domingo, 27 de dezembro de 2009

A loira que queria um sapato de jacaré


Disseram para a loira que o chique era ter sapatos de jacaré.

Ela verifica nas lojas que os preços eram exorbitantes. Então resolve caçar seu próprio jacaré.

Todos explicam que é muito difícil e perigoso, mas ela não quer saber, loira é loira...

Obtém orientações e viaja para o pantanal.

Como demorava muito para retornar, parentes seguem seu rastro e encontram a moça dentro de um lago com um revólver na mão. A poucos metros dela está vindo um jacaré enorme. Ela dá um tiro e mata o bicho. Em seguida o arrasta até a margem, onde estão pelo menos uma dúzia de jacarés mortos.

Ela, com muita dificuldade, retira o jacaré morto da água e exclama contrariada:
- Droga! Mais um sem sapatos!

O Segredo da Maçonaria


Uns moleques estão jogando bola em frente a um templo maçon.
Um chute mais forte faz com que a bola entre por uma das janelas do templo e caia no meio de uma reunião de maçons.
Um dos garotos pula a janela para pegar a bola.
Os maçons ficam indignados com tamanho desrespeito, agarram o garoto, comem a bunda dele e o mandam de volta pela janela.
Quando o garoto caiu do lado de fora, os amiguinhos o cercam e, cheios de curiosidade, perguntam:
- E aí? O que tem lá dentro da maçonaria?
E o garoto responde:
- Agora sou maçon, não posso contar!

Havia um rapaz cujo irmão era meio tantã...


Havia um rapaz cujo irmão era meio tantã. Certo dia, ele estava se arrumando para sair com a namorada, quando o irmão pergunta:
On ce fai ?
Vou sair com minha garota.
Fô cocê !
Não vai comigo, não !
E a mãe, com aquele enorme zelo pelo filho doente:
Vai levar o seu irmão sim, ele é diferente e precisa de atenção !
O irmão levou-o para o encontro. Chegando lá, conversa vai, conversa vem, ele começa a beijar a namorada quando o irmãozinho diz:
Qué tampém !
Quer o quê ? Beijá-la ?Nem pensar...
E a moça, com pena:
Não tem problema amor, é só um beijinho, ele é doente...
E o xonguinho lasca um beijo na namorada do irmão...
No outro dia:
On cê fai ?
Dar uma volta com minha namorada... -
Fô cocê !
Não, hoje !não...
E a mãe...
Ah, meu filho, leva seu irmão, ele é doente.
Então o irmão, impaciente, leva-o para sair de novo... E no meio da
bagunça, o menino vê seu irmão bolinando os seios da namorada...
Qué facê tampém !
Nem pensar ! Não, não e não !
E a namorada:Só um pouquinho, meu bem, ele é doentinho.
E o tantã mete as mãos no seio da moça...
No outro dia, enfurecido, o irmão se arruma para sair com a namorada, quando:
On cê fai ?
vou dar o cú, tá ?
Então tá, mais fê se num demola !

Não sou mais virgem! Sou uma vaca!


A família comia tranqüila quando, de repente, a filha de 10 anos comenta:

- Tenho uma má notícia... Não sou mais virgem! Sou uma vaca!

E começa a chorar visivelmente alterada, com as mãos no rosto e um ar de vergonha. Silêncio sepulcral na mesa.

De repente, começam as acusações mútuas:

- Isto é por você ser como é! - marido dirigindo-se à mulher. Por se
vestir como uma prostituta e se insinuar para o primeiro imbecil que chega aqui em casa. Claro que isso tinha que ocorrer, com este exemplo que a menina vê todo dia!

E você - pai apontando para a outra filha de 25 anos - que fica se agarrando no sofá e lambendo aquele palhaço do seu namorado que tem jeito de homossexual. Tudo na frente da menina???

A mãe não agüenta mais e revida, gritando:

- E quem é o idiota que gasta metade do salário com as prostitutas e despede delas na porta de casa? Pensa que eu e as meninas somos cegas?

E, além disso, que exemplo você pode dar se, desde que assinou esta maldita TV a cabo, passa todos os finais de semana assistindo a filmes pornôs de quinta categoria e depois fica gemendo e grunhido ai no sofá?

Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trêmula, pega ternamente na mão da flhinha e pergunta baixinho:

- Como foi que isso aconteceu, minha filha?

E, entre soluços, a menina responde:

- A professora me tirou do presépio! A Virgem agora é a Vanessa, eu vou fazer a vaquinha!!!...

sábado, 12 de dezembro de 2009

Um garoto 12 anos entra num bordel arrastando um gato morto...


Um garoto 12 anos entra num bordel arrastando um gato morto por um barbante. Coloca uma nota de 50 no balcão e diz:


- Quero uma mulher!
 A cafetina, olhando para ele, responde: - Você não acha que é um pouco jovem para isso?



 Ele baixa uma segunda nota de 50 no balcão e repete: - Quero uma mulher!

 - Tá certo, - responde ela. Senta aí que vem uma dentro de meia hora.
 Ele põe outra nota de 50: - Agora! E ela tem que ter gonorréia!


 A cafetina pergunta por que, mas ele saca mais uma nota de 50 e repete: - Gonorréia!
Alguns minutos depois chega uma mulher..


Eles sobem a escada (ele arrastando o gato morto). No quarto ela faz seu trabalho... quando eles estão saindo, a cafetina pergunta: - Tudo bem, mas por que você queria alguém com gonorréia?


 - Quando eu voltar para casa, vou transar com a babá, e quando o papai voltar para casa, ele vai levar a babá para casa dela e vai transar com ela. Quando ele voltar para casa, vai transar com a mamãe, e amanhã de manhã, depois que o papai sair para o trabalho, a mamãe vai transar com o leiteiro.... aquele filho da puta que atropelou meu gato!!!  


ENTENDEU O QUE É PLANEJAMENTO?
É aquilo que fode com todo mundo para se atingir um objetivo.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Seleção de Piadas

Quando Jesus salvou a prostituta e fez-se um clarão à sua volta, o Messias bradou:
– Quem nunca errou atire a primeira pedra!
Um bêbado que olhava pegou um tijolo no chão e rachou a testa da Maria Madalena, que caiu dura. Jesus olhou e disse:
– Você nunca errou, meu bom homem?
Ele respondeu, meio enrolado:
– Dddessa distância aquiii, nnuuunca, messstre...

Sílvia Behrens, Belo Horizonte (MG)
O sujeito entra num bar, senta-se à mesa e logo um garçom aparece para atendê-lo.
– Boa noite, o que o senhor toma?
– Tomo vitamina C pela manhã, ônibus para ir ao serviço e uma aspirina quando tenho dor de cabeça.
– Desculpe, acho que não fui claro. Eu quis dizer o que é que o senhor gostaria?
– Ah, tudo bem! Eu gostaria de ter uma Ferrari, de comer a Feiticeira e mandar minha sogra para o inferno.
– Não é nada disso, meu senhor! Eu só gostaria de saber o que o senhor deseja beber.
– Ah, é isso? Bom... O que é que você tem?
E o garçom:
– Eu? Nada, não... Só estou meio cansado e um pouco chateado porque meu time perdeu para o São Caetano.

Rafael Vinícius de Souza, Umuarama (PR)
A pedido da família, o português procura uma foto de rosto para enviar à casa dos pais em Portugal. Revira a casa, mas não acha. Resolve, então, ir ao banheiro pentear o cabelo para depois sair e tirar a foto. Em frente ao espelho, percebe que sua imagem refletida está ótima.
– Vou enviar esse espelho que tem minha imagem e, pronto, nem preciso gastar dinheiro – raciocinou o sábio lusitano.
Quando o embrulho chega a Portugal, seu pai logo abre para ver a foto do filho. Quando depara com o espelho, grita para Maria:
– Ó Maria, venha cá correndo! Veja como nosso filho envelheceu, ó Maria... Até parece um velho de 60 anos com cara de pinguço!
Ao debruçar-se no ombro de Manoel, Maria diz:
– Também pudera, ó pá! Esta velha horrorosa com cara de piranha ao lado dele só podia mesmo ter feito nosso filho virar alcoólatra.

Allemander Berg Barreto,
Rio de Janeiro (RJ)
Um psicólogo faz testes de admissão em uma empresa e manda entrar o primeiro candidato.
– O senhor pode contar até dez, por favor?
– Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
– Por que você contou de trás pra frente?
– É que eu trabalhava na NASA – responde o cidadão.
– Sinto muito, está reprovado.
Entra o próximo.
– O senhor pode contar até dez, por favor?
– Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez.
– Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares? – estranha o psicólogo.
– Porque eu trabalhava como carteiro.
– Sinto muito, está reprovado.
Um terceiro candidato é chamado.
– Antes de começarmos, por favor me diga uma coisa: o que o senhor fazia no emprego anterior?
– Eu era estagiário e fazia faculdade.
– Certo. O senhor pode contar até dez?
– É claro. Ás, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, valete, dama e rei


Molecagens

E o menininho finalmente aprende, sempre com as más companhias, o que é chantagem. Dirige-se ao pai e diz que "já sabe de tudo".
— Escuta aqui, menino, toma 10 reais e cala essa boca, viu? — diz o pai.
Depois o garoto vai até a mãe e repete a frase.
—- Olha, filhinho, toma 10 reais e não precisa contar pra ninguém, está certo? — diz a mãe.
Encantado com o sucesso fácil obtido, decide continuar a chantagem. É quando bate à porta o carteiro, e ele, outra vez, diz que sabe de tudo. O carteiro corre para ele, abraça-o e grita:
— Meu filho! Meu filho!


Muito rigoroso, o professor adverte: na prova do dia seguinte, não admititrá atrasos de espécie nenhuma, salvo por doença grave ou morte de parente próximo, e ainda assim com atestado com firma reconhecida. É quando o aluno engraçadinho levanta-se e pergunta:
— E por exaustão sexual extrema, professor, pode?
O professor deixa a gargalhada geral passar, olha nos olhos do aluno que fez a pergunta e responde:
— Bem, nesse caso, o senhor terá de aprender a escrever com a outra mão.


Os alunos de um colégio visitam a mansão de um importante aristocrata e este vai explicando a eles as maravilhas da casa, os móveis, as estátuas, os quadros na parede. De repente, o ricaço nota que um dos meninos é a cara dele quando criança e, intrigado, pergunta:
— Escute aqui, meu filho. Por acaso a sua mãe alguma vez trabalhou como criada aqui nesta mansão?
— Não, senhor. Agora, o meu avô, sim, durante anos trabalhou aqui como jardineiro.


Dois priminhos bem família se encontram:
— Oi! E a tiazinha, tá boa?
— Tá ótima! E como está a tiazinha?


O pai, antes de entrar no ônibus, diz ao filho Quinzinho que, para não pagar a passagem, ele deve dizer ao cobrador que tem apenas 10 anos. Quando vão passar pela roleta, o cobrador pergunta ao garoto:
— Quantos anos você têm?
— Tenho 10.
O cobrador olha pro tamanho dele e pergunta:
— Quando você vai completar 14?
— Quando eu descer do ônibus.



O caso da esponja tresmalhada.
— Manhê! Que é isso? — vai direto o Ricardinho, entrando de surpresa no banheiro e apontando para o púbis materno.
— Hã! — a mãe se assusta. — Isto... isto... é a minha esponja, queridinho.
Dias depois, novamente o menino entra sem avisar e a flagra pouco depois de se depilar.
— Ei, mãe! Cadê a sua esponja?
Ainda mais confusa, ela diz que perdeu. Ricardinho sai, curioso, e minutos depois volta correndo:
— Manhê! Manhê! Achei a esponja! Foi a vizinha quem pegou, e agora mesmo está usando para esfregar no rosto do papai!


Na hora do recreio, a garotinha cochicha, em tom orgulhoso, para sua coleguinha:
— Já descobri como os bebês são feitos!
— Isso não é nada demais — retrucou a outra.— Eu já descobri como se faz para não fazê-los!


Joãozinho e um primo estão se divertindo na enorme banheira. Aí, Mariazinha entra no banheiro.
— Posso brincar também? — pergunta, já tirando a roupa.
— Nada disso! — berra Joãozinho. — Você não está vendo que nós estamos brincando de submarino?
— E daí? Por que é que eu não posso brincar de submarino também?
— Porque você não tem periscópio.


Garoto de memória prodigiosa era aquele. Quando a professora pediu que cada aluno contasse a primeira coisa de que se lembrava na vida, teve um que falou da festa do primeiro aniversário; outro, da chupeta que largou aos 6 meses de vida; um terceiro, das cores de sua primeira roupinha, ainda no berçário. E chegou a vez dele:
— A primeira coisa de que eu me lembro é que fui a um piquenique com meu pai e voltei com a minha mãe.


Joãozinho volta para casa e vê um homem desmontando a televisão.
— O senhor veio consertar o telefone? — ele pergunta.
— Não, meu filho, como você vê, estou consertando a TV.
— Mas o senhor não veio mesmo para consertar o telefone?
— Não, claro que não — responde o técnico, paciente.
— Tem certeza de que o senhor não tem nada a ver com o telefone? — insiste Joãozinho.
O técnico não perde a calma:
— Bem, se é isso que você quer, eu vim para consertar o telefone.
— Então por que o senhor está mexendo na TV?


—Como foi que eu nasci? — quer saber o garotinho.
O pai não se dá o trabalho de inventar nada de muito original:
— Eu e sua mãe encontramos você num canteiro de cravos.
— E a minha irmãzinha?
— Nós a encontramos numa roseira.
Tarde da noite, o garoto se levanta, vai pé ante pé até o quarto dos pais e abre a porta de repente.
— Praticando jardinagem, hein?


Na escola:
— Joãozinho, você pode me explicar como a sua redação está absolutamente igual à que seu irmão fez no ano passado?
— Posso sim: temos a mesma irmã.


A avozinha joga baralho com o neto de 7 anos.
— Ô, Joãozinho, você está roubando.
— Tô sim, vovó.
— E você não sabe o que acontece com as pessoas que enganam as outras?
— Sei, sim, vovó. Elas ficam muito bem de vida.


No campo de nudismo, o garotinho consegue achar um buraco no muro e está espiando lá dentro. O amiguinho pergunta o que ele vê.
— Só gente. Muita gente.
— Sim, mas são homens ou mulheres?
— Como vou saber? Eles estão sem roupa.


Zezinho está visitando o Museu Imperial quando um guarda bronqueia:
— Não pode se sentar aí, moleque! É a cadeira do Dom Pedro!
— Quando ele chegar eu saio!

Papai, como se pode definir a condição daquele que tem duas esposas?
— Bigamia.
— E daquele que tem cinco?
— Poligamia.
— E daquele que tem só uma esposa?
— Monotonia!


O menino chega em casa com a roupa toda rasgada e um olho roxo. Explica à mãe que foi provocado por um garoto muito maior e teve que topar a briga.
— Que covardia desse marmanjo — revolta-se a mãe. — Vou falar com seu pai e vamos tomar providências. Espero que você seja capaz de reconhecer esse brutamontes.
— Quanto a isso não tem problema — responde o menino. — A orelha dele está aqui no meu bolso.


Dois meninos conversam:
— Meu pai diz que é melhor dar do que receber!
— Ele é evangélico?
— Não, é lutador de boxe!


Com um dicionário na mão, Pedrinho pergunta ao amiguinho:
— Zezinho, você sabe o que é vagina?
E o moleque, como quem entende muito do assunto:
— Claro! É o canal que une o útero ao agradável!


A menininha pergunta ao irmão mais velho:
— Pra onde é que a cegonha vai depois que entrega o bebê?
— Pra dentro da calça do papai, é claro!


Conversa entre um garotinho e uma garotinha na borda da piscina:
— Minha mãe falou que eu tenho o que você não tem — diz ele, olhando para dentro da calça.
Mais do que depressa, a garotinha responde:
— Pois a minha mãe falou que, com o que eu tenho, consigo quantos quiser desse que você tem.


Ao chegar em casa, a mãe encontra a filha com a testa quebrada:
— Que foi isso, minha filha?
A pequena, com receio de apanhar, diz:
— Fui eu que me mordi!
— Como você poderia morder a testa se a sua boca está embaixo, filha?
— É que eu subi numa cadeira, mamãe!


Diálogo de dois garotos na volta das férias:
— Meu irmão acabou o noivado com a Sílvia.
— Mas por quê? Ela não era uma gata bonita e cheia de graça?
— Sim, mas ele descobriu que ela é bissexual.
— É, isso deve ser um problema.
— Bota problema nisso! Já pensou a gente se casar e só poder transar duas vezes por ano?


—Vovó, como é que as crianças nascem?
— É a cegonha que as traz no bico, meus netinhos!
O Pedrinho vira para a Mariazinha e diz:
— O que você acha? Contamos a ela?


As duas menininhas conversam:
— O que você vai pedir de aniversário?
— Uma boneca, uma bola e um jogo de pazinhas para brincar na areia. E você?
— Eu vou pedir "Absorvente Total".
— O que é isso? — pergunta a outra, já se sentindo por baixo.
— O que é eu não sei. Mas na televisão diz que com isso a gente pode andar de bicicleta, nadar, montar a cavalo, dançar...


A menininha comenta, maravilhada, com a mãe:
— E pensar, mamãezinha, que a seda, um tecido tão incrível, nos é fornecida por um verme tão insignificante.
— O que é isso, minha filha? Não fale assim de seu pai!


A menininha de 6 anos pergunta à mãe:
— Manhê, posso ficar grávida?
— Não, filhinha, só daqui a alguns anos.
— Tem certeza?
— Claro, queridinha.
A menina sai correndo para o jardim, onde a esperam uns amiguinhos, e diz eufórica:
— Vamos brincar de novo, turma!

O menininho vê um casal de cachorros transando, no meio da rua, e pergunta:
— O que eles estão fazendo, titia?
A tia prefere uma explicação provisória:
— É o seguinte, Juquinha: como o cachorrinho de trás está com a patinha machucada, o cachorrinho da frente deixou ele se apoiar nas costas para andar.
E o Juquinha, indignado:
— É sempre assim. Você ajuda os outros e ainda te enrabam!


Um dia, a professora pede aos alunos uma redação em que entrem as três molas mestras da ficção: religião, nobreza e sexo. Os alunos ficam desesperados e pedem uma semana de prazo para poder entregar o trabalho. Menos o Juquinha, claro, que em 3 minutos apresenta a sua redação:
— Meu Deus! — diz a princesa. — Que bom!


A menina de péssimo caráter está furando os olhos do pintassilgo e o irmãozinho chega chorando:
— Márcia, a vovó morreu!
— Ora, Carlinhos, não me faz rir senão erro!


—Como se reproduzem os ouriços-do-mar? — indaga o professor.
— Mais ou menos como os porcos-espinhos — responde alguém do fundo da classe. — Devagar e com muito cuidado.


O pai do Joãozinho se desespera diante do boletim escolar do menino.
— No meu tempo, nota baixa era punida com uma boa surra — esbraveja.
— Legal, pai! Que tal na saída, amanhã, a gente cobrir o professor de porrada?


A vizinha reclama com a mãe do Juquinha:
— Seu filho passa o dia inteiro me imitando!
E a mãe do Juquinha, virando-se para ele:
— O que é isso? Pare de bancar o idiota!


Juquinha chega esbaforido e todo sujo, além de atrasado, à primeira aula. A professora se indigna:
— Isso é hora? E sujo desse jeito? Isso não tem explicação!
— Tem sim, professora: tive que levar a vaca lá de casa pro touro cobrir.
— Mas o seu pai não pode fazer isso?
— Poder, pode, mas acho que a vaca prefere o touro.


Juquinha passeia pela Europa com o pai e a mãe e, quando visitam um campo de nudismo, pergunta por que há homens bem-dotados e outros nem tanto.
— Os bem-dotados são cultos — tenta explicar o pai. — Os outros são ignorantes.
Dá a explicação e sai para pescar. Ao voltar, à noitinha, ouve do Juquinha:
— Paiê! A mamãe entrou na barraca com um homem muito culto. Mas, quando saíram, ele tinha esquecido tudo o que sabia!


A menininha de 7 anos volta da escola e conta à mãe que Huguinho, seu coleguinha, a havia chamado para brincar de médico.
— E o que aconteceu, querida, o que aconteceu? — pergunta a mãe, já aflita.
— Nada, mamãe — a menina responde. — Ele me fez esperar 45 minutos e depois me apresentou uma conta de 200 reais.


O menino chega da escola quase chorando:
— Que houve, filho? — pergunta o pai.
— O professor me chamou de mafioso!
— Te chamou de mafioso? Ah, esse sujeito vai ver! Amanhã mesmo ele terá o troco!
— Tá bom, pai. Mas faça com que pareça um acidente, sim?


A professora para o Zezinho:
— Tem três passarinhos numa árvore. Se você matar um, quantos ficam?
— Nenhum, professora.
Ela diz:
— Tá errado. Ficam dois, mas gostei do seu modo de pensar.
No dia seguinte, Zezinho para a professora:
— Três mulheres tomando sorvete. Uma com palitinho, outra chupando e a outra lambendo. Qual das três é casada?
A professora fica sem graça, mas responde:
— A que está chupando.
O garoto então diz:
— Não, professora. A casada é aquela que tem aliança no dedo, mas gostei do seu modo de pensar.

