saco de areia!"

No outro dia, lá vinha a velhinha toda sorridente e simpática, com o maldito saco de areia na garupa.

O que a senhora traz aí, vovó? - ele perguntou.

- Areia.

- Areia, vovó? De novo??

Ele revistou. Era areia mesmo. Como sempre fazia, revistou a areia, nada! Nenhuma jóia. Até que por fim, intrigado, ele perguntou:

- Vó, sei que a senhora não vem aqui pra nada. Só que eu não consigo descobrir. Mas, me diz, vó. A senhora contrabandeia o quê?

- Oi, cê não espáia se eu ti contá?

- Não.

- Não espáia mesmo?

- Não, vó. Dou minha palavra. Prometo.

- É a moto!

Ah, ah, ah!...

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