Estão todas as mulheres numa reunião com São Pedro.
– Queremos fazer três reclamações e esperamos ser atendidas.
São Pedro pega lápis e papel.
– Podem falar!
– Primeiro, queremos menstruar a cada seis meses em vez de todo mês. Segundo, queremos engravidar só por três meses porque nove meses é muita coisa.
São Pedro anota e pergunta qual é o terceiro pedido.
– Queremos que o pênis do homem seja mais bonitinho, porque aquilo lá é realmente horrível!
Atencioso, São Pedro pede a elas que se reúnam com ele um mês depois, tempo necessário para Deus avaliar as reinvindicações. Os trinta dias passam e lá estão elas, em nova reunião com São Pedro. Ele começa o discurso.
– O pedido nº 1 foi aceito parcialmente. Vocês vão menstruar a cada quatro meses. Seis meses é muita mamata. O pedido nº 2 também foi aceito parcialmente. Gravidez a cada seis meses, porque três meses é um tempo insuficiente.
Ansiosas, as mulheres perguntam sobre o terceiro pedido.
– Esse aí foi totalmente negado por Deus – diz São Pedro.
As mulheres começam a berrar e reclamar.
– Por que, meu Deus? Quer dizer, por que, meu São Pedro?
– Porque, se feio e peludo vocês já chupam, bonito vocês vão querer comer!

Adriana Valadares, Belo Horizonte (MG)


Um cara vê uma mulher linda, com seios espetaculares, saltar do ônibus. Corre até ela e pergunta:
- Deixaria eu morder seus seios por 50 reais?
- Você deve estar maluco - diz a moça.
- E por 500 reais você deixaria?
- Olha, não me leve a mal, mas não sou desse tipo de mulher.
De olho no volume daqueles seios, ele insiste:
- Por 5000 reais você deixaria eu morder seus seios maravilhosos?
A mulher hesita, pensa um pouco e finalmente responde:
- Por 5000 reais tudo bem. Então vamos até aquele cantinho.
Ela abre a blusa, deixa os seios à mostra e libera tudo pro cara. O sujeito beija, passa as mãos, encosta a cabeça, lambe, chupa e nada de morder. Até que a mulher perde a paciência:
- Você não vai morder?
- Eu não! É muito caro!

Guilherme Ribeiro Pereira, Criciúma (SC)


Duas amigas que há muito não se viam encontram-se um dia no cabeleireiro e começam a falar dos velhos tempos.
— Pois é, querida — conta uma delas —, eu me casei quatro vezes e ainda sou virgem!
— Mas, como pode? — pergunta a outra.
— Ah, é simples, minha filha. Meu primeiro marido era músico e só tocava; o segundo era político e, você sabe, só prometia; o terceiro era funcionário público e deixava tudo para a dia seguinte; e o quarto trabalhava na Fazenda e acabava sempre me botando no bumbum.


Mulher maravilhosa, aquela professora de lingüística que traduziu o Kama-Sutra...


Pois é, querida — cochicha Luísa a Fabiana. — Sei exatamente quando um homem está mentindo.
— Mesmo? Como é que é? Me conta!
— É quando ele abre os lábios!


Três maridos falam de suas mulheres:
— A Patrícia tem um corpo de potranca! Quando eu a monto...
— A Adriana tem um corpo de gazela! Como a gente salta...
— A Brunilda tem um corpo de elefante! É cada trombada!


Dizia a amiga à outra:
— Ih, lá vem aquele iraquiano mal-educado que detesto! Ele é curdo e grosso!


Esportivamente falando, o que são duas mulheres?
Uma dupla de tênis.
E cinco mulheres?
Um time de basquete.
Onze mulheres?
Uma equipe de futebol.
E dezoito mulheres?
Um campo de golfe.


Pousa o reluzente OVNI, abre-se lentamente a porta e surge aquela impressionante figura masculina, 2,80 metros, espadaúda e musculosa em um lindo macacão de prata, olhar faiscante e hipnótico. As mocinhas que assistem à cena esquecem o medo e deliram:
— Que E.T.zão... Que E.T.zão!


O golfista demora uma eternidade e não resolve dar a tacada.
— Como é que é, cara? Vai ou não jogar? — pergunta o adversário.
— Calma — responde o primeiro. — É que minha mulher está me olhando ali do clube, e não posso falhar. Tem que ser um tiro perfeito.
— Ora, meu caro, não está vendo que não há a mínima possibilidade de você acertá-la daqui?


O paquerador para a gatinha:
— Puxa, como voce é bonita!
E ela:
— Pena que eu não posso dizer o mesmo!
E ele, sem perder o rebolado:
— Faça como eu, minta!


Mulher bem-sucedida na carreira. Sempre soube mexer os pauzinhos.


—Pois é, querida, não agüento mais — diz uma vizinha à outra. — Meu marido é um animal. Um verdadeiro animal!
— Ora, não exageremos...
— Exagerar, eu? Pois quando vamos ao zoológico ele tem de comprar dois ingressos. Um para entrar e outro para sair.


Em que ocasião uma mulher demonstra estar pensando no futuro? Quando está procurando, nas páginas amarelas, a seção "cirurgiões plásticos''.


E quando a mulher do próximo for horrenda?


As mulheres seriam os seres mais maravilhosos de toda a criação se, para cairmos em seus braços, não tivéssemos de cair primeiro em suas mãos.


Qual a diferença entre uma mulher e um tornado?
Não há. Os dois chegam quentes e úmidos e, quando vão embora, levam tudo o que temos.

E, como dizia a primeira mulher de Pavarotti, aceitando a separação:
— Claro que eu quero o divórcio. Não suporto mais esses seus gritos!


O marido chega em casa furioso e grita para a mulher:
— Sua vaca! Eu sei de tudo!
— Ah, é? — diz ela, sem levantar os olhos. — Então diga qual é a capital da Quirguízia.


Quais os quatro bichos de que uma mulher precisa para ficar totalmente feliz?
Um vison nas costas, um jaguar na garagem, um gato na cama e um burro para pagar as contas.


O que têm em comum as mulheres e as camisinhas?
Todas elas passam mais tempo na nossa carteira do que no nosso pênis.


—Eu nunca tive relações sexuais com a minha mulher antes de casar. E você?
— Não sei. Como é mesmo o nome dela?


Amélia, a mulher de verdade, ao parceiro:
— Eu te Omo!


Já é meia-noite e ele está excitadíssimo, esperando que a mulher chegue. Mas ela vem fingindo-se de cansada:
— Imagine, querido, que eu estava até agora no dentista.
Ele nem ouve direito: vai tirando a roupa dela e abrindo-lhe as pernas. Ela o afasta:
— Benzinho, não vai dar mesmo. Eu ainda estou sob o efeito da anestesia!


E como dizia aquele solteirão convicto: "Sou o primeiro a reconhecer que todo homem precisa de uma mulher para o amor, para o sexo, para a compreensão, para o companheirismo... mas, de preferência, em quatro bairros, bem distantes entre si".


O que têm em comum os maridos e as escovas de dentes? Na visão das mulheres, é que, sem pasta, não servem para nada.


A garota, de 2 anos de idade, acorda às 3 da manhã e pede à mãe:
— Me conta uma história!
— Espera um pouco, filhinha. Daqui a pouco o seu pai vai chegar e contar uma história pra você... (suspira) e outra pra mim!


A melhor maneira de se lembrar do aniversário da mulher é esquecê-lo uma vez.


Ele se casou com a loura mais gostosa do pedaço. Na noite de núpcias, já na cama, parte para cima daquele monumento sem perda de tempo. Ela, no entanto, coloca as duas mãos no peito dele, freando seu ímpeto, e diz:
— Tenho de confessar uma coisa. Não sou virgem.
E ele, irritado:
— E isso lá são horas de falar em horóscopo?


O guarda de um cemitério, ao fazer a sua ronda, depara com a triste cena de um homem, debruçado sobre um jazigo, soluçando profundamente e socando a lápide com os punhos.
— Por que você tinha de morrer? Por quê? — ele chora, inconsolável.
— A perda de um ente querido é terrível — diz o guarda, numa tentativa de consolá-lo. — Um dia a dor passará.
— Ente querido? — rebate o homem, que se desmancha em prantos, com uma expressão um tanto surpresa. — Pois eu nem conhecia o cara!!!
— Então por que tanto choro?
— É que ele foi o primeiro marido de minha mulher!


Agitado, o rapaz entra na farmácia. Quem o atende é uma senhora.
— Por favor, eu gostaria de falar com o farmacêutico — diz o rapaz.
— Pode falar: sou a dona da farmácia. Em que posso ajudá-lo?
— É... Não é nada importante — diz o rapaz, muito envergonhado e já se retirando.
— Escute, meu jovem — insiste a mulher. — Minha irmã e eu temos esta farmácia há dez anos e não há nenhum tipo de problema para o qual a gente não conheça o remédio. Vamos, diga!
— Bem... — responde o rapaz, indeciso. — É que tenho uma necessidade sexual que não diminui com nada. Por mais que eu faça amor, sempre fica uma tremenda vontade. A senhora acha que tem algum remédio para isso?
— Espere um pouco; vou consultar minha irmã.
Daí a pouco ela volta:
— O melhor que podemos lhe oferecer é 5000 por semana e 50% dos lucros da farmácia!


Um detetive particular presta contas à sua cliente:
— De acordo com suas instruções, segui o seu marido na noite passada. Ele foi a três bares, quatro boates e um motel.
— E o que ele foi fazer em todos esses malditos lugares?
— Certeza eu não tenho — responde o detetive —, mas pelo que deduzi ele estava seguindo a senhora.

—Foi horrível, mamãe. Tive de trocar de lugar quatro vezes no cinema.
— Por que, minha filha? Algum homem se meteu a engraçadinho com você?
— Sim — respondeu a garota —, finalmente.


—Eu descobri que minha namorada, a Verinha, é a favor do amor livre!
— Ah... então é por isso que ela nunca aceita os meus cheques...


Masoquista precavida era aquela que colocou um cartaz na cabeceira de sua cama, com este aviso: "Favor bater antes de entrar".


Desculpe o mau jeito, companheiro, mas você gosta de mulheres feias?
— Lógico que não!
— E das falsas louras, cafajestes e sempre de mau humor?
— Menos ainda!
— E das ignorantes metidas a intelectuais?
— Detesto!
— Por que, então, você está dando em cima da minha mulher?


Querida, por que você nunca fala comigo quando tem seus orgasmos?
— Ora, Abelardo... você nunca está por perto quando eu gozo.


Um sujeito tomava cerveja desconsoladamente num bar quando um amigo aproximou-se e perguntou:
— Que cara é essa? Parece que você não está numa boa. Algum bode?
— É minha mulher. Agora deu para cobrar para transar comigo.
— Quanto ela cobra de você?
— Cem reais de cada vez.
— Ah, tudo bem. De nós ela cobra 200.


Um homem muito bem vestido entra no escritório do detetive particular e encomeda:
— Quero que minha mulher seja seguida 24 horas por dia.
— O senhor quer saber se ela o trai, não é isso? — deduz, elementarmente, o sherloque.
— Isso eu já sei. O que quero é que você descubra o que é, afinal, que os outros vêem de bom nela.


Ao ser atendido no bar, o homem aproveita e pede ao garçom:
— O amigo conhece aquela coisa alta e magra, gelada e cheia de vodca? Pois me mande uma.


Tragédia em família: a ninfeta está grávida e tantas fez que nem sequer se lembra de quem pode ser o pai da criança. Indignado, seu pai intima com toda a veemência:
— Vou lhe manter presa no quarto até que você me diga quem é o responsável. Do contrário, você só sairá para dar à luz.
Meia hora depois, ela chama, toda alegre:
— Papai, papai! Boas notícias. Os possíveis responsáveis já se reduzem a dois: a banda de música e o time de futebol do colégio.


—Minha mulher é um anjo!
— Cara de sorte! A minha ainda está viva.


Para alguns homens, a melhor maneira de se livrar de 80 quilos de gordura inútil é o divórcio.


No bar, a lourinha confessa à amiga:
— Não sei como as russas se arranjam, pois é só tomar uma dose de vodca que eu logo digo sim para todos!


O repórter entrevista uma mulher já entrada em anos:
— O que a senhora acha do sexo na televisão?
— Muito desconfortável. Prefiro fazer no sofá!


A loura gostosíssima vai à delegacia dar queixa do furto de um brilhante.
— Como foi o caso? — pergunta o delegado.
— Eu estava voltando para casa, de metrô.
— Bom, e onde estava o brilhante?
— Por dentro da minha blusa, bem no decote...
— E a senhorita não sentiu a mão do ladrão?!
— Bom, doutor, sentir eu senti, só que pensei que ele estava com boas intenções.


Durante o chá beneficente, aquela senhora confidencia à sua melhor amiga:
— Sabe, queridinha, pensei muito e decidi me divorciar. Definitivamente, não suporto mais viver com meu marido.
— Incompatibilidade de gênios? — pergunta a amiga.
— Não. É que me parece humilhante demais viver com um cornudo.

Suzana, de 18 anos, chora abraçada à mãe.
— Oh, mamãe, estou grávida!
— Quem é o pai? — pergunta a mãe, implacável.
— Como vou saber? Você nunca me deixa namorar firme com ninguém.


Duas moças conseguem penetrar durante a noite no dormitório do hotel onde estão alguns atletas selecionados para a próxima Olimpíada. No dia seguinte, trocam impressões.
— Foi formidável — declara a primeira. — Encontrei um corredor de maratona, arrancamos juntos, fomos cobrindo os quilômetros num ritmo suave e, quando pensei que chegara o final, ele tomou um segundo fôlego e me carregou até a linha da chegada.
— Sorte sua — replica a outra. — Eu caí com um corredor de 100 metros rasos. Mal eu tirei a roupa, ele saiu na disparada e, quando vi, já estava debaixo do chuveiro.


Duas datilógrafas falam do executivo que acaba de entrar em sua sala:
— Como ele se veste bem, não?
— E rápido!


Duas amigas confidenciam:
— Depois que o meu marido flagrou o Paulão, jogador de basquete, dentro do armário, e o Ricardão, jogador de vôlei, dentro do guarda-roupa, passei a traí-lo com o Carlinhos, um gracioso anão de circo.
— Não acredito! Você trai o seu marido com um anão?
— É, sim! E tem uma grande vantagem: meu marido nem desconfia que eu o escondo dentro do criado-mudo.


Paulinha, é verdade que você vai se casar?
— É sim, querida.
— Mas como? Foi o tal golpe da flecha do cupido?
— Não! Foi o ruído da buzina de um carro importado.


Ele veio sozinho para o Brasil e, durante dois anos, trabalhou vendendo camas e calcinhas femininas. Depois foi buscar a mulher para ficarem de novo juntos. Chegou todo feliz, mostrando a ela o quanto tinha ganho.
— Só isso? — ela pergunta. — Vendendo camas e mais camas, calcinhas e mais calcinhas, pensei que ias ficar bem mais rico. Pois eu aqui sozinha, com uma cama e sem calcinha nenhuma, ganhei o dobro!


Depois de se amarem freneticamente no banco traseiro do carro, a garotinha e seu namorado ficam ouvindo rádio durante um tempo.
E aí ela diz:
— Já é tarde, Tuco. Agora me leva pra casa.
— Tá bom, Juja — ele respondeu —, mas e se, antes, a gente fizesse só mais uma vez?
— Duas vezes não, Tuco. Não faço isso com ninguém. Meus pais sempre dizem que sou muito nova pra me comprometer seriamente.


O jovem médico, chamado para ajudar uma mulher do campo a dar à luz, se surpreende ao encontrá-la bem, com o recém-nascido já no colo.
— Quantos filhos a senhora já teve?
— Sete.
— E todos do mesmo jeito?
— Não. — responde a mulher, orgulhosa. — Três foram na cama, um na mesa da cozinha, outro no sofá e dois no matinho atrás da casa.


Aquele casal acabou de se encontrar, numa festinha de embalo animadíssima, e estava tirando a roupa quando ela reparou:
— Você não é uma pessoa muito comunicativa não, né?
— Não sou mesmo — concordou ele, ficando em silêncio novamente até acabar de tirar as calças. Aí apontou e disse: — Ele fala por mim.
— Nossa! — exclama a garota, depois de uma olhadela. — E isso é tudo o que você tem a dizer?


Depois de meia hora de um monumental esforço para tentar trocar um pneu numa noite gelada de inverno, o jovem volta para dentro do carro, junto de sua namorada, e começa a esfregar as mãos para aquecê-las. Ela, mais do que depressa, se oferece para ajudá-lo:
— Deixe-me esquentá-las para você — diz ela, colocando as mãos do rapaz entre coxas, por baixo do vestido.
Quando suas mãos se aquecem, o rapaz sai do carro para concluir o trabalho. Volta alguns minutos depois, com as mãos novamente enregeladas, e já vai procurando o melhor esquentador de mãos que descobriu em toda a sua vida. A namorada, a essa altura bastante excitada, insinua:
— Querido, as suas orelhas também não estão congeladas?


Duas amigas de infância se encontram depois de anos de separação:
— Menina, então você também se casou? E como é o seu marido?
— Ah, eu tenho um marido de ouro. E você?
— Eu tenho um de gelo.


Saindo do motel, o sujeito interroga a garota:
— Você conta à sua mãe tudo o que faz?
Com ar juvenil, ela responde:
— Eu, não! Aliás, minha mãe não está nem aí para essas coisas. Meu marido é que fica louco de curiosidade.


A mulher recém-casada desabafa com a mãe:
— Mamãe, não agüento mais! Já não sei mais o que fazer com o meu marido. Ele pegou a mania de passar a noite toda de pé, encostado na janela do nosso quarto. Já tentei muitas vezes fazê-lo desistir disso, mas não consigo.
— E o que ele fica fazendo durante todo esse tempo?
— Fica esperando eu chegar!!!


Duas amigas conversam:
— É realmente incrível como seu filho se parece com o pai — diz a primeira.
Ao que a outra responde:
— Sim, mas fale baixo, senão meu marido ficará muito sentido.


Papo de duas amigas:
— Me conta tudo sobre essa viagem de férias no navio!
— Menina, foi fantástica. Conheci um homem maravilhoso, ele me passou uma cantada e começamos a fazer amor em alto-mar! Pena é que, depois, conversando com ele, descobri que era o melhor amigo do meu marido.
— E aí, como vocês fizeram no resto da viagem?
— Ah, foi aquela tristeza: fazendo amor, chorando... fazendo amor, chorando...

Três amigas falam sobre o lugar preferido para fazer amor.
— Para mim é a suíte de um motel — diz uma.
— Para mim, uma banheira cheia de espuma — rebate a outra.
— Já eu, gosto de um manicômio.
— Como? — exclamam as outras.
— É porque, na hora agá, adoro gritar como uma louca!


Depois de oito meses seguidos de enjôo e mal-estar, grávida até a raiz dos cabelos, a moça já não agüenta mais que lhe perguntem como ela vai passando, quanto tempo falta para o dia do parto ou se ela prefere menino ou menina. Para se distrair, vai a uma festa e, naturalmente, mal abre a porta, já perguntam como ela vai de saúde.
— Mais ou menos — responde. — Já faz bastante tempo que não tenho menstruação e estou começando a ficar preocupada.


O telefone toca e a garota, sussurrante, atende:
— Alô, quem é?
— Que tal irmos para o motel, aquele aonde nós vamos sempre, com samambaias do Caribe? Lá faremos amor até o dia amanhecer...
— Vamos, vamos, sim.
— Então tá, passo aí e te apanho às nove!
— Combinado, mas quem é que está falando?


Eles já estavam em ponto de bala quando a garota faz beicinho e se lamenta:
— Acho que você está fazendo idéia errada de mim. Eu não sou esse tipo de garota.
— Mas não se preocupe — diz ele, puxando a moça mais para perto. — Tenho grande respeito por você, nunca pensei mal de você.
— Você é o primeiro.
— O primeiro a ir para a cama com você?
— Não, o primeiro que não pensa mal de mim.


A moça feiosa, mas muito intrometida, está no beliche de cima do trem, puxando conversa com o senhor do beliche de baixo. Ele, porém, não se mostra nem um pouco interessado.
— Meu Deus — suspira ela —, por que nós não fingimos que somos casados?
— Ótima idéia — replica o cavalheiro. — Você diz boa-noite, eu respondo boa-noite, você boceja e eu também bocejo. Depois cada um vira para um lado e dorme.


A jovem e sensual lourinha foi procurar emprego numa empresa. O chefe do Departamento do Pessoal pede:
— Poderia me mostrar suas referências?
E ela, muito embaraçada, com o rosto vermelho:
— Mas... aqui?!! Na frente de todo mundo?!!


"Querida mamãe: a lua-de-mel é mesmo uma coisa fantástica. Meu maridinho anda tão apaixonado que aproveita qualquer oportunidade para fazer amor. Não tenho paz no quarto, na sala nem na cozinha. Mas estou me divertindo muito. Beijos a todos.
PS: desculpe a letra tremida."


A lourinha curvilínea está indo para casa calmamente quando, de trás de uma banca de jornal, pula um sujeito mal-encarado, enorme, que a ilumina com uma lanterna:
— Seu dinheiro!
— N-não tenho... — balbucia ela, assustada.
— Passa o dinheiro, senão eu vou procurar — ameaça o ladrão.
Ela repete que está sem dinheiro, e ele faz uma revista — por alto.
— Acho bom me passar o dinheiro — diz, ameaçador. — Senão vou revistar você pra valer.
E começa a puxar a roupa dela:
— É, você disse a verdade. Não tem dinheiro mesmo, não.
— Mas você não vai parar agora, vai? — protesta a lourinha. — Eu faço um cheque!


Depois de bater na traseira de um carro, o motorista se justifica para o guarda que registra a ocorrência:
— A mulher fez sinal que ia dobrar à esquerda... e não é que dobrou mesmo?


A linda modelo estava aparecendo muito magra nas fotografias da agência de publicidade. Por isso, pediu ao diretor de produção que desse um jeito de ela ficar cheinha. Ele deu, mas agora a garota está insistindo em casar.


Duas mulheres conversam no cabeleireiro:
— Nossa, que anel bonito! É diamante?
— Não, ganhei do meu marido mesmo!


Aquela senhora está preocupada com o fato de sua filha já ter 25 anos e ainda não estar casada. Então decide publicar o seguinte anúncio: "Jovem bonita e sensual, cheia de boas qualidades, deseja conhecer homem maduro e que goste das boas coisas da vida, com fins matrimoniais". Dias depois chega a primeira carta respondendo ao anúncio. A moça abriu-a, entusiasmada, mas em seguida cai no choro.
— Qual é o problema? — a mãe pergunta, assustada.
A garota, chorando ainda mais, responde:
— Oh, mamãe, a carta é do papai!


Furioso, o pai da cocota não pára de esbravejar ao saber que sua filha viajou de Porto Alegre a São Paulo na base da carona:
— Podias ter sido assaltada ou, Deus a livre, violentada — grita o aflito homem.
— Corta essa — replica a garota. — Sei cuidar de mim. Toda vez que um homem me dava carona e puxava papo, eu logo ia dizendo que estava a caminho de São Paulo porque aqui existem as melhores clínicas de doenças venéreas do Brasil!


Vencido o primeiro mês de aluguel do apartamento da morena maravilhosa, o proprietário bate à porta.
— Quem é? — pergunta uma voz feminina, sem abrir.
— O proprietário. Vim cobrar o aluguel.
— Dá para passar mais tarde? Agora estou ocupada pagando a conta do supermercado.


Duas amigas conversam:
— Querida, por que será que os homens preferem as virgens?
— Claro, meu bem — responde a outra —, que é porque eles são incapazes de suportar críticas.

Um grupo de agitadas estudantes sai do museu e uma comenta com a outra:
— Puxa, você viu que pinto grande tinha aquela estátua grega?
— Vi, sim — respondeu a garota, aos sussurros —, mas o que me impressionou mesmo foi que era tão frio.


A morena alta, escultural, numa microminissaia, entra no ônibus. Os homens emudecem, gelam. De repente, o motorista dá uma freada brusca, a garota se desequilibra, estira o braço procurando apoio num dos bancos, mas erra o cálculo — acerta em cheio um sonoro tapa no rosto de um dos passageiros. Confusa, balbucia uma desculpa:
— Desculpe, moço, desculpe...
— Ora, querida, não há do que se desculpar — responde o homem, gentil. — Pelo que eu estava pensando, o tapa foi merecidíssimo!


Monica Lewinsky conversa com uma amiga:
— Mas como resistir a um homem que é dono da maior potência do planeta?


Uma certa manhã, junto à piscina de um hotel de luxo, estão apenas dois hóspedes descansando em suas espreguiçadeiras. Um deles é um senhor, já de meia-idade, mas musculoso e bem conservado. O outro é uma velhinha, franzina e de cabelos todos brancos. A certa altura, ele se levanta, salta atleticamente para a piscina e começa a nadar. Nada 2000 metros, em magnífico estilo. Quando sai da piscina, a velhinha o cumprimenta:
— Parabéns! O senhor nada muito bem!
— Acontece, minha senhora, que em 1958 eu fui campeão brasileiro de nado livre e em 1960 fui campeão sul-americano. Depois parei de competir, mas ainda dou as minhas nadadinhas.
A velhinha, então, também se levanta, ajeita as alças de seu antiquado maiô e pula na piscina. Ante o olhar espantado do senhor, nada 3000 metros, no mais perfeito estilo borboleta. Ao sair da água, é a sua vez de receber cumprimentos:
— Bravo! Vejo que a senhora também foi uma campeã!
— Não é nada disso, meu bem. Acontece que durante mais de trinta anos eu fui prostituta em Veneza.


Mulher econômica era aquela: ia para cama com todos, preocupada em poupar o marido.


—Nossa, seu Jarbas, nunca encontrei um proprietário de apartamento tão compreensivo com sua inquilina como o senhor — suspira a lourinha, satisfeita.
— Então... será que eu podia receber alguns meses adiantado?


Boa menina é aquela que vai pra cama às 8 para chegar em casa antes da meia-noite.


Na faculdade de Medicina, o professor chama uma aluna do primeiro ano ao quadro-negro:
— Senhorita, desenhe, por favor, um pênis em posição normal.
Rapidamente, ela desenha o órgão, em plena ereção.
— Senhorita — exclama o professor —, eu disse que era em posição normal.
— Ué, professor, mas todos os que eu vi estavam assim!


E, no desfile de moda da praia de nudismo, ela foi eleita, por unanimidade, a que não usava o modelito mais criativo.


No temporal, solícito, humanitário, o motorista de caminhão dá carona à antiga estrela de um famoso cabaré da região que, ele não pode saber, já é até meio surda. Naquela enorme falta de assunto inicial, resmungar da chuva é o mais fácil. E é o que ele fez:
— Chuva cacete, hein?
— Chupo, sim — responde a carona.


Uma garota inteiramente nua entra no bar e pede um uísque. O barman prepara-lhe a bebida e, ao passar-lhe o copo, debruça-se sobre o balcão para observá-la atentamente. Pouco depois a garota pede outro uísque e o barman volta a debruçar-se sobre o balcão. Ela se irrita:
— Você nunca viu uma mulher nua?
Educadamente, o barman responde:
— Claro que vi, senhorita. O que me preocupa é saber de onde a senhorita vai tirar o dinheiro para pagar as bebidas.


O homem perdeu seu cartão de crédito e decide não dar queixa. O ladrão estava gastando menos do que sua mulher.


O papo com a garota que conheceu por anúncio de jornal é tão chato que Garcia pede ao garçom, às escondidas, que anuncie que há um telefonema para ele. De volta à mesa, diz à moça, com ar funéreo:
— Tenho de ir... A minha avó acaba de morrer.
— Ainda bem — diz a moça. — Se demorasse mais um pouco, seria a minha.


A gracinha está preenchendo um formulário de emprego numa agência de relações públicas. Após preencher os itens "nome" e "idade", surge a questão "sexo". Pensa um pouco e escreve: "Três vezes por semana".


Por que tanto se diz que as mulheres são umas feiticeiras?
Ora, elas são capazes de levantar coisas sem tocá-las.

Depois de comprar um novo estoque de lingerie, ela pede que bordem em suas calcinhas: "Se você consegue ler isto é porque está perto demais".
— Em letras maiúsculas?
— Não. Braile, por favor.


E dizia a feminista americana:
— Já sei por que Deus criou o homem: os vibradores não cortam grama e não carregam lixo.


Uma garota exuberante, com um decote enorme, entra na igreja, ajoelha-se e começa a rezar. Muito bravo, o padre se aproxima e diz:
— Senhorita, cubra os seus seios ou vai ter que sair da igreja!
Ela não dá bola.
O padre insiste:
— Senhorita, por favor, cubra os seus seios ou terá que sair da igreja!
A garota se levanta, coloca as mãos na cintura e diz:
— Padre, eu tenho o direito divino!
E o padre, observando o decote:
— E o esquerdo também, mas se não cobrir vai ter de sair!


Disciplinada, a secretária aceita ir para a cama com o chefe. Mas, muito profissionalmente, no dia seguinte entra com um requerimento pedindo adicional de insalubridade.


Três jovens recém-chegados à paróquia se apresentam:
— Meu nome é Paulo — diz o primeiro. — Mas não sou o apóstolo.
— Sou Pedro — fala o segundo —, mas não o santo.
— Eu... — começa a adolescente tímida — ...eu me chamo Maria... e não sei o que dizer.


—Não, senhor delegado, creio que meu marido não foi seqüestrado — diz a mulher ao policial, 24 horas depois que o esposo sumiu. — Na verdade, ontem, pela primeira vez, ele saiu cedinho para o seu cooper matinal carregando quatro malas.


Na manhã seguinte à noite de núpcias, a noivinha amanhece chorando.
— Que houve? — pergunta assustado o marido.
— É que ontem à noite... — ela começa a responder.
— Ontem à noite? Te machuquei? Você não gostou? — ele insiste.
— Não, não. Pelo contrário, foi maravilhoso — ela se explica, apontando o membro dele, em repouso. — Mas veja, numa única noite nós já o gastamos todo!


A deliciosa morena se aproxima do lago deserto, olha ao redor para se certificar de que não há ninguém por perto e tira toda a roupa. Quando se prepara para dar o primeiro mergulho, um guarda sai de trás de uma árvore:
— Desculpe, senhorita, mas é proibido nadar neste lago.
A moça cora de vergonha.
— E por que o senhor não avisou antes de eu tirar a roupa?
— Bem... — responde o guarda. — É que não existe nenhuma lei proibindo tirar a roupa na beira do lago.


Duas amigas estão no salão de beleza, a cabeça metida no secador.
— E aí? — pergunta a primeira amiga. — Como andam as coisas com o seu marido?
— De mal a pior, querida. Imagine que ele ouviu dizer que na África há um lugar onde as mulheres pagam aos homens 25 dólares cada vez que transam com elas. Depois disso, o idiota vive ameaçando me largar para ir morar lá.
— E você não tem medo de que ele cumpra a ameaça?
— Que nada, querida. Em lugar nenhum do mundo dá pra viver com 25 dólares por mês!


—Garçom, ofereça um drinque àquela moça — pede o galante cavalheiro.
— Não adianta, é perda de tempo — pondera o garçom.
Meia hora depois ele volta à carga. O garçom reluta, hesita, mas o homem insiste. O garçom perde a paciência e resolve encerrar o assunto:
— Companheiro, não adianta, não vai dar em nada. Ela é lésbica.
— De que região da Lésbia?


—Por que você se casou com esse seu marido? — pergunta à vizinha a fofoqueira. — Afinal, vocês não parecem ter nada em comum!
— Ah, é aquela velha história da atração dos opostos — responde a outra. — Eu estava grávida e ele, não.


—É verdade — admite ele, referindo-se à mulher. — A Benigna é uma mulher de poucas palavras. Se ela não as vivesse repetindo sem parar...


A deliciosa gatinha está tendo um mal-estar no meio da rua, amparada pela mamãe. Passa um senhor educado e pergunta:
— Foi comida, não foi?
— Foi, sim — respondeu a mãe. — Mas vai casar!


A tiete faz de tudo para atrair a atenção do Edson Celulari, e nada. Voltando para casa, pergunta-lhe a amiga:
— Então? Ganhou o gato?
— Hoje não deu — responde a primeira. — Acho que o Celulari estava fora do ar ou temporariamente desligado.


A feminista militante, à colega:
— Que vergonha, me apaixonei por um machista!
A outra, condescendente:
— Ah, não liga, um só não faz tanto

O sujeito entra no bar lotado e pede uma bebida. Vê uma mulher gatíssima sentada sozinha num banco do balcão e vai até ela:
— Oi. Será que nós podemos conversar?
Ela se levanta e fala bem alto:
— Motel!? O senhor está pensando que eu sou o quê!?
Todos no bar olham para ele, que retorna todo tímido e se senta a uma mesa.
Passados alguns instantes a mulher se dirige à ele e diz baixinho:
— Me desculpe, mas eu sou psicóloga e estou fazendo um teste de reação de público.
O sujeito se levanta e berra:
— Cem dólares? Que absurdo! Tá muito caro!

Waldemar Buosi Filho, Maringá (PR)


Mulher maravilhosa, aquela professora de lingüística que traduziu o Kama-Sutra...


Pois é, querida — cochicha Luísa a Fabiana. — Sei exatamente quando um homem está mentindo.
— Mesmo? Como é que é? Me conta!
— É quando ele abre os lábios!


Três maridos falam de suas mulheres:
— A Patrícia tem um corpo de potranca! Quando eu a monto...
— A Adriana tem um corpo de gazela! Como a gente salta...
— A Brunilda tem um corpo de elefante! É cada trombada!


Dizia a amiga à outra:
— Ih, lá vem aquele iraquiano mal-educado que detesto! Ele é curdo e grosso!


Esportivamente falando, o que são duas mulheres?
Uma dupla de tênis.
E cinco mulheres?
Um time de basquete.
Onze mulheres?
Uma equipe de futebol.
E dezoito mulheres?
Um campo de golfe.


Pousa o reluzente OVNI, abre-se lentamente a porta e surge aquela impressionante figura masculina, 2,80 metros, espadaúda e musculosa em um lindo macacão de prata, olhar faiscante e hipnótico. As mocinhas que assistem à cena esquecem o medo e deliram:
— Que E.T.zão... Que E.T.zão!


O golfista demora uma eternidade e não resolve dar a tacada.
— Como é que é, cara? Vai ou não jogar? — pergunta o adversário.
— Calma — responde o primeiro. — É que minha mulher está me olhando ali do clube, e não posso falhar. Tem que ser um tiro perfeito.
— Ora, meu caro, não está vendo que não há a mínima possibilidade de você acertá-la daqui?


O paquerador para a gatinha:
— Puxa, como voce é bonita!
E ela:
— Pena que eu não posso dizer o mesmo!
E ele, sem perder o rebolado:
— Faça como eu, minta!


Mulher bem-sucedida na carreira. Sempre soube mexer os pauzinhos.


—Pois é, querida, não agüento mais — diz uma vizinha à outra. — Meu marido é um animal. Um verdadeiro animal!
— Ora, não exageremos...
— Exagerar, eu? Pois quando vamos ao zoológico ele tem de comprar dois ingressos. Um para entrar e outro para sair.


Em que ocasião uma mulher demonstra estar pensando no futuro? Quando está procurando, nas páginas amarelas, a seção "cirurgiões plásticos''.


E quando a mulher do próximo for horrenda?


As mulheres seriam os seres mais maravilhosos de toda a criação se, para cairmos em seus braços, não tivéssemos de cair primeiro em suas mãos.


Qual a diferença entre uma mulher e um tornado?
Não há. Os dois chegam quentes e úmidos e, quando vão embora, levam tudo o que temos.

Ninfomaníacas

Ninfomaníaca mesmo era aquela jogadora de basquete: só se satisfazia depois da sexta.


Entrevistada por um repórter que lhe pergunta quando teve sua primeira relação, a atriz ninfomaníaca hesita:
— Quando? Quando? Acho que das 8 às 3 da madrugada do dia dos meus 15 anos.


Na onda da Internet, a ninfomaníaca não se cansava de acessar quantas homem pages conseguisse.


Era uma ninfomaníaca tão avarenta que não conseguia passar sem uma transa mais de seis meses.


A ninfomaníaca não pensou duas vezes: comprou passagem e foi passar o verão em Porto de Galinhas.

Padres

A freirinha, com uma voz bem melosa, diz:
– Padre José... põe o pinto debaixo do meu braço?
Padre José responde imediatamente:
– O que é isso, freirinha? Esse é o lugar onde carregamos a Bíblia! De jeito nenhum!
Ela continua:
– Padre José... põe o pinto entre os meus seios?
– Freirinha, esse é o lugar do crucifixo! De maneira nenhuma!
– Padre José... então põe seu pinto na minha boca?
– Ficou doida, ô, freirinha? Da boca saem as orações! Não posso!
Imediatamente se vira a freirinha, já com um pouco de impaciência na voz:
– Então, padre José, põe seu pinto onde o senhor bem entender, mas tira-o do meu rabo porque tá doendo pra cacete!!

Rodrigo Ferreira, Belo Horizonte (MG)


O homem chega à igreja com seu cachorrinho e pede ao padre:
- O senhor poderia crismar meu cachorrinho?
- Você está louco! - responde o padre, irritado.
- Mas, padre, eu adoro meu cachorrinho. Quando ele nasceu, batizei-o na igreja ali de baixo pagando 5 000 reais ao padre. Quando completou 1 aninho, fui à igreja do bairro de cima e paguei 30000 reais para que ele pudesse fazer a primeira comunhão.
O padre o interrompe imediatamente:
- Ora, meu filho, por que não me disse antes que o cachorro era católico?

Guilherme dos Santos A. Lima, Dourados (MS)


Um rabino e um padre entram juntos num boteco, para um drinque, sem notar que se tratava de um bar gay. Pouco depois, aproxima-se um jovem e convida o padre para dançar. O religioso emudece, ruboriza, balbucia alguma reza e, finalmente, vira-se para o rabino, sussurrando:
— Por favor, me ajude a sair desta situação. Estou extremamente embaraçado.
O rabino murmura alguma coisa ao ouvido do jovem, que se afasta imediatamente. O padre solta um suspiro de alívio, depois volta ao amigo:
— Agradeço-lhe imensamente. Mas posso saber o que você falou pra ele?
— Que estamos em lua-de-mel.


Alarmado com a dissolução de costumes na paróquia, o padre põe um cartaz na porta da igreja: "Se estás cansado de pecar, irmão, entra". Um engraçadinho passa e, aproveitando um espaço em branco no cartaz, completa: "Se ainda não estás, dá me uma ligadinha: 972 47..."


Saía à noite, jogava, bebia, fazia horrores com as mulheres. De madrugada, recolhia-se ao convento, a tempo para os ofícios matinais. Enfim, era fraude.


O padre reúne as noviças do convento ultramoderno e, com ar muito grave, explica o motivo de sua imensa preocupação:
— Acabo de encontrar uma caixa de preservativos e uma cartela de pílulas anticoncepcionais no claustro.
— No claustro??? — pergunta uma delas, enrubescendo.
— Sim, no claustro! — repete o padre, irritado.
— Desculpe, padre, mas o que é mesmo um claustro?


O padre de um lugarejo vai visitar o vigário de uma paróquia próxima.
— Como estão as coisas? Muito movimento?
— Qual nada, estou na mesma vidinha de sempre... Rosário, pinga...
E em seguida grita para a cozinha:
— Rosário, traz a pinga!


Depois de contemplar a morenaça seminua em Ipanema, o religioso que acabara de fazer voto de castidade tomou a decisão: iria viver num país qualquer onde o voto não fosse obrigatório.


O monge confessa ao seu superior que vem se masturbando compulsivamente.
— Bem, filho — diz o abade —, tenha força de vontade. Com um pouco de esforço você conseguirá abandonar o hábito.


Pais

O menino havia nascido sem as orelhas e tinha um primo dos bem sacana. Prevendo problemas, a mãe do peste o alertou:
– Olhe, aquele seu primo que nasceu sem as orelhas vai nos visitar e não é pra você ficar sacaneando o pobrezinho, certo?
Eis que o menino sem orelhas chega à casa do primo, que parece tentar ser gentil:
– Que Deus abençoe esses lindos olhos!!!
E a todo momento o sacana chegava perto do primo e falava a mesma coisa.
– Que Deus abençoe esses olhos!!!
Depois da décima vez seguida, a mãe dele se cansou e perguntou ao filho por que ele insistia em repetir a mesma frase para o primo. O filho respondeu:
– Que Deus abençoe esses lindos olhos, porque se ele tiver que usar óculos...
Júlio D. Holanda, Niterói (RJ)

Três amigos estão sentados no bar conversando, quando um deles diz:
- Meu filho está muito bem! Š um grande construtor e acaba de dar uma casa de presente para um amigo.
O segundo emenda:
- Já o meu garoto é um gênio! Dono de várias concessionárias, deu uma Mercedes zerinho pro melhor amigo...
Vira o outro:
- Pois o meu menino é dono de um haras riquíssimo e presenteou o colega com um puro-sangue campeão.
Com a chegada de outro amigo, um logo diz:
- Estávamos falando sobre nossos filhos. O que tem feito o seu?
- Meu filho é gay, faz strip-tease e programas à noite.
- Mas você não se importa?
- Eu não ligo! Ao contrário. Só nos últimos meses ele ganhou uma casa, um carro zero e um puro-sangue dos três namorados!

Guilherme Garcia [garciaguilherme@hotmail.com]


Pai, vou-me embora de casa em busca de aventuras, dinheiro, mulheres... — diz o filho, já crescido. — E, por favor, não tente me deter!
— Deter? Ora, que é isso? Espere aí um pouco que eu vou com você!


De volta da escola, onde naquele dia havia aprendido a Teoria da Evolução, a Ciça pergunta, excitada:
— Manhê! É verdade mesmo que eu descendo do macaco?
— Sei lá, minha filha. Seu pai nunca quis me apresentar à família dele!


A garota aflita espera o rapaz sair da sua casa:
— E então, falou com o meu pai?
— Hum... hum...
— Me pediu em casamento?
— Hum... hum...
— E você disse a ele que nem consegue mais dormir à noite só por minha causa?
— Hum... hum...
— E ele?
— Não quis saber, mas disse que vai me arranjar um emprego de vigia noturno na loja dele.


Na despedida de solteiro de Aloísio, o pai amigo ergue um brinde:
— Ao meu querido filho, no dia mais feliz de sua vida!
Aloísio estranha e interrompe:
— Mas, pai, o meu casamento ainda será amanhã.
O pai pára um instante e continua:
— Eu repito: ao meu querido filho...


Em Tóquio, o pai aguarda nervoso a chegada do primeiro filho. Enfim, vem a parteira e lhe apresenta o rebento: alvinho, lourinho, olhinhos bem azuis.
— Ei, que história é essa? — ele pergunta espantado.
— Bem... — tenta explicar a enfermeira. — Só pode ter sido um "ocidente".


O pequeno índio pele-vemelha pergunta ao pai:
— Papai, por que nós temos esses nomes tão fora do comum?
— Meu filho, essa é uma tradição de muitas gerações entre nosso povo. Desde nossos ancestrais escolhemos o nome dos filhos de acordo com as condições em que os concebemos. Assim, tua irmã se chama Flor de Ipê porque tua mãe e eu estávamos naquele dia debaixo de um ipê. E da mesma maneira pusemos nomes em todos os teus irmãos. Inclusive você, Borracha Furada.


—A filha apresenta seu futuro marido, pertencente à seita dos Hare Krishna, ao pai. Depois deixa-os, para que conversem a sós.
— Então, meu rapaz, você trabalha?
— Não. Não tenho nenhum emprego.
— Ah! E como pretende sustentar minha filha?
— Krishna nos dará tudo de que precisamos.
— E onde pretendem morar?
— Ainda não temos nenhum lugar para ir — responde o jovem, tranqüilamente. — Mas Krishna resolverá isso.
— É? E como é que você vai alimentar os filhos que virão?
— Krishna cuidará disso.
Terminada a conversa, a filha pergunta ansiosa o que o pai achou do noivo.
— Nenhum problema, minha filha. Ele me considera um deus.


O diretor do colégio chama a mãe de Joãozinho para uma conversa urgente:
— O assunto é grave, minha senhora. Hoje seu filho veio à escola de vestido longo, peruca cacheada e sapatos salto 9!
— Mas o que é que eu posso fazer, senhor diretor? — defende-se a mãe. — Já disse ao Joãozinho milhares de vezes para ele não usar as roupas do pai.


Dois pais nervosos caminham pelos corredores da maternidade:
— Já viu que falta de sorte a minha? Vai nascer logo nas minhas férias.
— Você está reclamando de barriga cheia. O nosso primeiro nasceu na lua-de-mel.


O sujeito, no leito de morte, chama o filho para uma conversa de homem para homem. Confessa, então, que já perdera metade de sua fortuna com mulheres, bebidas e pôquer.
— E a outra metade, papai? — pergunta o rapaz.
— Ah, essa eu gastei estupidamente com coisas sem importância.


—Papai — pergunta o menino de 13 anos de idade, preocupado em cumprir um dos itens de sua tarefa escolar sobre a educação sexual. — O que o senhor fez durante a revolução sexual?
— Bem, filho — responde o pai. — Acho que você poderia dizer que fui capturado muito cedo e passei todo o tempo da revolução lavando e enxugando pratos.

Políticos

O presidente de um clube de futebol está na sala de espera do gabinete do prefeito aguardando uma audiência. Irritado com a demora, resolve se queixar com a secretária:
— Por que o prefeito está demorando tanto?
— É que ele está conversando com uma pessoa que veio de Brasília.
— De Brasília??? Pois então ele devia atender primeiro eu, que vim de Mercedes.


Tanto ele como ela eram candidatos a um cargo político.
Algum tempo na boate e três uisquinhos depois, resolvem sair. Ele:
— E então, no meu palanque ou no seu?


O senador foi bem na primeira, fraquejou um pouco na segunda e, na terceira, finalmente, sucumbiu. A parceira, insaciável, protesta:
— Mas, Fábio, meu filho, você me falou que era um membro dos Três Poderes!


Certos políticos, ao se tornarem mais velhos, não tiram da cabeça uma idéia: a reereção.


Extra! Extra! Oposição aprova projeto do PV banindo o FHC por provocar manifestos prejuízos à camada de ozônio.


Em 1979, a negociação da nossa dívida com os banqueiros europeus estava realmente malparada. Despistando mais uma vez a imprensa, nossos negociadores resolveram ir à Europa do Leste renovar suas promessas diante da célebre estátua do Menino Jesus de Praga. Estavam os três ajoelhados diante da imagem milagrosa quando entrou um tcheco e começou a se queixar do custo de vida, do salário que só dava para as batatas, do preço absurdo das mercadorias no câmbio negro. Discretamente, o ministro Delfim Netto chama o tcheco de lado, passa-lhe uma nota de 100 dólares e cochicha:
— Desculpe o mau jeito, meu filho, mas volte mais tarde. Agora o menino ali no altar precisa se concentrar no nosso caso.


O velho político, raposa matreiríssima, chega de madrugada em casa, duas doses além do limite, e é surpreendido pela mulher, que lhe pede explicações. Meio baleado pela bebida, ele mal consegue sacar uma resposta-padrão do baú da memória:
— Sinto muito, mas não dou entrevistas.

Políticos

O presidente de um clube de futebol está na sala de espera do gabinete do prefeito aguardando uma audiência. Irritado com a demora, resolve se queixar com a secretária:
— Por que o prefeito está demorando tanto?
— É que ele está conversando com uma pessoa que veio de Brasília.
— De Brasília??? Pois então ele devia atender primeiro eu, que vim de Mercedes.


Tanto ele como ela eram candidatos a um cargo político.
Algum tempo na boate e três uisquinhos depois, resolvem sair. Ele:
— E então, no meu palanque ou no seu?


O senador foi bem na primeira, fraquejou um pouco na segunda e, na terceira, finalmente, sucumbiu. A parceira, insaciável, protesta:
— Mas, Fábio, meu filho, você me falou que era um membro dos Três Poderes!


Certos políticos, ao se tornarem mais velhos, não tiram da cabeça uma idéia: a reereção.


Extra! Extra! Oposição aprova projeto do PV banindo o FHC por provocar manifestos prejuízos à camada de ozônio.


Em 1979, a negociação da nossa dívida com os banqueiros europeus estava realmente malparada. Despistando mais uma vez a imprensa, nossos negociadores resolveram ir à Europa do Leste renovar suas promessas diante da célebre estátua do Menino Jesus de Praga. Estavam os três ajoelhados diante da imagem milagrosa quando entrou um tcheco e começou a se queixar do custo de vida, do salário que só dava para as batatas, do preço absurdo das mercadorias no câmbio negro. Discretamente, o ministro Delfim Netto chama o tcheco de lado, passa-lhe uma nota de 100 dólares e cochicha:
— Desculpe o mau jeito, meu filho, mas volte mais tarde. Agora o menino ali no altar precisa se concentrar no nosso caso.


O velho político, raposa matreiríssima, chega de madrugada em casa, duas doses além do limite, e é surpreendido pela mulher, que lhe pede explicações. Meio baleado pela bebida, ele mal consegue sacar uma resposta-padrão do baú da memória:
— Sinto muito, mas não dou entrevistas.



Trabalho

Depois da reunião, o alto executivo e a alta executiva, ambos casados, resolvem ir para o motel. Iriam fechar uma joint-adventure.


No teste para o emprego, o jovem candidato a espião recebe uma arma e a ordem de matar a própria mulher, que está numa sala ao lado.
— Não posso — responde. — Casei-me há um mês. Gosto muito dela.
Outro candidato, mais maduro, diante da mesma missão, corre ao encontro da mulher. O instrutor ouve tiros, seguidos de uma grande quebradeira.
— O que houve? — pergunta quando o homem volta com ar de satisfação.
— As balas eram de festim, senhor. Tive de matá-la a coronhadas.


Deformações profissionais, sem dúvida. Depois de fazer amor, pergunta o estatístico do instituto de pesquisas à parceira:
— E aí? Qual foi o meu índice de aceitação?


Rabiscado num banheiro da sede da IBM:
"A Xerox nunca apresenta nada de original".


Entra no bar, senta-se à mesa onde os amigos já estão, pede uma bebida, todo compenetrado, dá um murro na mesa e se vangloria:
— Hoje mostrei àquele babaca do meu patrão! Estava pensando o quê? Que só porque é o dono da firma todo mundo tem de ficar tremendo de medo na frente dele? Pois hoje entrei na sala dele, olhei bem firme nos olhos dele e disse: "Ou o senhor dobra o meu salário ou eu peço demissão!" Assim, direto, na lata!
Ouve-se um murmúrio de admiração entre os amigos, até que um deles pergunta:
— E então, como acabou a coisa?
— Bem, sabe como é... Nesses assuntos o que conta são os princípios. É preciso chegar a um acordo, cada um deve ceder um pouco. Foi o que fizemos: ele não dobrou o meu salário e eu não pedi demissão.


—Tenho uma notícia boa e uma notícia ruim — diz a secretária ao chegar de manhã ao escritório.
— Nada de charadas — protesta o chefe. — Hoje é dia de entregar os relatórios, vou ter que justificar um bruta prejuízo e já estou atrasado. Me dê só a notícia boa.
— Muito bem. O senhor não é estéril.


—Você de novo aqui? Desempregado outra vez? Por que deixou o trabalho, hein?
— É que eles fizeram um negócio que me deixou muito chateado.
— Ah, é? E o que foi?
— Me despediram.


O ator pornô chega em casa:
— Teve um dia duro, querido? — pergunta sua mulher.
— Literalmente — responde ele, exausto.


Os dois sócios de uma firma de advocacia estão almoçando quando um deles dá um pulo e, desesperado, diz:
— Preciso voltar para o escritório!
— Por quê? — quer saber o outro.
— Esqueci de trancar o cofre!
— Por que você está preocupado? Estamos os dois aqui.


O cliente à garçonete:
— Escute aqui, moça! Este cordeiro de tenro não tem nada!
Ela:
— Sim. Mas eu tenho.


Ao ser demitida, a empregadinha, sensual e atrevida, resolve tirar todas as diferenças com a patroa:
— Você está me mandando embora por inveja! Sabe que sou muito mais gostosa que você.
— Quem lhe disse? — pergunta a patroa.
— Seu marido. E, além do mais, fique sabendo que sou muito melhor do que você na cama...
— Também foi o meu marido quem lhe disse isso?

A empregada se queixa à patroa:
— Eu não consigo dormir à noite. Acho que estou trabalhando demais. Qualquer som me acorda. Até o barulho do gato andando no muro me desperta.
E a patroa:
— Pegue este remédio. Com certeza ele irá solucionar o seu problema.
— Quando devo tomar?
— Você? Nunca! Ponha no leite do gato!


Furioso com o sócio que vive se gabando de tudo, aquele homem de negócios dá-lhe uma bronca sentida.
— Chega de dizer "Eu comprei, eu vendi, eu cancelei, eu fiz isso, eu fiz aquilo", como se você tomasse iniciativas sozinho. Eu também sou responsável por tudo que acontece neste escritório.
Dias depois, toca o telefone. É o sócio, inquieto.
— Más notícias, Gastão. A telefonista está grávida e já avisou que nós temos que reconhecer o filho.


A secretária do executivo:
— Desculpe, mas o dr. Pedro não pode atender. Estamos em reunião.


—Só mais algumas perguntas — diz o diretor do departamento do pessoal daquela repartição pública. — Na sua ficha, está escrito que o senhor sofreu um acidente nos tempos de Exército, confere?
— Sim. Numa batalha simulada, um tiro atingiu meus testículos e tive que extraí-los.
— Que horrível... Bem, o emprego é seu. Nós começamos às 8 horas, mas o senhor pode chegar às 10, está bem?
— Por que eu vou ter esse privilégio?
— É que, para dizer a verdade, o pessoal costuma ficar coçando umas 2 horas antes de começar o serviço.


O funcionário de RH pergunta ao candidato a um emprego na empresa se ele não se incomodaria de trabalhar sob as ordens de uma mulher.
— Claro que não — responde o candidato. — Ao contrário, vou me sentir totalmente em casa.

Transas

Dois rapazes entram com o carro no posto de gasolina e vêem um cartaz: "ENCHA O TANQUE E CONCORRA A UMA TRANSA GRÁTIS". Tanque cheio, um deles chama o frentista:
— Como se faz para concorrer?
E o outro explica:
— É simples: diga um número de 1 a 10. Se for o mesmo número que estou pensando, você ganha.
E ele diz:
— Oito.
— Errou... — informa o frentista. — Eu estava pensando no número quatro.
Alguns dias depois, voltam ao posto e perguntam:
— Ainda está valendo a promoção?
— Sim. É só dizer o número — reafirma o homem.
— Cinco — tenta novamente o freguês.
— Errou... Eu estava pensando no número dois.
Depois de voltarem dezenas de vezes ao posto, o rapaz que sempre acompanha o motorista comenta:
— Acho que estamos sendo enganados, pois nunca acertamos.
Mas o outro contesta:
— Nada disso. Só na semana passada, minha mulher acertou duas vezes.


Era uma mulher tão pouco sensual que não conseguia transar e mascar chicletes ao mesmo tempo.


No quarto dia da lua-de-mel, a noiva de 21 anos já não agüenta mais a extraordinária performance do marido, de 75 anos. Para dar um tempo, aproveita que ele foi ao banheiro e desce ao bar do hotel.
A garçonete que atende o casal desde que eles haviam se hospedado fica assustada com a aparência da moça:
— Está com o aspecto terrível, meu bem, bem diferente de quando chegou. Afinal, o que está acontecendo?
— Nada, nada, apenas um mal-entendido — suspira a recém-casada. — Quando ele me disse que há cinqüenta anos vinha economizando, eu pensei que estava falando de dinheiro.


A moça chega ao departamento de perfumes de um sofisticado magazine e pede ao vendedor uma fragrância bem provocante.
— Aqui está — diz o homem. — É um pouco caro, mas a senhorita vai ver que nenhum homem consegue resistir.
— Bem — diz ela —, se é tão provocante assim, vou experimentar um pouco agora mesmo.
— Se eu fosse a senhorita, não faria isso.
— Ué, por que não?
— A última moça que experimentou me deixou tão excitado que acabei fazendo amor com ela ali mesmo, no provador!


Tique profissional ou o que fosse, o fato é que aquele humorista, sempre que acabava de transar, virava-se para a parceira e, com um sorriso enigmático e feliz, sussurrava:
— Gozado...


E, no simpático bordelzinho do interior, já à entrada se viam, esparramadas, alegres e floridas trepadeiras.


O marido, como todos os maridos, tinha lá seus códigos com a mulher. Uma noite, louco para transar, pede para o filho levar uma mensagem à mãe:
— Diga a ela que eu quero "escrever uma carta".
Minutos depois, o garoto volta:
— Ela mandou dizer que não dá, porque "a fita da máquina está vermelha".
Passados aqueles tais dias críticos, o menino traz ao pai nova mensagem codificada:
— A mamãe mandou avisar que, se o senhor quiser escrever aquela carta, tudo bem: "A fita já está azul outra vez."
— Ah, diz para ela que agora eu já escrevi à mão mesmo!


Não houve mágica que ajudasse o famoso feiticeiro na noite em que decidiu levar para a cama a renomada feiticeira. Ele simplesmente bruxou.


O maior fetiche dele era transar com a vizinha. Um dia, encontrou a solução: alugou a casa ao lado.


Quando, no quarto, ele se despe, ela tem um choque: seu parceiro possui cinco pênis.
— M-mas é incrível! — ela gagueja.
— Pois é — ele responde. — Já nasci assim.
— Me explique uma coisa — ela pergunta —, você tem de usar cuecas muito especiais, não é mesmo?
— Que nada! Qualquer uma me cai como uma luva.


Gania de prazer a mulher do Saci:
— Uh! Pererê!! Uh! Pererê!!


—E aí? — pergunta ele. — Transas homéricas no seu novo colchão d'água?
— Ah... — responde o amigo, desanimado. — Você está se referindo ao "Mar Morto"?


Qual é a semelhança entre a namorada no período fértil e a bolsa em queda?
Em ambas você se safa quando tira antes.


Numa roda de amigos, no boteco, um deles pede ao garçom uma dose dupla e a entorna de um só gole.
— A coisa tá ficando preta — resmunga, com ar abatido. — Minha mulher decretou ontem que só vamos transar duas vezes por semana.
O companheiro ao lado bate em suas costas e procura consolá-lo:
— Calma, calma, imagine que podia ser pior. Com alguns de nós, por exemplo, ela reduziu para uma!


Sem ver mulher havia meses, o marujo da esquadra de Cabral foi com toda sede ao pote e transou com a indiazinha muito, muito viçosa. Foi a última do português.


Na cama, entre sussurros, dizia ela:
— Ah, querido, quero você todinho pra mim!
Nunca o homem-tronco se sentiu tão completo.


E a fada safada tirava a roupa e ficava hoooras brincando com a varinha de condão.

Transas

E, em meio à tremenda bacanal romana, os casais faziam LXIX.


Mamilos?
Mamá-los!


Mamilos?
Mimá-los.


O humorista foi acusado de assédio sexual inúmeras vezes. É que, decididamente, era incapaz de conter o rijo.


Sua grande fantasia sexual automobilística era promover uma suruba dentro de um Subaru.


Fetiche? Talvez sim, mas a linda fotógrafa só revelava seus mais íntimos segredos dentro da câmara escura.


Era o que se podia chamar de um atleta sexual olímpico: transava que era uma beleza, de quatro em quatro anos.


E, como notou aquele sábio, os infantes, na infância, nem de longe se divertem tanto quanto os adultos no adultério.


Sádica, muito sádica. Entre os lençóis, sussurrava ao parceiro enlouquecido:
— Meu bem, estou contigo e não abro.


Vexame maior não podia passar aquele sujeito com o pênis bem pequenininho: era quando, no auge da penetração, a parceira gemia:
— Vai, querido. Põe todo!


Ao lado da cama, assiste a tudo o criado-mudo.


Pesquisa científica revela: cerca de um terço dos maridos falam com a esposa logo após o sexo, mas apenas quando têm um telefone à mão.


Sabe por que a maioria das esposas costuma transar de olhos fechados?
É porque não suportam ver o marido feliz.


Poderia ter sido um bom músico, não fosse um probleminha de ejaculação precoce: nunca concluía uma peça, pois, mal começava a introdução...


Então o Viagra deu resultado? — pergunta ao outro o amigo, ambos já entrados em anos.
— Maravilhoso! Fiquei bom daquela minha terrível dor de cabeça!
— Espera aí. Dor de cabeça?
— Sim, sim. Você não sabe o que é ter de explicar à mulher, depois de 36 anos de casado, por que foi que hoje não deu.

Velórios

O bêbado entra num velório e ouve a viúva, entre lágrimas e soluços, comentando:
— Meu marido era tão bom... Morreu como um passarinho!
Logo em seguida, outro bêbado também entra e se encosta ali perto.
— Como foi que ele morreu, hein?
E o primeiro responde, de bate-pronto:
— Parece que foi com uma estilingada.


Depois de comparecerem ao velório de um colega, dois motoristas de ônibus começam a filosofar.
— Quando eu morrer — diz o primeiro —, tomara que seja de forma apoteótica, numa trombada daquelas!
— Eu, não — diz o segundo. — Quero morrer como meu avô: tranqüilo, dormindo. Não berrando e gritando como os passageiros do ônibus dele.


Em meio àquela tristeza, uma mulher olha para o caixão e começa a rir. A outra, assustada, puxa-a para um canto e diz:
— Que é isso, Fernanda? Rindo no meio do velório!
— Estou rindo daquele arranjo de flores em forma de coração em cima do caixão.
— E daí? Isso é uma homenagem que os amigos médicos estão fazendo para o falecido. Ele era o melhor cardiologista da cidade!
— É por isso mesmo que estou rindo. Quero só ver como é que vai ser quando o meu marido morrer. Ele é o melhor ginecologista da cidade!


O garoto está na porta de um velório quando alguém pergunta:
— Quem é o morto?
E ele:
— Acho que é o velhinho que tá dentro do caixão.


A Raquel arrumou um emprego maravilhoso.
É só à noite e o pessoal do escritório fica telefonando
para cá toda vez que precisa dela.

Viagra

Abatido na beira da cama, ele murmura:
— Isso nunca me aconteceu antes. Logo comigo, um Viagra de farinha!


Que acontece se a gente der Viagra a um advogado?
Ele fica mais alto.


Gastou tudo o que possuía para comprar Viagra. Ficou duro.


Engoliu de uma só vez uma caixa inteira de Viagra. E saiu pela noite, a cantar todas as mulheres para irem com ele pro coma.


Volta ao mundo

O presidente argentino, em visita ao Brasil, iria conhecer uma escola. O diretor resolveu, por bem, preparar seus alunos um dia antes.
– Vocês devem ser educados com o senhor De la Rúa – alertou.
– Joãozinho, vou perguntar a você o que é a Argentina para nós. E você responderá que a Argentina é um país amigo.
– Não, diretor! A Argentina é um país irmão!
– Muito bem, Joãozinho. Mas não precisa tanto. Diga apenas que a Argentina é um país amigo.
– Não é, não! A Argentina é um pais irmão!
– Tudo bem, Joãozinho. Mas por quê?
– Porque amigo a gente pode escolher!

Gustavo L. Mendes, Santo André (SP)


Um brasileiro, um argentino, uma bela francesa e uma senhora alemã dividiam uma cabine de trem. De repente, o trem atravessa um túnel e tudo fica escuro, momento no qual se ouve um beijo estalado e um sonoro tapa. Logo que o trem sai do túnel, todos se olham com muita desconfiança.
— A moça francesa fez muito bem. Um dos homens deve ter tentado beijá-la e ela deu um tapa na cara do atrevido — pensou a alemã.
— Meu Deus! Um dos homens deve ter tentado me beijar e, por engano, acabou beijando essa senhora alemã. Aí ela meteu um tapa na cara dele. Eu faria o mesmo — imaginou a francesa.
— Que sacanagem! O brasileiro deve ter beijado a francesa, ela pensou que fui eu e me meteu um tapa na cara — resignou-se o argentino.
— Que legal! Dei um beijo na minha mão, aproveitei para meter um tapa na cara do argentino, e ninguém falou nada! — vibrou o brasileiro.
Marcelo P., Miami (EUA)


Enquanto caminhavam para o almoço, um diplomata americano e seu colega francês são abordados por um cientista social encarregado de uma pesquisa sobre comportamento sexual, com três perguntas básicas. Dirige-se primeiro ao americano:
— Digamos que o senhor estivesse sozinho num quarto de hotel e, ao atender a um toque suave na porta, deparasse com uma bela jovem inteiramente nua. Onde o senhor a beijaria?
— No rosto — responde o americano.
— Se, em seguida, ela entrasse no seu quarto e fechasse a porta, onde a beijaria?
— Na boca.
— E se ela o empurrasse para a cama e em seguida se deitasse sobre o senhor, onde a beijaria?
— Hmmmmm... — titubeia, logo pedindo socorro ao colega francês. — Jacques, você, que tem mais experiência, me ajude: onde você a beijaria?
O francês, meio constrangido, tenta uma saída diplomática:
— Não me pergunte, mon ami. Eu acho que já teria errado nas duas primeiras respostas.


Pobre daquele peruano. Desceu aos mais baixos níveis da degradação.
Noutras palavras, mergulhou na lhama.


Em Cuba, um turista, completamente sem dinheiro e com muita fome, resolve comer de qualquer jeito e entra num restaurante. Já no meio da refeição, vê que quatro barbudos da mesa ao lado saem sem pagar, dizendo apenas ao dono que são "da polícia de Fidel Castro". O turista resolve fazer o mesmo. Termina a refeição, levanta-se e avisa ao dono:
— Eu também não pago, pois sou da polícia de Fidel Castro.
— Ah, é? E cadê a barba?
O turista não perde a calma. Abaixa as calças e a cueca e diz:
— É que eu sou da polícia secreta.


Existe pelo menos uma razão básica para desconfiar dos chineses. Um país com mais de 1 bilhão de habitantes, que continua insistindo em anunciar que o seu esporte favorito é o pingue-pongue, não merece crédito em coisa nenhuma.


É verdade — pergunta timidamente o famoso músico, tocador de gaita de boca, em excursão por Hong Kong — que... que... as mulheres orientais têm o sexo na posição horizontal, em vez de na vertical?
— Que importância tem isso? — rebate, com um sorriso enigmático, a jovem chinesa. — Com a sua experiência, tenho certeza de que pode tocar em qualquer posição!


No trem viajam no mesmo compartimento um filipino e um judeu americano. Lá pelas tantas, o judeu avança e cobre o filipino de pancada.
— Isso é por Pearl Harbor — diz o judeu.
— Mas foram os japoneses! E eu sou filipino — protesta o outro passageiro.
— Tanto faz japonês, chinês, filipino. Pra mim é tudo a mesma coisa — diz o outro.
Passado algum tempo, o filipino ataca o judeu americano, devolvendo todas as pancadas:
— Isso é pelo afundamento do Titanic — diz.
— Mas o Titanic era um navio e foi afundado por um iceberg! — protesta o judeu.
— Iceberg, Goldenberg, Rosenberg, pra mim é tudo a mesma coisa — conclui o filipino.


Como se avisa, em iraniano, que não se deve seguir de carro por uma estrada lamacenta?
— Vaiatolá!


Na França, o professor de História:
— Laporte! Dê-me três nomes de franceses célebres que comecem com "d"...
— Djorkaeff, Dugarry e Deschamps.
— Tudo bem, Laporte, mas eu preferiria que você tivesse dito Diderot, Descartes, De Gaulle...
— Eu sei, professor, mas é que não decorei o nome dos reservas!


Excitadíssimo, o esquimó resolveu transar sem camisinha. De peito nu, apanhou uma bruta pneumonia.


Como é que se chama um carro feito na Noruega? Um Fjord.


Velhas piadas revisitadas:
O machão mexicano:
— Como te llamas?
— Vi-virgínia, señor...
— Te llamavas! Tchum!!


Naquele bar tão caro quanto racista, na África do Sul, nos tempos do apartheid, a entrada de um negro muito bem vestido causa o maior problema. Antes de tomar qualquer iniciativa, o maître vai falar com o gerente. E o gerente imagina a seguinte saída:
— Você vai lá e cobra o dobro pela primeira dose de uísque. Se ele pedir mais uma, você cobra quatro vezes o preço. Depois cobra oito pela terceira e vai dobrando até ele desistir.
Duas horas depois, o garçom volta a conversar com o gerente.
— Não sei o que fazer. O cara pagou uma nota pela última dose e já pediu mais duas.
— Bom — refletiu o gerente. — Nesse caso não sei o que você está esperando. Bota logo essa canalhada branca na rua!


Um grupo de turistas brasileiros está visitando um museu de História em Lisboa. Param diante de um esqueleto e perguntam ao guia:
— De quem é esse esqueleto?
— É de Camões, grande poeta português.
— E esse menorzinho aí do lado?
— É o esqueleto de Camões, quando criança

Volta ao mundo

A princípio, o aborígine australiano fica felicíssimo quando, no dia do seu aniversário, ganha um bumerangue novo em folha. A partir daí, começa o seu suplício: até hoje ele está tentando jogar fora o bumerangue velho.


Reagan e Brejnev desfilam em carro aberto pelas ruas desertas de Moscou.
— Estou estranhando a cidade — diz Reagan. — Eu vi os filmes da visita de Ford e as ruas estavam cheias de gente. O que foi que vocês fizeram? Mataram todos?
— Não — responde Brejnev. — Isso nem o camarada Stálin conseguiu fazer. Nós mandamos o escritor Soljenítsin para o exílio.
— Sim, mas onde estão os outros?
— Estão todos em casa, escrevendo.


O jornalista estrangeiro em visita a certo país ouve gritos, decide investigar e chega a um prédio com um placa onde se lê: "Cadeira elétrica".
— Por que esses gritos? — pergunta ao guarda na porta.
— Estamos executando um condenado — diz o policial.
— Mas não é cadeira elétrica?
— Sim. Mas, como faltou energia, estamos executando a pena com uma vela.


Encarregado, nos tempos do comunismo soviético, de fazer uma enquete sobre problemas do mundo entre diplomatas da ONU, o jornalista fez a seguinte pergunta a um americano, um etíope e um russo: "Qual a sua opinião sobre a escassez de alimentos?"
As respostas:
— Eu não sei o que significa escassez — diz o americano.
— Eu não compreendo o que significa alimento — responde o etíope.
— Eu não sei o que quer dizer opinião — explica o russo.


Você sabia que a palavra "prepúcio" foi cortada do dicionário hebraico?


Em Moscou, nos tempos do comunismo, um agente da KGB se aproxima do velhinho que está lendo um livro de gramática hebraica, sentado num banco de jardim.
— Pensando em ir para Israel nessa idade, vovô?
— Não é nada disso. Sabe, o hebraico é a língua do paraíso!
— E se você for para o inferno, vovô?
— Não tem problema. Já sei falar russo!


Recém-chegados à tribo africana, os antropólogos estabelecem contatos cordiais:
— Em nossa terra, amamos o próximo.
— Huzzanga — respondem os índios em coro.
— Tratamos os outros como gostamos de ser tratados.
— Huzzanga.
— Somos pessoas de paz e repudiamos a guerra.
— Huzzanga.
Como tudo corre bem, os antropólogos iniciam o trabalho. Pedem autorização ao chefe para inspecionar a criação de gado da tribo e são atendidos:
— Claro, podem ir ao curral. Mas cuidado para não pisar na huzzanga.


O que é, o que é: uma guarda florestal canadense transando?
Uma polícia montada.


Os três samurais discutem qual deles é mais hábil com a espada. Ou melhor: dois discutem, porque o terceiro, baixinho e mirrado, não diz nada. É então que um deles, ao ver uma borboleta voando por perto, dá um salto, já de espada na mão, e com um grito e um só golpe corta a borboleta ao meio. Embainha a espada e vai se sentando, todo orgulhoso, quando o segundo, antes que os outros tenham tempo de olhar, corta duas moscas em pleno ar. Aí ficam olhando para o baixinho, que não diz nada. Então aparece um pernilongo voando. O baixinho dá um salto e zapt! com a espada. O pernilongo continua voando. Os outros dois samurais começam a olhar para ele. E ele nada. Aí um deles não agüenta e diz:
— O pernilongo continua voando.
— Hai, voando continua — responde o samurai. — Mas nunca mais terá filho.


Pela estrada de Belém, em Israel, caminha um homem de aparência modesta, acompanhando uma senhora grávida montada sobre um burrinho. Um turista que anda por ali não se contém e pergunta o nome do homem.
— José — responde ele.
— E qual é a sua profissão?
— Carpinteiro.
— E o nome de sua esposa?
— Maria.
— Mas isso parece um milagre — entusiasma-se o turista. — Não me diga que o menino vai se chamar Jesus!
— Claro que não — espanta-se o carpinteiro. — Qual é? Está pensando que nós somos porto-riquenhos?


Em plena Guerra Fria, os russos resolvem importar 2 milhões de camisinhas dos Estados Unidos e, para impressionar os americanos, especificam as dimensões: 35 centímetros de comprimento e 20 de circunferência. Dois meses mais tarde recebem a encomenda com a vingança dos americanos. Em cada uma das caixas, está gravada a menção: "Tamanho médio".


No estande soviético da Exposição Internacional de Aeronáutica havia um enorme avião de passageiros. Ao percorrê-lo, um grupo de visitantes ocidentais estranhou que, além do espaço destinado aos passageiros comuns, o avião tivesse também outra cabine, muito mais luxuosa. Um dos visitantes perguntou ao encarregado do estande:
— Não me diga que nos aviões russos também há uma classe turística e uma primeira classe!
— Não, camarada — respondeu o russo. — Na União Soviética não temos divisões de classes.
— E o que se tem de fazer para viajar na cabine de luxo?
— Pagar mais.


De volta de um viagem de turismo ao Brasil, ele comenta com um amigo:
— Os brasileiros são burros mesmo! Fazem uma construção bem alta, para tentar chegar ao céu. Só que nunca conseguem e escrevem na entrada: "É difícil".

Volta ao mundo

Era o rei dos cafajestes. Levou uma turma de 21 a um restaurante chinês, pediu do bom e do melhor, achou tudo ruim, passou a mão nas filhas do patrão, quebrou uma dúzia de pratos, uma mesa, duas cadeiras, berrou na hora da conta e pagou com um cheque sem fundos. Uma madrugada, duas semanas depois, o cafajeste acorda no seu apartamento com um barulho de janela quebrada. Acende a luz e, ao lado da cama, encontra um paralelepípedo enrolado em um barbante e o seguinte bilhete: "Vingança de Chinês".
— Vingança mais boba — resmunga ele.
E atira o paralelepípedo pela janela. Só então percebe que a outra ponta do barbante entrava pela calça do seu pijama e estava amarrada justamente... ali.


O convidado de porre chega atrasado, aborrecido e um tanto confuso para o casamento de uma prima no interior da Sicília.
— Quem é aquele cara que faturou a noiva? — ele pergunta ao jovem sentado ao seu lado.
— Bem, todos aqui faturaram — sussurrou o rapaz —, mas nós fizemos um acordo para manter a boca fechada.


Um alemão, um inglês e outro europeu são presos como espiões assim que estoura mais uma revolução no país em que estão passando as férias. Presos em celas super-reforçadas, com os pés acorrentados àquela tradicional bola de ferro, aguardam a hora de ser fuzilados. Não há como escapar. Mas o alemão bola um plano para fugir na hora da execução.
— Preparar... apontar... — começa o comandante, dando ordens ao pelotão de fuzilamento.
— Terremoto!! — grita o alemão.
E é aquela correria. Na confusão, livre da corrente, ele some. Em seguida é a vez do inglês. Assim que o oficial comanda "Preparar... apontar...", ele grita:
— Maremoto!!! — e mais uma vez todo mundo tentando escapar, sem se lembrar de que o país não tem sequer saída para o mar.
O terceiro prisioneiro raciocina, então, que sua salvação está em ameaçar com alguma tragédia de grandes proporções, e fica esperando tranqüilamente sua vez de ir para o paredão. Quando o comandante do pelotão começa a dar a ordem, o prisioneiro grita:
— Fogo!!!


Três homens de negócios — um francês, um italiano e um brasileiro — estão viajando lado a lado num vôo internacional. Várias doses de bebida depois, começam a conversar sobre sua vida íntima.
— Esta noite fiz amor com minha mulher quatro vezes — conta, orgulhoso, o francês. — E de manhã ela me fez um delicioso crepe, jurando que me adora.
— E eu dei seis — bravateia à o italiano. — No café da manhã, minha mulher me fez uma suculenta omelete e me disse que jamais poderia amar outro homem.
O brasileiro fica quieto o tempo todo. Para surpresa de seus dois companheiros de vôo, mantém-se em completo silêncio quando chega a sua vez de falar. O francês não resiste e ousa perguntar:
— Quantas vezes você fez amor com sua mulher esta noite?
— Uma — responde ele sem nenhum constrangimento.
O italiano, sem evitar um certo ar de gozação, não resiste e atiça:
— Só uma? E o que ela lhe disse de manhã?
— Não pare!


Um turista brasileiro pega uma rodovia com destino a Madri. Em dúvida, ainda num país vizinho, pergunta a um sujeito num posto de gasolina:
— Esta estrada vai para a Espanha?
— Não sei, mas se for vai fazer muita falta pra nós.


Um turista americano vai a um restaurante numa cidade do interior da Espanha e pede a especialidade da casa. Quando o prato chega, pergunta que tipo de carne é aquela.
— São testículos do touro morto hoje na arena.
O turista treme, mas resolve provar o prato e acaba achando delicioso. Volta na noite seguinte e pede o mesmo prato. Ao ser servido, reclama com o garçom:
— Mas estes testículos são muito menores que os de ontem.
— Verdade, senhor — disse o garçom —, mas o touro nem sempre perde.


O que se obtém cruzando-se um irlandês com um alemão?
Um cara bêbado demais para obedecer a alguma ordem.


Três soldados da Legião Estrangeira, um francês, um italiano e um brasileiro, vagam perdidos pelo Saara. Há meses, nenhum deles via uma mulher. De repente, como numa miragem, surge no horizonte uma camela. Os três suspiram ao mesmo tempo. Diz o francês:
— Ah, se essa camelinha fosse a Catherine Deneuve...
E o italiano:
— Ah, se essa camela fosse a Sophia Loren...
Desalentado, o brasileiro sussurra:
— Ah, se essa camela fosse um pouquinho mais baixa...


Sabe como identificar um português yuppie? É um sujeito com uma Mont Blanc atrás da orelha.


Sinto muito — diz o patrão americano a quatro dos empregados da empresa —, mas tenho de demitir um de vocês.
— Um momento! — antecipa-se o afro-americano. — Eu pertenço a uma minoria protegida.
— Pode me demitir, mas eu entro com uma ação de discriminação por idade que o levará à falência — ameaça o mais velho.
— E eu sou mulher... — alega a única mulher dos quatro.
É quando todos se voltam para o quarto empregado — homem, jovem e branco.
— Bem... — hesita ele — sendo assim, acho que sou gay.


Aquele potentado árabe tinha tudo — ouro, mulheres, poder —, mas sofria de ejaculação precoce. Ao admirar a dança dos sete véus, jamais conseguiu ir além do quinto.


A americana vai ao tatuador e pede-lhe que desenhe, na coxa direita, bem ao lado da linha frontal do biquíni, um peru com a inscrição "Feliz Dia de Ação de Graças". Ficou uma obra-prima.
— Agora — volta a pedir ao artista — faça-me na outra coxa, na mesma altura, um Papai Noel e escreva ao lado "Feliz Natal".
O tatuador conclui o trabalho e, quando a cliente vai saindo, ele não resiste a perguntar:
— Só por curiosidade, por que a senhora decidiu fazer essas tatuagens?
— Bem... é para que meu marido não continue dizendo que lá em casa não há nada de bom para comer entre o Dia de Ação de Graças e o Natal.


No carro-restaurante de um trem que partia de Chicago, vão dois ingleses, um mais idoso e o outro mais jovem. A certa altura, o mais jovem puxa conversa com um americano na poltrona em frente:
— O senhor conhece Londres?
— Londres? Claro! Passei lá os três anos mais loucos de minha vida. Aquilo é uma Sodoma! Bacanais e farras sem fim!
— Que foi que ele disse? — pergunta o inglês mais velho, que é um pouco surdo.
— Ele disse que morou em Londres e que gosta muito de nossa linda cidade.
Em seguida, o jovem inglês volta a falar com o americano:
— Por acaso o senhor conheceu em Londres uma certa Mildred Taylor?
— Mildred?! Oh, Oh, Oh! A popular Mildred Batalhão? Se conheci! Metate das safadezas que sei foram ensinadas por ela! Mildred é uma insaciável, rapaz! Que mulher!
— Que foi que ele disse? — volta a perguntar o velho inglês.
— Ele disse que conheceu mamãe.


Completamente ébrio, o indiano se apaixona por sua elefanta e, sabe-se lá o que se passa na cabeça das fêmeas, é correspondido. Chega pra lá, vem pra cá, em instantes estão transando. É quando ele, num lampejo de consciência, se dá conta:
— Estou literalmente perdido!

A melhor do dia
Fizeram a representantes de cinco povos do mundo a seguinte pergunta:
– Por favor, qual a opinião de vocês sobre a falta de comida no resto do mundo?
Os africanos não entenderam o que era "comida". Os asiáticos, o que era "opinião". Os europeus não entenderam o que era "falta de comida". Os americanos, o que era "resto do mundo". E os argentinos, o que era "por favor"...

Julio César Jr., Cascavel (PR)

Já sabe esta?
Todo mês, novas piadas da revista para você alegrar a mesa do bar e a vida dos amigos
Um casal de velhinhos está sentado no banco de uma praça quando a velhinha, sem mais nem menos, dá um tapa na cara do marido.
– Ei, por que você fez isso? – espanta-se o velhinho.
– Por cinqüenta anos de sexo ruim!
Os dois voltam a ficar quietos e o velhinho resolve dar uma bofetada na velhinha.
– Alberto, por que você fez isso?
E o velhinho então responde:
– Por você saber a diferença!

Thiago Lourenço, Santana de
Parnaíba (SP)
Depois de horas na praia, a namorada se impacienta com os olhares do namorado para o bumbum de toda garota que passa na frente do casal.
– É impressionante! Vocês homens são mesmo todos iguais! – reclama.
– Querida, não é que somos todos iguais. O problema é que vocês, mulheres, são todas diferentes...

Simão Abbud, São Paulo (SP)
Joãozinho chega para seu pai e diz:
– Pai, preciso fazer um trabalho para a escola. Posso te fazer uma pergunta?
– Claro, meu filho.
– O que é política, papai?
– Política, meu filho, envolve povo, governo, poder econômico, classe trabalhadora e o futuro do país.
– Não entendi. Dá para explicar? – pergunta Joãozinho.
– Bem, vou usar nossa casa como exemplo. Sou eu quem traz dinheiro para casa. Sou o poder econômico. Sua mãe administra, gasta o dinheiro. Ela é o governo. Como nós cuidamos das suas necessidades, você é o povo. Seu irmãozinho é o futuro do país e a Zefinha, babá dele, a classe trabalhadora. Entendeu?
– Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmão menor, o menino foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e a mãe estava num sono muito pesado. Foi ao quarto da babá e viu, pelo buraco da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele voltou para o quarto e dormiu. Na manhã seguinte, na hora do café, falou para o pai:
– Acho que entendi o que é política!
– Ótimo, filho! Então me explique.
– Bom, pai, é assim: enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente. O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!

Augusto H. Monteiro, São Paulo (SP)
Dia de prova na faculdade, 100 alunos na sala, professor chato, impaciente e louco para ir embora.
– Dez em ponto a prova termina, e quem não entregar até essa hora não entrega mais! – diz.
Às 10h10, um aluno corre com a prova na mão até a mesa do professor, que já estava pronto para se retirar.
– Eu avisei que não aceitaria provas fora do horário. Esqueça! O aluno pergunta:
– Você sabe com quem está falando?
– Não faço a menor idéia – responde o professor, sarcástico.
Empinando mais o nariz, o aluno repete:
– Tem certeza disso?
– Absoluta! – reafirma o professor.
O aluno, então, levanta a imensa pilha de provas, enfia a dele no meio, dá uma embaralhada e conclui:
– Então descobre...

Maria Carolina O. Junqueira,
Goiânia (GO)

Aviões

Em pleno vôo internacional o piloto anuncia pelo sistema de som que o avião está a 10000 pés do chão, que a temperatura externa está nos 50 graus negativos, anuncia o tempo estimado de viagem, deseja boa estada a bordo. Liga o piloto automático, esquece-se de desligar o microfone e diz ao co-piloto, sem se dar conta de que todos os passageiros estão ouvindo:
- Bom, agora vou dar uma cagada e comer a aeromoça nova.
Do lado de fora, a aeromoça ouve, fica vermelha de vergonha, deixa cair a bandeja e sai correndo pelo corredor do avião em direção à cabine, derrubando tudo que encontra pela frente até que, já quase entrando porta adentro, tropeça na bengala de uma velhinha, que lhe diz:
- Calma, minha filha. Ele disse que vai cagar primeiro.

Fábio Sales, Curitiba (PR)


Num vôo doméstico a aeromoça pergunta a um passageiro:
— O senhor aceita o jantar?
— Quais são as opções?
— Sim ou não.


Depois de várias tentativas frustradas de encontrar desimpedido o banheiro dos homens, o passageiro de primeira classe do jato de luxo, da companhia especializada em milionários, já dava mostras de desespero. A aeromoça, percebendo o seu drama, disse que ele poderia usar o toalete feminino, mas advertiu-o com rigor:
— Em hipótese nenhuma aperte os botões com as iniciais AQ, AM, PT e RAA!
Já aliviado, ele não resistiu à tentação de descobrir o motivo da proibição. Apertou o botão AQ e, para sua agradável surpresa, sentiu um jato de água quente molhando o seu traseiro. Entusiasmado com essa mordomia feminina, apertou o segundo botão, AM, e sentiu um agradável jato de ar morno secando o seu traseiro. Ansioso, apertou o botão PT e sentiu uma esponja macia passar talco no seu bumbum. Finalmente, não resistiu e apertou o último botão, o RAA.
O passageiro acordou num hospital, gentilmente assistido por uma enfermeira, e não resistiu:
— O que aconteceu? A última coisa de que me lembro é que estava no toalete feminino, a bordo de um avião...
— Mas bem que o senhor foi avisado de que não deveria apertar o botão do Removedor Automático de Absorvente.


Alô, vôo 1234 — fala o operador da torre de controle —, manobre 45 graus à direita para evitar ruído!
— Tudo bem — responde o piloto do Airbus, irritado —, mas, a 12 000 metros de altitude, que diabo de barulho meu avião pode causar?
— Meu caro — retorna, calmo, o operador de radar —, você por acaso já ouviu o barulho de um Airbus trombando com um 747?


Aquela aeromoça era tão bonita e provocante que foi assediada até mesmo pelo piloto automático.


Nesses últimos aviões a jato só se percebe que a barreira do som foi ultrapassada quando a aeromoça diz "não" antes mesmo de você abrir a boca.

Caipiras

O caipira vai ao médico reclamando de dores no pênis.
– Quantas relações sexuais o senhor tem por semana? – pergunta o doutor.
– De cabeça não sei contar, não, doutor! Fugi da escola novinho! Só sei contar até dez!
– Dez? Então vou mudar a minha pergunta: quantas relações sexuais o senhor teve ontem?
– Ontem eu acordei de madrugada e dei uma. De manhã, antes do café, outra. Depois do café, mais uma. Aí fui trabalhar no cafezal. Lá pelas 10 horas a patroa foi me levar um lanchinho e...
– O senhor deu mais uma?
– Não, doutor! Aí eu dei duas! Depois, antes do almoço, dei outra. Tirei um cochilo, dei outra e voltei pro cafezal. Quando era de tarde, fui para casa e dei mais uma antes do jantar... Aí fui dormir.
– Então o senhor deu sete?
– Se não esqueci nenhuma...
– Então está aí o problema! O seu pênis está doendo porque você está fazendo sexo demais!
– Ai, que alívio! – disse o caipira.
– Pensei que fossem as punhetas que eu toco no banho...

Wellerson S. Carvalho, Itabira (MG)


Além de barbeiro na profissão, o rapaz dirigia muito mal. Como os negócios não iam bem na sua cidadezinha do interior, resolveu tentar a sorte na cidade grande. Só que, a cada "fechada" que dava no trânsito, um motorista protestava:
— Barbeiro! Barbeiro!
Impressionado, ele contou a história à mãe. "Todos lá me conhecem, é incrível!" A velha não acreditou e foi com ele de carro, conferir. Mal chegaram, ele quase joga o veículo em cima de um táxi. O chofer, louco de raiva, grita pela janela:
— Barbeiro filho da p...!
E ele, para a mãe:
— Está vendo, mãe? Conhecem a mim e à senhora!


O velho nordestino machista, nos confins da caatinga, espanta-se ao ler o jornal:
— Chupa-cabra já conheço há muito tempo. Mas só vi isso em outras zonas.


O caipira desce do ônibus na Rodoviária de São Paulo e começa a caminhar pela cidade. Diante de uma grande lixeira pública, pára, lê atentamente a frase "Colabore com a Limpeza Pública", tira a carteira, pega uma nota de 10 reais e enfia na lixeira.


O rapaz leva o amigo da cidade grande para passar o Carnaval na fazenda onde tinha nascido. Chegam e saem para passear:
— Olha lá, Valdir. Foi naquela casa azul que eu nasci.
Andam um pouco mais e o rapaz continua apresentando a fazenda ao amigo:
— Fui batizado naquela igreja. Olha, Valdir, foi embaixo daquela árvore que eu transei pela primeira vez!
E o amigo:
— Que barato! Embaixo de uma árvore? E o que ela falou?
— Méééééééé...


A jovial senhora da cidade passeia pela fazenda com a filhinha de 6 anos. No pasto, um jumento com o pênis ereto. A menina aponta para ele e pergunta:
— Mãe, o que é aquilo?
— Não é nada não, filhinha...
— O que é aquilo, mãe?
— Já disse, menina, não é nada.
Um peão, sentado ao lado da cerca, pitando sossegado, olha bem para o membro do animal, depois fita a garota curiosa e finalmente encara a mãe:
— Virge Maria, a senhora me adescurpe, mas, se aquilo não é nada, o seu marido é um fenômeno!


A mocinha do interior chega à cidade e logo se apaixona por um sujeito que conhece numa festinha. Daí para o motel é um salto. Quando já está se preparando para ir pra cama, vê largada no chão, estendida, uma camisinha usada.
— Ai! Nossa! — ela exclama, assustada.
— Ué! — diz o parceiro. — Não se usa isso no lugar de onde você veio?
— Claro que sim — ela responde. — Só que, lá, a gente não esfola e joga fora a pele.


Dois caipiras pescando. E um deles, sem se alterar:
— Tonho, jacaré comeu meu pé.
— Qual deles?
— E eu sei, Tonho? Jacaré é tudo iguar.


Ao cair da tarde, dois compadres fazem um jogo de adivinhação, na mesa de um boteco:
— Se você adivinhar quantas cabras eu tenho lá no meu sítio, eu te dou uma e fico com as outras três.


Um caipira se muda para a cidade grande e logo vira motivo de gozação dos vizinhos. Um deles manda o caipira tomar cuidado com as águias gigantes que costumavam atacar as pessoas. No dia seguinte, o caipira sai de casa e avista uma asa-delta. Grita para a mulher:
— Estou vendo uma daquelas águias gigantes... Traz logo a minha espingarda!
A mulher traz a arma, o caipira mira bem e manda bala.
— Acertou? — pergunta ela.
— Acho que sim. Pelo menos o homenzinho ela soltou.

Canibais

A mãe dá a maior bronca no filhinho canibal:
— Quantas vezes eu já te disse para não falar com alguém na boca?


Ocanibal entra no gigantesco restaurante do transatlântico de luxo. Um garçom vem atendê-lo:
— Gostaria de ver o menu, senhor?
— Não. Pode trazer a lista de passageiros.


O canibal, embaraçado, ao pai da moça:
— Bem... vim... vim pedir-lhe para comer a mão de sua filha.


O canibal, transando:
— Gostosa!


Viajando por uma região de canibais, o arqueólogo chega a uma lanchonetezinha escondida no meio da selva. O cardápio chama atenção: "Missionário frito: 7 reais; Guia de safári ao molho pardo: 5 reais; Político recheado ao forno: 35 reais''. Intrigado com a disparidade de preços, ele pergunta ao dono da espelunca a razão pela qual "político recheado ao forno" era um prato tão caro.
— Além de levar horas e horas cozinhando — respondeu o homem —, o senhor por acaso já tentou limpar um deles?


Passa um avião numa região onde ainda existem canibais. Pai e filho fixam seus olhos no aparelho e o pai comenta:
— Tá vendo aquele pássaro lá, filho? Ele é muito gostoso. Só que a gente só pode comer o recheio.


Os dois canibais — pai e filho — passeiam pela selva quando, de repente, encontram uma caçadora perdida. E que caçadora!! Loura, tipo Sharon Stone, metida num traje decotadíssimo, bem apertadinho. O filho, assanhadíssimo:
— E agora, pai? O que a gente faz? A gente assa ela?
— Você ficou maluco? — retrucou o pai, no auge da indignação. — A gente leva ela pra casa e assa a mamãe!


Durante o banquete no grupo de canibais, o garçom aproxima-se da mesa do chefe:
— Posso servir a sobremesa?
— Sim — responde o chefe. — Todos vão adorar aquele missionário cheio de doçura.


Provérbios de PLAYBOY:
"Em terra de canibal não se faz sexo oral."

Casais

Dois casais – um mineiro e um paulista – estão jogando baralho. De repente o mineirinho deixa cair umas cartas no chão. Quando se dobra para baixo da mesa e pega as cartas, ele nota que a mulher do João Paulista não está usando calcinha. Embaraçado, o minerinho bate a cabeça na mesa e se levanta com um certo rubor nas faces. Mais tarde, vai à cozinha para pegar uma cerveja e a mulher do João Paulista o segue.
– Você viu algo interessante debaixo da mesa? – pergunta ela.
O mineirinho admite que sim. Ela continua:
– Pode ser seu por apenas 100 reais! – propõe.
Mineirinho pensa um minuto e diz que está interessado. Eles combinam se encontrar às 14h na sexta-feira seguinte, enquanto o João Paulista estiver no escritório. Na sexta-feira Mineirinho vai à casa do amigo e, depois de uma sessão de sexo daquelas, paga à mulher os 100 reais combinados. Mais tarde João Paulista chega em casa e pergunta à mulher:
– Mineirinho esteve aqui hoje à tarde? Relutante, a mulher diz que sim.
– E ele lhe deu 100 reais? "Meu Deus! Ele sabe!", pensa ela.
– Sim, ele me deu – responde.
– Ah, bom! Ele foi ao meu escritório mais cedo, me pediu emprestado 100 reais e disse que devolveria hoje à tarde ao passar aqui em casa.

Aristides Mourão, Belo Horizonte (MG)


Três amigos, um brasileiro, um americano e um português, discutem qual das respectivas mulheres é a mais burra.
— A minha é a mais burra. Ela comprou uma bicicleta de dezoito marchas importada e nem sabe andar de bicicleta! — arrisca o brasileiro.
O americano dá o seu palpite:
— No way, gente, a minha é mais burra. Ela mandou construir uma piscina lá em casa, custou 50000 reais. E nem sabe nadar!
O português discorda dos outros dois com veemência:
— Mulher mais burra que a minha não tem! Imaginem só. Antes de partir de férias com umas amigas para a praia, comprou um pacotão de camisinhas! E nem pinto ela tem...

Hugo Vinicius Ribeiro Lopes, Arapongas (PR)


Um jovem turista, ao passar em uma loja em Paris, resolveu comprar um belo par de luvas para enviar a sua namorada virgem, de família tradicional, a quem muito respeitava. Na pressa de embrulhar, a moça da loja trocou as luvas por uma calcinha. O rapaz não notou e remeteu o embrulho com a seguinte carta:
Paris, 05 de dezembro de 2000
— Querida, Embora nunca a tenha visto usando uma, acho que vai gostar da cor e do modelo. A moça da loja experimentou e, pelo que vi, ficou ótima. Apesar de mais larga na frente, ela disse que é melhor assim do que muito apertada, pois a mão entra melhor e os dedos se movimentam mais à vontade. Depois de usá-la é bom virar do avesso e colocar talco para evitar aquele odor desagradável. Espero que goste, pois vai cobrir aquilo que um dia irei te pedir. Isso além de proteger o local em que colocarei aquilo com que você tanto sonha. Um beijo (no lugar onde você vai usá-la).
PS: não espere eu retornar para estreá-la. Quero que todos os meus amigos vejam você com ela. E depois esfregue na cara daquelas suas amigas invejosas, pois eu nunca vi nenhuma delas usando.

Selma Philips, Boston (EUA)

Casados há 20 anos, sempre que faziam sexo o marido insistia em desligar a luz. Após 20 anos, a mulher achava que aquilo era uma estupidez e decidiu que iria tirar do marido esse hábito desnecessário. Certa noite, no auge da transa, ela acendeu as luzes e flagrou o marido com um vibrador imenso na mão. Ela ficou louca.
– Seu safado, impotente! Como pudeste mentir durante estes anos? É melhor se explicar!
O maridão olhou-a bem nos olhos e, calmamente, disse:

– Eu explico o vibrador se tu explicares os nossos três filhos...

Alexsandro de Macedo, Joinvile (SC)

A mulher pergunta ao marido se pode vestir um biquíni para ir com ele à praia. E ele responde:
– Com esse corpo de máquina de lavar? Nem pensar!
Mais tarde, à noite, logo após se deitarem, ele está com tesão e não resiste.
– E então, querida, vamos botar essa máquina de lavar pra funcionar?
– Pra quê? Pra lavar esse pedacinho de trapo é na mão mesmo!

Suzy Pasciotti, Miami (EUA)


No hipermercado dois caras batem os respectivos carrinhos de compras. Ambos se desculpam e um deles pergunta ao outro:
- O que você está fazendo aqui?
- Me distraí porque estava procurando minha mulher!
- Que coincidência. Também estou à procura da minha!
- Como é que é a sua mulher?
- Ela é loura, alta, olhos azuis, pernas bem torneadas, seios salientes e lábios carnudos. Usa um vestido vermelho justinho e decotado, bem curto. E a sua, como é?
- Que se lixe a minha. Vamos procurar a sua!

Marco Aurélio Piacentini, Campo Mourão (PR)


Após se conhecer em uma superfesta, o casal acorda no dia seguinte em um quarto de motel. Com ar apaixonado, ele olha para a moça e diz, todo contente:
— Foi uma noite maravilhosa. Aposto que você é veterinária.
— Ué... Como você adivinhou?
— É que você cuidou muito bem do meu bichinho.
— Ah... tá!
Ela então diz, com ar desanimado:
— Eu aposto que você é político.
— Nooooossa... Como foi que você descobriu?
— É que, quando você estava por baixo, ficava gritando o tempo todo. Quando estava por cima, não sabia o que fazer!

Rodrigo Luís Velasco Rosa, Campinas (SP)


À noite, enquanto o marido lê o jornal, a esposa comenta:
— Você já percebeu como vive o casal que mora aí em frente? Parecem dois namorados! Todos os dias, quando chega em casa, ele traz flores para ela, abraça-a e os dois ficam se beijando apaixonadamente. Por que você não faz o mesmo?
— Mas, querida, eu mal conheço aquela mulher!


E entra em pânico a mulher do economista, ao ler no jornal uma declaração do marido prevendo, para o novo milênio, uma inflação zero.


O casal tem uma briga por causa de dinheiro. O marido explode:
— Se não fosse por meu dinheiro, esta casa não estaria aqui!
A mulher responde:
— Se não fosse por seu dinheiro, eu não estaria aqui!


Ela disca e pergunta:
— Quem é que está falando?
Ele, reconhecendo a voz da própria mulher, faz seu charme:
— Aqui fala o melhor amante de todo este insensato mundo.
— Ah, desculpa, sim? Foi engano.


Não suporto mais esse síndico do nosso prédio — desabafa o marido. — Agora, o imbecil anda espalhando que já comeu todas as mulheres do edifício, com exceção de uma.
— É... — suspira a mulher. — Aposto que é aquela fresquinha do quarto andar.


—Vou me divorciar — anuncia o amigo, entre dois tragos de uísque.
— Não acredito — diz o outro. — Sempre admirei vocês como o casal ideal.
— É que não suporto mais, depois de quinze anos, noite após noite, estar entrando e saindo daquele mesmo buraquinho. Preciso variar, me entenda!
— Se você quer variar — argumenta o segundo —, por que não pede a ela, noite sim, noite não, simplesmente que se vire?
— Ah, é? Para depois ver a casa cheia de um bando de filhos?!?


Você sabe que a lua-de-mel terminou quando liga para casa para dizer que vai chegar tarde e a secretária eletrônica responde que o jantar está no microondas.


Na hora de dormir, o marido, com um copo de água na mão, diz à mulher:
— Pronto, querida, trouxe o seu comprimido.
— Aspirina? Mas não estou com dor de cabeça!
— Que bom! Que bom!


Antes do casamento, um homem pode ficar acordado a noite inteira pensando no que a mulher lhe disse. Após o casamento, ele adormece antes que ela termine.


O marido, chateado:
— Querida, por que você está usando a aliança no dedo errado?
A mulher, chateada:
— Porque me casei com o homem errado.


A vida de casado é muito frustrante. No primeiro ano, o homem fala e a mulher ouve. No segundo ano, a mulher fala e o homem ouve. No terceiro, ambos falam e os vizinhos ouvem.


Descuidada do regime, dona Lara surpreende-se, um dia, entalada no vaso sanitário. Horácio, o marido, esforça-se mas não consegue livrá-la.
— Não fique aí parado, peça ajuda ao zelador — diz ela.
Horácio chama o zelador pelo interfone e, enquanto ele vem vindo, decide tapar o sexo de Lara com o primeiro objeto que vê pela frente: o capacete do seu filho motoqueiro. O zelador chega, analisa a situação e, com ar entendido, dá seu parecer:
— Seu Horácio, acho que a dona Lara a gente salva. Agora, o motoqueiro, esse já era.

Casais

O marido dá um beliscão na barriga da mulher e diz:
— Se isso aqui fosse mais durinho você poderia dispensar aquela cinta que anda usando.
Ela fica quieta. No dia seguinte, ele apalpa os seios dela:
— Se isso aqui fosse mais durinho, você podia dispensar aquele sutiã.
Irritada, ela resolve responder. Aponta para o pênis dele e diz:
— E se isso aí fosse mais durinho, eu também podia dispensar o jardineiro, o lixeiro e o encanador.


Muito irritada, a mulher pergunta ao marido:
— E o senhor pode me explicar como esse batom foi parar no seu colarinho?
— Não sei. Lembro-me perfeitamente de que tirei a camisa antes de ir para a cama com a moça.


Depois da transa, o casal se vira, cada um para um lado da cama. Passam-se alguns minutos de silêncio embaraçoso e, finalmente, ele diz:
— Você foi sensacional, sabia?
— Gostaria de poder dizer o mesmo de você — diz ela, disfarçando um bocejo.
— Poderia, querida, se você fosse tão mentirosa quanto eu.


Uma mulher discute com a amiga seus planos para as próximas férias:
— No ano passado fomos para Cabo Frio e meu marido se divertiu como um louco. Um ano antes as férias tinham sido em Salvador e ele disse que nunca na vida tinha tido um período tão maravilhoso. Este ano estou pensando ir para Porto Alegre, mas não levo meu marido de jeito nenhum.


A noite foi trágica e, na manhã seguinte, ela resolve, corajosamente, reclamar:
— Sinto dizer, Petrolino, mas você não correspondeu às minhas expectativas no que diz respeito ao sexo.
— Eu sei, eu sei, Ernestina, você tem razão — desculpa-se ele. — Mas, quando eu jurei que iria preencher o vazio da sua vida, nunca pensei que ele fosse tão grande!


—O lhe, querido, sexo explícito na TV
— Bota os óculos, sua doida. É o Fidel Castro comendo banana.


A mulher se muda com o marido para um novo apartamento. Quando chega ao banheiro, vê uma enorme janela e, preocupada, alerta o marido:
— Alfredo, não gostei nem um pouco dessa janela. Os vizinhos vão querer me ver tomar banho todos os dias. É melhor você comprar uma cortina.
E ele:
— Não se preocupe, querida! Depois que a virem pela primeira vez, eles é que vão comprar a cortina.


O médico é bem claro:
— Estas pílulas são novidade, e são fortíssimas. Ponha apenas uma, não mais que uma, no café da sua mulher. Pouco depois, ela estará curada da inapetência sexual da qual o senhor se queixa e...
Em casa, excitado, o marido põe, às escondidas, uma pílula na xícara da mulher. Por via das dúvidas, bota mais uma. E, antegozando uma noite como há muito não vivia, põe outra, no próprio café.
É batata! Meia hora depois, a mulher estremece, suspira, olha-o com olhar lânguido e sussurra, num ganido de prazer:
— Aiiii... aiiii... estou precisando tanto de um homem.
Os olhos dele também reviram, um calafrio lhe perpassa a espinha, suas mãos tremem, suadas. Quase gemendo, ele diz:
— Ai... aiii... e eu também.


Ele abre a porta devagarinho, tira os sapatos, sobe as escadas, abre a porta do quarto e entra, silenciosamente. Na hora em que vai se deitar ao lado da esposa, ela pergunta, meio dormindo:
— É você, Fifi?
O marido, contando a um amigo o final do caso, diz:
— Minha sorte é que eu tive uma tremenda presença de espírito: lambi a mão dela.


O casal estava andando de mãos dadas quando de repente o rapaz abaixa a cabeça e confessa:
— Não olhe agora, Marta, mas acho que estou apaixonado por você.


Depois de uma briga, marido e mulher estão sem se falar.
Comunicam-se, no entanto, por meio de bilhetinhos escritos à mão. Ele passa um bilhete a ela: "Acorde-me às 7 horas da manhã". No dia seguinte, quando ele acorda, já são 11 horas. E a seu lado está o seguinte bilhete: "São 7 horas. Levanta, vagabundo!"


Um casal passeia de bote no meio de um lago, quando, subitamente, desaba uma tempestade. O homem, apavorado, começa a implorar:
— Oh, Deus meu, salvai nossa vida que eu prometo deixar de fumar, prometo deixar de beber, prometo nunca mais jogar, prometo...
A moça, aflita, interrompe com um grito desesperado:
— Não prometa tudo, João. Rema! Rema!

Casais

João e Maria estão divorciados há alguns anos mas continuam bons amigos. Como quebrou o braço, João telefona para Maria e pergunta a ela se pode dar uma mãozinha, pois ele precisa tomar banho e uma ajuda quebraria o galho. Maria aceita e vai para a casa do ex-marido. Depois de acomodar João na banheira, começa a lavar suas costas e nota que ele volta a se sentir como nos velhos tempos. Maria aponta alegremente para a prova dos sentimentos de João e exclama:
— Não é mesmo uma gracinha? Olhe, João, ele ainda me reconhece!


Furiosa, a mulher abre a porta, às 5 da madrugada, e descobre o marido completamente bêbado, cabelos desgrenhados, coberto de marcas de batom e exalando um intenso perfume feminino.
— Vamos, seu canalha — rosna —, me dê só um bom motivo para você chegar assim, a esta hora!
— Dou, sim... O café da manhã!


Foi uma sentença de morte: após examinar o Teixeira, o médico lhe diz que, como ele transara demais nos últimos trinta anos, seu pênis estava irremediavelmente gasto:
— O senhor tem um saldo de aproximadamente trinta ereções. Isso no máximo.
Chegando em casa, conta à mulher a terrível sentença do doutor.
— Ai, não! Só trinta? — ela se desespera. — Se é assim, não podemos desperdiçar nenhuma, nenhuma! Temos de fazer logo, logo, uma programação!
— A programação eu já fiz, agora, no caminho de casa — responde Teixeira. — Mas, querida, não deu para incluir você.


O velho centurião romano chega em casa e implica com o ar satisfeito de sua jovem esposa:
— Tibéria, não vai me dizer que você andou dando a César o que não é de César!


Chegando de viagem, o marido, saudoso, puxa a mulher para a cama. Mas ela se põe a reclamar do custo de vida:
— Subiu o preço da carne, das roupas, do cabeleireiro, tudo sobe! Eu queria ver alguma coisa baixar!
Com voz triste, ele responde, olhando para baixo:
— O seu desejo já foi atendido.


Hoje não tem nada que preste na televisão. Que tal se a gente saísse e fosse se divertir um pouco?
— Excelente idéia — concorda o marido. — O primeiro que voltar deixa a chave embaixo do capacho!


Um homem chega correndo em casa e diz à mulher:
— Pode fazer as malas. Ganhei na loteria!
A mulher pergunta:
— Preciso pegar roupa de inverno ou de verão?
Ele responde:
— Pegue todas. Você vai embora!


No meio de uma violenta discussão, a mulher grita:
— Eu não sei onde estava com a cabeça quando me liguei a você!
— Eu também não sei — responde o marido. — Mas também, naquele dia eu estava tão excitado que nem olhei para a sua cabeça.


—Hoje não, querido! — ela diz, afastando carinhosamente o marido. — Amanhã tenho ginecologista.
O marido, carente, resigna-se por alguns minutos, mas logo volta a cutucá-la:
— Benhê... você marcou dentista também?


No fim do expediente, o sexologista analisa as anotações do dia e descobre que os dados de um dos casais atendidos são completamente discrepantes. No quesito "'freqüência de relações", o marido informara "duas ou três vezes por semana", enquanto a mulher dissera "várias vezes por noite". Resolve telefonar para eles. A esposa atende; ele explica sua dúvida.
— É isso mesmo, doutor — a mulher responde —, os dados estão realmente corretos. Mas isso é apenas uma situação temporária, no máximo até que terminemos de pagar o apartamento.


Ele chega furioso em casa, depois de perder uma tarde inteira num posto do INSS:
— Pois não é que perderam todos os meus documentos? — desabafa com a mulher. — Foi uma luta convencê-los de que tenho idade para me aposentar. Tive de mostrar meus cabelos brancos.
— Se você tivesse abaixado as calças, meu filho — ela observa —, teria sido bem mais fácil. Eles imediatamente lhe dariam aposentadoria por invalidez.


O leiloeiro machão e falastrão:
— E dou-lhe uma, e dou-lhe duas, e dou-lhe três...
A mulher, excitada, na cama:
— Vai, Evaldo, bate logo esse martelo!


Casais

A mulher vê o marido chegar em casa:
— Nossa, Dagoberto! Como cinco uísques o modificam!
— Que papo é esse, mulher? Eu não bebi cinco uísques.
— Mas eu bebi.


Um dia a mulher do poeta resolve pedir divórcio, de tanto o marido insistir no verso.


Um casal encontra um Poço dos Desejos. O homem se inclina na mureta e joga uma moeda. A mulher decide fazer o mesmo, mas se inclina demais e cai dentro do poço. O homem fica espantado e depois sorri:
— E não é que funciona?


O casal está na cama, transando com todo o entusiasmo, quando toca o telefone e ela vai atender.
— Quem era? — pergunta ele quando ela volta.
— O safado do meu marido. Avisou que vai chegar tarde porque está no escritório fazendo serão com você.


A mulher pega o paletó do marido e berra:
— O que significa esse cabelo louro na sua roupa?
E ele:
— Significa que esse paletó não é lavado desde o tempo em que você oxigenava seu cabelo.


Após meses de economia e sacrifício, uma mulher implora para que o marido pão-duro lhe dê mais dinheiro para comprar carne. Ele pega uma nota de 10 reais e coloca na frente do espelho.
— Tá vendo o dinheiro no espelho? É seu. E este — diz, guardando a nota — é meu.
Dois dias depois, ele chega para jantar e encontra a mesa posta com três diferentes tipos de carne.
— Onde você conseguiu dinheiro para tudo isso? — pergunta.
A mulher leva-o até o espelho e tira a roupa.
— Tá vendo aquele corpo no espelho? É seu. E este — ela diz — é do açougueiro.


Quando um casal recém-casado ri, todo mundo sabe por quê. Quando um casal com dez anos de casado ri, todo mundo se pergunta por quê.


O rapaz passa a primeira noite com a noiva. Após várias sessões de amor, adormecem. De madrugada, ele começa a gritar. Ela o acorda e ele, com voz trêmula, explica que teve um pesadelo. Sonhou que estava dependurado na beira de um precipício e que só não caiu porque se agarrou desesperadamente a um arbusto.
— Agora já passou — diz ela, confortando-o. — Fique tranqüilo e volte a dormir.
— Já estou mais calmo. Durma também, querida.
— Tá, meu amor. Só estou esperando você tirar a mão do arbusto.


Dois anos depois do casamento, o maridinho de consciência pesada encara a mulherzinha:
— Benzinho, vamos jogar o jogo da verdade. Contamos os nossos segredos, juramos um para o outro guardá-los e no fim a gente se perdoa.
— Combinado, amorzinho.
— Bem, vou começar — diz o homem, nervoso. — Dois meses depois que nos casamos, eu tive um caso muito louco com sua irmã...
— O quê? Mas logo com a minha irmã? — ela interrompe, furiosa.
— Espera um pouco, você prometeu que perdoaria.
— Está bem, está perdoado, amorzinho. E agora é a minha vez.
— Claro, claro! — ele diz, aliviado. — Que pecadinho você tem pra contar pra mim, doçura?
— Amorzinho, dois anos antes de a gente se casar eu era homem.


Troca de casais à moda do fim do milênio: eles numa cama, elas numa outra.


Saindo da maternidade, o marido briga com a esposa:
— Traidora, ordinária!
— Mas, Sebastião, o que aconteceu? — pergunta a mulher, segurando o recém-nascido.
— Exijo uma explicação: que história é essa de o nosso filho nascer com cara de chinês?
— Ora, Sebastião. Será que você nunca ouviu dizer que a cada cinco crianças que nascem no mundo uma é chinesa?


Ele pede um uísque duplo.
— Que é isso? — o barman pergunta. — Brigou de novo com a mulher?
— É. Foi terrível. E desta vez ela terminou no chão, de quatro!
— Ué! — estranha o barman. — Quer dizer que as coisas mudaram, hein? E o que foi que ela falou?
— Ela falou: "Saia já de baixo dessa cama, seu safado!"

Casais

Uma mulher com catorze filhos entre 1 e 14 anos decide pedir divórcio do marido, por abandono do lar.
— Quando ele a abandonou? — pergunta o juiz.
— Treze anos atrás — responde a mulher.
— Se ele a deixou treze anos atrás, de onde vêm todas essas crianças?
— Bem — respondeu a mulher —, ele continua aparecendo uma vez por ano para pedir desculpas.


O rapaz ciumento interroga a namorada, que acaba de sair do médico:
— Ele perguntou o que você está sentindo?
— Perguntou.
— Ele falou da sua boca?
— Claro.
— Ele falou dos seus seios?
— Claro.
— Falou das pernas?
— Falou.
— E do bundão?
— Ah, de você ele nem lembrou.


O homem quase morrendo balbucia para a mulher, que está à cabeceira da cama:
— De hoje eu não passo!
— Passa, sim, claro que passa!
— Como tem certeza disso?
— Você sempre deixou tudo pra amanhã.


Na noite de núpcias, querendo testar a experiência sexual de sua jovem esposa, o marido fica inteiramente nu e, apontando para o símbolo de sua masculinidade, pergunta:
— Você sabe o que é isso?
— Claro. É um pintinho.
Deliciando-se com a ingenuidade da mulher, ele diz, complacente:
— Pois, de hoje em diante, você pode chamar de pênis.
Ela dá uma risada e lança de bate-pronto:
— Deixa disso, bobo. Pênis eu estou cansada de ver. Isso aí não passa mesmo de um pintinho.


O delegado conversa com a sua principal suspeita:
— Quer dizer, então, que a senhora matou o seu marido por acidente?
— É.
— Todos os seis tiros?


Ah, seu salafrário! — dizia indignada a mulher de Noé. — Você passa um tempão e gasta uma nota para construir esse barco, me vem com uma história maluca de dilúvio e, agora, está aí, inaugurando um motel onde esses casais todos vêm "passar uma chuva"!


Num último esforço, antes de morrer, o velhinho segura a mão da mulher:
— Quando voltei ferido da Primeira Guerra, em 1918, você estava ao meu lado. Quando me soltaram do campo de concentração, em 1945, você me esperava, querida.
Sem conter as últimas lágrimas, continua:
— Quando a minha velha loja teve que fechar e fiquei sem um tostão, você esteve sempre comigo. Há alguns anos, quando o médico diagnosticou este câncer, você estava lá, comigo, meu amor. E, agora, estou aqui, morrendo, e você aí, a meu lado.
Engasgado de emoção e do esforço, ainda consegue mais uma frase:
— Poxa, querida, você é um tremendo de um pé-frio!


O rapazinho da recepção, não agüentando a curiosidade com os barulhos, murmúrios, unfs, arghs, ais e aís que vêm da suíte do casalzinho em lua-de-mel, encosta o ouvido na porta:
— Posso agora, benzinho? — pede o noivo.
Nenhuma resposta.
A voz do noivo cada vez mais angustiada segue no mesmo refrão, madrugada adentro:
— E agora, benzinho, posso agora?
Nada, nenhuma resposta.
Quase dia claro, um último apelo:
— Deixa, benzinho, deixa agora.
— Está bem, está bem, pode tirar!


O jovem casal — ele míope, ela linda — namora no jardim.
— Querido, tire os óculos, porque eles estão machucando as minhas coxas.
Logo depois ela reclama:
— Amor, ponha os óculos de novo porque você está comendo grama.


Noite de núpcias. Depois de fazer amor pela primeira vez, a noiva fala para o noivo:
— Querido, eu nunca imaginei que você tivesse um órgão tão pequeno!
— Nem eu sabia — ele responde — que um dia teria de tocá-lo numa catedral.


No escritório do advogado, a viúva ouve a leitura do testamento de seu finado marido:
— Sinto muito, mas o senhor Euclides deixou tudo o que tinha para a Casa de Caridade da Viúva Pobre.
— Mas, e eu? — choraminga a mulher.
— Bem, a senhora era justamente tudo o que ele tinha.

Casais

Vários drinques no bar e o rapaz convida a garota para continuar a conversa no apartamento dele.
— Tudo bem — ela concorda. — Mas isso não vai dar em nada.
Ao entrar no apartamento, ela insiste:
— Não perca seu tempo com grandes fantasias!
— Fantasias? Você está pensando que sou daqueles que querem uma mulher por uma noite só? Quero você para minha esposa!
— Aí tudo bem. A que horas ela chega?


O homem liga o telefone e, quando atendem, pergunta:
— Alô, querida. Que você acha de eu levar uns amigos para jantar em casa esta noite?
— Acho ótimo, meu amor. Ficarei felicíssima se você trouxer o pessoal.
— Desculpe. Acho que liguei para o número errado.


A moça ingênua acaba de se casar e ouve um conselho da mãe:
— Minha filha, quando ele pedir que você se vire, não atenda, nunca, jamais.
Mas o marido não pede. E a mãe volta várias vezes ao assunto, sempre aconselhando:
— Se ele um dia pedir, não vire, nunca, jamais.
Morta de curiosidade, uma noite a ingênua resolve esclarecer o caso com o marido:
— Benzinho... será que você nunca vai pedir que eu me vire?
E ele:
— Você está louca!? Está querendo engravidar?


O jovem casal, em viagem de núpcias, chega ao hotel e preenche a ficha na recepção. Muito gentil, o gerente pergunta:
— Os senhores querem ser despertados pela portaria?
— Sim, sim — responde a agitada noivinha. — Pode nos acordar à 1, às 3, às 5 e às 7, por favor!


O maior orgulho daquele sujeito era sua prole: seis filhos! Vivia tão cheio de si que passou a chamar a mulher de "Mãe-de-Seis", apesar dos protestos dela, que odiava o apelido.
Uma noite, no aniversário de um amigo, ele grita para a mulher, do outro lado da sala cheia de convidados:
— Vamos indo, Mãe-de-Seis?
Furiosa, ela dá o troco:
— Agora mesmo, Pai-de-Quatro!


No dia do aniversário de casamento, a mulher pergunta ao marido:
— Hermógenes, eu devo matar um peru para esta noite?
— Não, não — ele responde. — Afinal, por que culpar uma pobre ave por algo que aconteceu há trinta anos?


O rapaz pergunta à noiva, muito desembaraçada:
— Me diz, benzinho, eu sou o primeiro que faz isso com você?
— Que pergunta mais boba! Ainda não sei que posição você vai usar!


Madrugada de domingo. O marido chega da farra quando o dia já amanhece. Pé ante pé, entra no quarto, senta-se cuidadosamente à beira da cama, tira os sapatos e, quando está descalçando as meias, a mulher desperta:
— Ah, bandido! Isso são horas de chegar em casa? Pois saiba que desta vez...
O marido interrompe:
— Calma, calma! Ficou louca? Quem falou que estou chegando? Estou me arrumando para ir à missa!


A companheira ainda arfante a seu lado, o homem senta-se à beira da cama, põe a cabeça entre as mãos e murmura, incrédulo:
— Isto nunca me aconteceu antes...
Acabava de quebrar um voto de castidade de 35 anos.


—Escuta, Fagundes — diz a mulher do marceneiro, um mês depois de casada. — Agora começo a entender em que sentido me diziam que você era bom de cama.


O rapaz, diante do espelho do banheiro, admira-se nu, sob todos os ângulos:
— Beleza, beleza! — começa a exclamar, baixinho, e vai num crescendo: — Oitenta quilos de dinamite! Dinamite!! Pura dinamite!!!
A mulher, escutando os gritos, vai curiosa conferir e flagra cena:
— Tem razão, querido. Pura dinamite! O diabo é o tamanho do pavio.


—Poxa, Alzira, pra que comprar esses sutiãs tão caros? — irrita-se o marido ao ver a conta da butique. — É um desperdício! Você não tem mesmo nada para pôr dentro deles, ora!
— Por isso não, queridinho — ela responde. — E você, que há anos vem gastando com cuecas?

Casais

A mocinha:
— Devagar, amor, é a minha primeira vez!
O mocinho, precipitado:
— Seria a minha primeira... vês?

Calma, querido — pondera a condessa Drácula, naqueles dias. — Não é bem por aí!

—Querida — diz ele à mulher —, recebi uma intimação do Imposto de Renda. Devo comparecer de jeans ou de terno e gravata?
— Bem — ela responde —, digo a mesma coisa que a mamãe me disse quando perguntei se, na noite de núpcias, eu devia usar um pijama de flanela ou meu négligé de cetim.
— E o que foi que ela disse?
— Tanto faz. Você vai se dar mal de qualquer jeito.

O múmio à múmia:
— Como é que é? No seu ou no meu sarcófago?

A jovem senhora perde algumas calorias e, depois de muito esforço, consegue entrar num jeans azul que há tempos não vestia.
— Querido, não estou parecendo um hipopótamo com esta calça?
— De jeito nenhum, amor. Onde já se viu hipopótamo azul?

Recém-apresentados, os dois acabam no motel e, depois de transarem, enquanto fumam um cigarrinho, ela arrisca a pergunta:
— Por acaso você é funcionário público?
— Mas como foi que você adivinhou?! — ele diz, maravilhado.
— Nada, não foi nada... apenas porque você passou 40 minutos para tirar a roupa e, quando nos deitamos, fui eu que tive de fazer todo o serviço.

—Ora, minha filha, de que adianta você viver repetindo que tem uma cabeça aberta — pergunta o marido frustrado — se todo o resto continua fechado?

Querida — ele, sincero, admite —, você não está propriamente gorda... Impropriamente, digamos.

Por mais que se esforce, pela terceira vez ele fracassa. A parceira, até então compreensiva, não consegue resistir:
— Olha, querido, essa broxada foi absolutamente idêntica às duas anteriores. Acho que o teu problema é clônico.

Céu

Moisés desceu do Monte Sinai cansado, e era até previsível. Afinal, foram dias e dias de longa negociação e as Tábuas da Lei, na verdade pedras, pesavam muito. Mesmo assim, todo o povo correu para saber dos resultados.
— E aí, como é que foi?
— Difícil, difícil — diz o profeta. — E tenho boas e más notícias.
— As boas! — gritam.
— Bem — diz o "Nascido das Águas" — , consegui convencer o "Homem" a ficar só em Dez Mandamentos.
Entre vivas, urras e boas, alguém se lembrou de perguntar pelas más notícias.
— É... — diz Moisés. — Não deu para livrar a cara do adultério.


O sujeito morre e vai para o inferno. Lá, não acredita: pleno Carnaval, mulheres maravilhosas, uísque do melhor, uma alegria verdadeiramente infernal. Nisso, passa Lúcifer, o dono do pedaço, agarrado a duas mulheres ainda mais estonteantes que as outras. Sem entender nada, o sujeito pergunta:
— Me desculpe, mas lá na terra me diziam que o inferno era um lugar horrível, onde as pessoas viviam padecendo, num sofrimento eterno...
— Bobagem — cochicha o demônio, olhando para um lado e para o outro. — É tudo intriga da oposição!


Um senhor baixo, feio e de óculos, mas muito bem vestido, chega à porta do Céu, onde São Pedro faz a sua conhecida inquisição:
— Nome, por favor.
— Aristóteles Onassis — responde o homem.
— O quê? — diz o guardião do Céu, aprumando os óculos. — O senhor é o tal biliardário grego, armador que viveu no maior luxo, no meio de festas estupendas, cercado das mulheres mais estonteantes, que namorou a Maria Callas e outras mulheres lindas e acabou se casando com a Jacqueline Kennedy no esplendor de sua beleza?
— Correto. Vejo que o senhor me conhece bem. E então, posso entrar?
— Quer entrar, entra — diz São Pedro, bonachão —, mas você vai achar isto aqui uma merda!


Jacob está atravessando uma maré de má sorte e, embora não seja um homem religioso, começa a freqüentar a sinagoga local em busca da ajuda de Deus. Um dia, em desespero, roga:
— Deus, tenho sido um homem bom e decente durante toda a minha vida. Seria muita ousadia eu lhe pedir que me deixasse ganhar na loteria uma única vez?
Depois de várias semanas de mais dificuldades, Jacob, já sem esperanças, implora novamente:
— Deus, nunca lhe pedi nada antes. Só quero ganhar um pouco de dinheiro na loteria.
Jacob já está se levantando para sair quando ouve uma voz retumbante, vinda do alto:
— Jacob, você tem de me dar uma mãozinha para que eu possa realizar o seu desejo. Pelo menos compre um bilhete de loteria!


Oitaliano morre e, homem muito decente, vai direto para o Céu. Pega sua harpa e fica tocando e cantando na sua nuvem, durante séculos. Um dia, achando tudo muito chato, pede a São Pedro para sair e dar uma voltinha. São Pedro deixa e ele, vendo lá fora uma porta com a inscrição "Inferno", entra. É recebido com a maior consideração por Satanás, que, sorrindo muito, o leva a uma bela alameda onde servem vinhos das melhores procedências, queijos finos e outras iguarias, e onde ele é amado até a exaustão por belíssimas louras, morenas e mulatas. O italiano volta direto a São Pedro, pedindo para ficar para sempre no inferno.
— Você tem certeza do que quer? Olha que é uma ida sem volta, hein? — disse-lhe Pedro.
Mas o homem não tem a menor dúvida, e assina todos os papéis necessários para ir para o inferno. Satanás recebe-o com um sorriso diabólico, mete-lhe um tridente nas carnes e joga-o numa ruela fétida, onde só se sente cheiro de enxofre e se ouvem choros e ranger de dentes.
— Mas por que é tudo diferente agora? — pergunta o bom italiano.
E o diabo explica:
— Porque da outra vez você veio como turista e agora é como imigrante!


Logo depois de morto, um ex-governador vai parar no inferno, onde, por uma questão de etiqueta, Satanás vem explicar pessoalmente as regras do jogo.
— Sair daqui não é possível — anuncia o demônio —, mas, em atenção ao seu passado, o senhor pode escolher qualquer tipo de tortura.
Enquanto os dois passeiam pelo inferno, o político vai vendo gente açoitada, espetada com garfos, mergulhada em água fervendo e já começa a se desesperar quando descobre, escondido num cantinho, um ex-presidente latino-americano fazendo amor com uma famosa atriz italiana.
— Também quero essa tortura — brada imediatamente o ex-governador.
— O senhor é quem sabe — observa Satanás. E, dirigindo-se aos seus asseclas: — Para esse senhor, a mesma tortura da atriz.


Interminável é a história dos dois anjos que ficaram tão amigos a ponto de resolverem ir juntos a um motel. Estão lá há uma eternidade, sem nunca terem chegado a uma conclusão.


Amulher chega ao Céu com saudade do marido, que já está lá há alguns meses, e é recepcionada por São Pedro.
— Seja bem-vinda, senhora...
— Quero ver meu marido!
— Qual o nome dele?
— Zé!
— Vai ser difícil encontrá-lo. Nós temos mais de 100 milhões de homens com esse nome. Dê mais detalhes...
— Ele era um homem muito bom. Antes de morrer, me pediu pra não traí-lo. E disse que, cada vez que eu o traísse lá na Terra, ele ia dar uma rodadinha aqui no Céu.
São Pedro vira-se imediatamente para um anjo:
— Arcanjo, vá buscar o Zé Pião e transfira esta senhora para o inferno!!!


São Pedro convida Deus para jogar golfe. Deus topa, mas quando, desajeitadamente, dá sua primeira tacada, um esquilo que vai passando agarra a bola. Imediatamente, surge do alto uma grande águia, que agarra o esquilo com bola e tudo e se manda para o espaço infinito. Nisso, aparecem duas grandes nuvens, uma carregada de eletricidade positiva, outra de negativa. Chocam-se e o raio assim provocado atinge a águia, que solta o esquilo, que solta a bolinha de golfe, que cai sobre a grama, dá três pulinhos, rola e entra certinho no buraco.
— Com mil demônios! — berra São Pedro, furibundo, para Deus. — Se é para fazer trapaças, avisa logo!


As três mulheres morrem e chegam à porta do Céu. São Pedro, que é o chefe de recrutamento do paraíso, indaga à primeira:
— O que é que você fazia, minha filha?
— Eu era professora.
São Pedro para o assistente:
— Dá a ela a chave da Sabedoria!
Pergunta à segunda:
— O que é que você fazia na Terra?
— Eu era advogada.
— Dá a ela a chave do Direito!
Olha fixadamente para a terceira:
— E você? O que fazia lá na Terra?
— Eu fazia strip-tease!
— Dá a ela a chave do meu quarto...


Um fascista, um comunista e um judeu estão num café quando, de repente, uma luz brilha no salão e Deus em pessoa aparece:
— Eu vim para conceder um desejo a cada um de vocês. Quem é o primeiro?
O fascista, rápido no gatilho:
— Eu gostaria que o Senhor eliminasse todos os comunistas da face da Terra!
— E você? — pergunta o Senhor ao comunista.
— Acho que o mundo seria bem melhor sem os fascistas.
— E quanto a você? — indaga Deus ao judeu.
— Bom, se o Senhor conceder os desejos deles, eu me contentaria com mais uma xícara de café.


Agatinha se afogou em Ipanema e aparece na porta do Céu usando apenas uma tanga, das mais reduzidas. Vai logo levando a maior bronca de São Pedro.
— Isso lá são trajes de se aparecer no paraíso? Pode entrar, mas vou avisando: qualquer um que tenha um pensamento pecaminoso cai num alçapão que dá direto no inferno.
A garota agradece e vai entrando no Céu, com aquele seu andar ipanemense. De repente, ouve um grito. É o tempo de olhar para trás e ver São Pedro desaparecendo num alçapão.


Ao fim de uma longa vida, aquele famoso cirurgião embarcou desta para a melhor. Havia sido um homem muito querido na Terra e, por isso, subiu direto para a portaria do Céu e foi logo entrando na fila. Mas um dos assessores de São Pedro o advertiu imediatamente:
— Ei, cavalheiro, o senhor está na fila errada. Os nossos fornecedores entram pela porta de serviço!


São Pedro precisa sair um pouco e pede a Jesus Cristo que o substitua na porta do Céu por algum tempo. Dali a pouco aparece um velhinho.
— Quem é você? — pergunta Jesus.
— Pois, meu filho, eu sou tão velho que nem me lembro.
— Mas não se lembra nem do seu nome?
— Não, infelizmente não me lembro.
O velho faz então um enorme esforço para se lembrar de alguma coisa e então diz:
— Só estou conseguindo me lembrar de que eu era marceneiro e que meu filho se tornou muito famoso.
— Papai! — exclama Jesus Cristo, abrindo os braços.
— Oh! É você, Pinóquio?!


O caçador chega ao Céu e consegue de São Pedro permissão para fazer a coisa de que mais gostava: caçar. Sai pelas nuvens e, de repente, ouve um ruflar de asas. Sem pestanejar, atira para o lugar de onde vem o ruído. No instante seguinte, tomba ao chão uma pombinha branca. Arma-se, imediatamente, um enorme alvoroço no Céu: gritos de pânico, correria, todos atônitos. No meio da agitação, São José aproxima-se do caçador, dá-lhe um tapinha nas costas e sussurra:
— Obrigado, obrigado! Há 2 000 anos eu vinha esperando por isso!


Numa ação perigosíssima, o mais durão membro da Polícia Civil é atingido e morre na hora. Pouco depois, ele se vê diante dos portões do Céu.
— Olá, irmão! — saúda São Pedro, brincando com o seu jogo de chaves. — O que você fazia lá embaixo, na Terra?
— Eu era um policial de elite. Liquidava com quadrilhas de bandidos a sangue-frio.
— Bem, sendo assim, você não vai entrar no Céu, não.
— Mas eu não estou tentando entrar — diz o policial, sacando sua arma e ficando em posição de atirar. — Eu dou apenas 5 minutos para vocês todos aí saírem com as mãos para cima.


Adão tinha à sua disposição, como único habitante da Terra, todas as maravilhas criadas pelo Todo-Poderoso. Mas não estava feliz e pediu uma mulher a Deus:
— E como você quer que ela seja? — perguntou o Criador.
— Boa, jovem, bela, generosa, carinhosa, inteligente, prudente e boa companheira — enumerou Adão.
— É possível — respondeu o Altíssimo. — Mas isso terá um preço. Para ganhá-la, você terá que pagar, devolvendo um braço, um olho, uma perna, além de conformar-se em viver cinco anos menos.
Adão pensou, pensou e negociou:
— E por uma costela, o que seria possível criar?



Acidentes

Convencido de que a mulher o trai, o marido chega em casa antes da hora e encontra a esposa na cama. Os lençóis estão desarrumadíssimos. Ele revira a casa, procura o amante, olha pela janela. Vê um sujeito atravessando a rua, arrumando o nó da gravata. Louco de fúria, consegue atirar a geladeira pela janela bem em cima do sujeito. Instantes depois, duas almas tentam entrar no céu. A primeira diz a São Pedro:
— O senhor pode não acreditar, mas eu tinha acabado de comprar uma gravata, saí da loja e caiu uma geladeira na minha cabeça!
São Pedro manda-o entrar. O segundo diz:
— O senhor pode não acreditar, mas eu estava dentro daquela geladeira.


- Ah, querida, o Alceu, meu marido, foi internado no hospital. Quebrou o dedinho do pé numa pelada e vai passar dois meses no estaleiro.
— Dois meses internado por causa do dedinho? – espanta-se a outra. – Tem certeza? Você já viu o médico?
— Bem, o médico ainda não. Mas vi a enfermeira...


Um homem ia pela estrada em seu conversível importado quando uma morena deliciosa pediu carona. Conversa vai, conversa vem, pouco depois já estavam íntimos. Porém, numa curva, estoura um pneu, o carro se descontrola e sai da estrada. Chega a polícia rodoviária, um guarda se aproxima e encontra o homem chorando, desesperado, agarrado ao volante.
— Calma, amigo. Não precisa chorar assim. Não aconteceu nada à moça. Quando o carro saiu da estrada, ela foi jogada fora e caiu num monte de palha. Só desmaiou.
— Eu sei, eu sei – soluça o homem. – Mas você viu o que foi que ficou na mão dela?


Turbulência no vôo, a aflita aeromoça derrama café no colo do executivo.
— Perdão, senhor. Posso fazer alguma coisa?
— Só uma. Diga: o café era normal ou descafeinado?
— Normal, senhor – ela responde.
— Então tudo bem – explica o passageiro. – Se é assim, ele vai ficar aceso a noite toda.


Humor negro fim-de-século:
— Que é aquilo lá naquele pote? Uma geléia de beterraba? – pergunta a amiga à dona da casa.
— Geléia nada! Aquilo é o pênis do meu marido: foi só cortari e passari no processador!


Ciumento, ele ligou para casa à noite, já no primeiro dia de viagem. Atendeu uma voz estranha.
— Quem está falando?
— A empregada.
— Mas não temos empregada.
— Bem, meu senhor, fui contratada hoje.
— Está bem, deixa eu falar com a patroa.
— Não dá, senhor, ela está no quarto com o namorado.
Furioso, ele logo tem a idéia perfeita:
— Quer ganhar 5000 dólares agora?
— Claro, senhor.
— Então vá até a estante do meu escritório, pegue aquela espingarda na parede e atire nos dois, na cama mesmo.
Ele fica na linha. Ouve alguns passos. Silêncio. Dois tiros. A empregada volta ao telefone:
— Tudo certo, senhor. Mas, e os corpos?
— Jogue na piscina.
— Mas, senhor, que piscina? Aqui não tem piscina.
— Uhnnnnn... aí não é o 555 7799?


Adão e Eva

A serpente ainda tenta um acordo com o Criador, para evitar mais castigos:
— Senhor, sabeis como sou! Dou uma maçã para entrar numa briga, mas dou uma macieira para sair dela.


Adão chega tarde em casa e encontra Eva furiosa:
— Arrá! Então você anda saindo com outra mulher, hein? – ela esbraveja.
— Qual é, Evita? – Adão se explica. – Você é a única mulher sobre a face da Terra!
Eva se cala, eles vão dormir. De madrugada, Adão acorda com alguma coisa cutucando o seu peito: é ela.
— Ei, que diabo você está fazendo, mulher? – pergunta.
— E o que é que você acha? Contando suas costelas, pô!


E, um belo dia, Adão tem sua primeira ereção.
— Afaste-se, afaste-se! – diz, preocupado, para Eva. – Não tenho idéia de que tamanho este negócio vai ficar!


Adão chama Eva para uma confortável moita e lhe diz:
— Inventei um negócio sensacional. Vamos testar? Chama-se "plug and play".
E então a primeira mulher, Eva, é expulsa pelo Senhor do Paraíso Terreal por haver pecado, provando da banana proibida.


Ainda com as mãos cheias de barro, diz o Criador a Adão:
— Tenho para ti uma notícia boa e uma má. A boa é que eu decidi te dar um cérebro e um pênis.
— Graças, Senhor! – exulta Adão. – Mas... qual a má notícia?
— É que o sangue que te darei só será suficiente para usar um de cada vez.


Eva afasta um pouco a folha de parreira do companheiro e estremece:
— Adão! Que serpente!!


Adão não se conforma, a princípio:
— Mas, Senhor, vou ficar com uma costela a menos que ela?
Ao que o Criador, em sua divina sabedoria, rebate:
— O que é uma costela? Espera só para veres quantos milhões de neurônios te darei a mais!


No outro dia, Eva:
— Adão!! Estou estranhando muito esse cheirinho de maçã na sua barba...


Olhar maroto, propõe Adão:
— Eva, querida, hoje não poderia ser pêra?

Amantes

Os dois amantes estão no bem-bom quando uma pancada seca na porta os põe em pânico:
— Depressa, é o meu marido! – diz a mulher, apavorada. – Vamos, pule a janela!
— Mas, querida, estamos no 13.º andar! – responde o amante.
— Pule! – diz, enérgica, a mulher. – Não é hora para superstições!


No fim da festinha, o sujeito confidencia ao colega de trabalho:
— Aquela loura ali é minha mulher. E a morena gostosinha conversando com ela é a minha amante.
— Que coincidência! Para mim é a mesma coisa, só que justo ao contrário!


Do amante sádico para a amante masoquista:
— Não vai doer nada, garanto, não vai doer!


O juiz visita a amante de surpresa e a pega nos braços de um advogado. Louco da vida, começa uma violenta discussão com o rival. A amante os interrompe e sugere uma forma mais civilizada de ver quem ficaria com ela: um duelo, mas sem derramamento de sangue.
— Nós três ficamos nus. Então eu começo a desfilar diante de vocês. O primeiro que ficar visivelmente excitado será o vencedor.
Os dois aceitam a idéia mas, tão logo o duelo começa, o advogado percebe o juiz se manipulando disfarçadamente.
— Protesto, senhor juiz! – exclama o advogado. – Vossa Excelência está enganando a testemunha!
— Protesto rejeitado! – sentencia o juiz. – Eu estava apenas tentando refrescar a memória da testemunha


Marido e mulher jantam e uma loura lindíssima se aproxima da mesa, beija o homem, vira as costas e vai embora.
— Quem é essa atrevida? – pergunta a mulher, indignada.
— Minha amante, ora.
— Amante? Pois eu exijo o divórcio já!
— Se você está disposta a abrir mão das jóias, da casa na praia, das férias todo ano na Europa, tudo bem.
Silêncio na mesa. Os dois continuam jantando, até que a mulher percebe, no mesmo restaurante, um amigo do casal com uma desconhecida.
— Quem é aquela mulher com o Rodrigo?
— É a amante dele, ora.
— Ah, nem se compara: a nossa é muito melhor, não é mesmo?


Meu beeem, entra em mim – diz a mulherzinha apaixonada.
— Nunca! Você não sabe que rolo deu para eu sair daí – responde o amante edipiano.

Amigos

N a hora do cafezinho, encontram-se aqueles dois amigos que passavam o tempo maldizendo os respectivos casamentos mas nunca tinham coragem de tomar uma atitude.
— É hoje! – declarou o primeiro. – Resolvi fazer como aquele sujeito que disse pra mulher que ia comprar cigarro e nunca mais voltou.
— E então? – perguntou o outro, animadíssimo.
— Acabei desistindo: vi que não ia colar. Minha mulher sabe que eu não fumo.


Dois amigos conversam:
— Alfredão, não sei por que você insiste em colocar um cinto de castidade na sua mulher toda vez que viaja. Com aquela cara de bruxa e aquele corpo horrível, quem vai querer?
— Eu sei! Mas é que, assim, quando eu volto, posso dar a desculpa de que perdi a chave do cinto.


O rapaz desabafa com um grande amigo:
— Estou com um problema seriíssimo lá em casa.
— O que foi?
— Meu filho de 8 anos engravidou a empregada!
— O que é isso, Flávio? Como foi que aconteceu?
— O danadinho furou todas as minhas camisinhas!


Na festinha, o garotão contava vantagem ao amigo:
— Eu já papei todas as menininhas desta festa, descontando, claro, minha irmã e minha mãe.
— Engraçado – diz o outro. – Juntando as nossas forças, então, já comemos todo mundo.


Dois amigos conversam num boteco. Um deles tinha acabado de entrar no supletivo e começa a esnobar o colega:
— Você sabe quem foi Pedro Álvares Cabral?
— Não sei, não.
— E você sabe quem foi Cristóvão Colombo?
— Também não.
— Tá vendo? É isso que dá não estudar.
Humilhado, o outro parte para a desforra:
— E, por acaso, você sabe quem é o João Francisco?
— João Francisco??? Não... Quem é?
— É o sujeito que transa com a sua mulher enquanto você está lá na escola.


E tem aquela do passageiro que embarcou no ônibus, correu para a janela e berrou para o amigo que fora levá-lo à rodoviária:
— Tchau, Carlos! Adorei o fim de semana! A tua mulher é ótima de cama, muito boa mesmo!
Intrigadíssimo, o passageiro do lado não agüentou. Assim que o outro se sentou, perguntou:
— Olhe aqui, o senhor não me leve a mal, mas eu ouvi direito? O senhor disse mesmo para o cara ali na plataforma que a mulher dele era... boa de cama?
O outro deu de ombros.
— Sabe como é... Até que ela é bem ruinzinha, mas eu não quis ofender um amigão como o Carlos.


O jovem arqueólogo conta para o amigo sua viagem por ilhas exóticas dos mares do sul.
— O melhor momento foi quando cumpri um antigo ritual com uma garota maravilhosa.
— Que ritual? – pergunta o amigo, impaciente.
— Um ritual louquíssimo, quente. Era uma morena perfeita, virgem, um corpo de enlouquecer...
— Conta logo, não faz onda. O que vocês fizeram?
— Eu peguei a garota e a joguei dentro de um vulcão.


Evaldo, machista emperdenido, encontra Gil no bar do clube:
— Sabe que os cientistas descobriram que a bebida causa um aumento enorme de hormônio feminino nos homens? – pergunta.
Engasgando-se com o uísque, Gil mal consegue falar:
— M-mas c-como isso se explica?
— Sei lá – responde Evaldo. – Mas que faz sentido, faz, e muito. Ou você nunca notou que é só um homem beber um pouco mais para começar logo a guiar mal, a dizer um monte de asneiras, a chorar por qualquer bobagem...


Mesmo antes do Maracanã, os dois já iam juntos ao futebol. Sem falar nas peladas de sábado, que jogavam desde os tempos de universidade. A amizade de tantos anos e as emoções do esporte estavam acabando ali, com a morte do companheiro.
— Zé, vou sentir falta de você, Zé. Mas ainda te peço um último favor, mesmo depois de você morrer. Eu preciso saber se tem futebol nessa tal de vida depois da morte.
— Está bem, prometo que volto e te conto.
Quinze dias depois de o Zé morrer, Jorge é acordado por uma luz brilhante no meio da noite:
— Zé, é você?
— Sou eu, sim, Jorge.
— Então, Zé, tem futebol na vida eterna?
— Bem, tenho boas e más notícias do além.
— Quais são as boas?
— Bem, existe futebol na vida eterna.
— Ótimo, que bom. E quais são as más notícias?
— Te escalaram na ponta direita pro domingo que vem.


Amigos

Três amigos saem e, depois de umas e outras, um deles sugere que cada um conte algo que nunca tenha contado a ninguém.
— Tudo bem — diz o primeiro —, eu nunca contei pra ninguém que sou homossexual.
O segundo confessa:
— Eu estou tendo um caso quentíssimo com a mulher do meu chefe.
— Bem — começa o terceiro —, eu não sei como dizer isso...
— Ah, coragem! Vá em frente! — encorajam os amigos.
— Bem... eu não consigo guardar um segredo.


Um gago, desesperado com seu problema, lamenta-se profundamente com um amigo, e este lhe indica um fonoaudiólogo da maior confiança. Meses depois, encontram-se de novo e o gago vai logo dizendo:
— Toco preto, porco crespo. O rato roeu a roupa do rei de Roma. Caraguatatuba, Itaquaquecetuba, Pindamonhangaba.
— Maravilha, é um milagre! — exclamou o amigo.
— Tá-t-t-tá ce-ce-ce-certo, ma-ma-mas onde é que-que eu v-vou us-usar uma imbe-imbe-imbecilidade dessas?


Dois amigos estavam caçando quando apareceu uma loura deliciosa, completamente nua.
— Que mulherão! — comemora um deles. — Vamos comê-la?
— Vamos! — concorda o outro. E — pá! — dá um tiro nela.


Zico e Zeca eram muito amigos. Nascidos na mesma maternidade, criados na mesma rua, estudaram no mesmo colégio e torciam para o mesmo time. Aí, um belo dia, Zico se casa e escolhe o Zeca para padrinho. A mulher do Zico, gostosíssima, logo se enturma. Começa a dar bola para o Zeca, até que este decide:
— Dane-se a amizade. Vou comer essa mulher.
Tudo combinado, Zeca sai do trabalho no meio da tarde e vai para a casa do amigo. Lá chegando, escuta o barulho do chuveiro. Animado, tira a roupa, pega champanhe na geladeira, duas taças, liga o som e se deita na cama. Está lá, peladão, fumando um cigarro, quando o barulho pára e quem sai do banheiro? O Zico, seu melhor amigo.
— Zeca, meu amigo de trinta anos, pelado na minha cama?!
— Pois é. Estava chateado no escritório, sem nada pra fazer, olhei para o relógio, 4h15 da tarde, pensei: taí, quer saber de uma coisa? Vou dar pro Zico!


Um dos amigos contou seu estranho sonho daquela noite:
— Era meu aniversário, mas eu tinha uns 12 anos. Procurei minha mãe e perguntei se ela sabia que dia era aquele. Ela sorriu, me deu um dinheiro e disse para eu ir ao parque de diversões.
— Também tive um sonho estranho — diz o outro amigo. — Estava dormindo quando uma loura e uma morena me acordaram com carícias incríveis, e eu não sabia o que fazer com as duas ao mesmo tempo.
— Ora, por que não me chamou?
— Chamei, mas sua mãe disse que você tinha ido ao parque de diversões.


Você é capaz de guardar um segredo?
— Claro! Afinal, amigos são para essas coisas.
— Preciso de 1 000 reais!
— Pode ficar tranqüilo! Vou fazer de conta que nem ouvi!!!


Três amigos — um dentista, um advogado e um banqueiro — vão a um strip-tease. Quando a stripper, já pelada, chega à mesa deles, o dentista pega uma nota de 50, lambe e prega no bumbum dela. O advogado, rápido, tira da carteira uma nota de 100 e faz o mesmo. O banqueiro pensa um pouco, puxa um cartão de crédito, passa-o no local apropriado, saca os 150 e vai pra casa.


Dois amigos se encontram numa cidade do Oriente Médio. Um deles está cabisbaixo.
— O que aconteceu? — pergunta o outro.
— Minha mãe morreu. Fiquei muito triste.
— Que pena! Meus pêsames. Mas o que ela tinha?
— Muito pouco, infelizmente: um apartamento, dois terrenos, um dinheirinho no banco...


Depois de muito hesitar, João encontrou uma forma para "abrir os olhos" de seu velho amigo Alfredo.
— Alfredo, tenho duas notícias sobre o seu filho, uma boa e outra má.
— Conte a má — pediu o pai, preocupadíssimo.
— A má notícia é que a vizinhança toda comenta: seu filho é travesti.
— Ó, meu Deus, que desgraça! E qual é a notícia boa?
— É que ele acaba de ser escolhido "Rainha da Primavera".


Gostaria de convidá-lo para a festa de 24 anos de PLAYBOY.
— Muito obrigado, amigo, mas acho que só vou poder ficar uns três anos.


Dois amigos, no bar, falam de formas de fazer amor:
— E a transa segura-peão, você conhece?
— Transa segura-peão?!
— Você pega a sua mulher por trás, chega perto da orelha dela, respira e diz: "Hummm... esse seu perfume é igual ao da minha secretária!" Depois, tente se manter em cima dela por 5 segundos!


Um amigo pergunta ao outro, numa mesa de bar:
— Me diga cinco marcas de uísque.
— Black & White, Cutty Sark, Chivas, Bell's e Johnnie Walker.
— Agora, cinco de cerveja.
— Brahma, Antarctica, Cerpa, Skol e Kaiser.
— Agora, cinco marcas de camisinhas.
— Jontex... Olla...
— Pois é. Você anda precisando beber menos e trepar mais.


Dois amigos conversam:
— Manoel, você pirou! Quer dizer então que a sua mulher lhe pede de presente de aniversário uma televisão colorida e você dá um belo anel de brilhante para ela? No fim, você gastou muito mais do que ia custar a televisão!
E o Manoel:
— Ora, Paulo, me diz onde é que eu ia conseguir uma televisão colorida falsa?

Animais

Sabe por que a aranha viúva-negra simplesmente mata o macho logo depois de transarem?
Para evitar que ele ronque.


E tem a história do caubói que chega a uma cidadezinha onde não há mulheres. O dono do hotel informa, porém, que, lá nos fundos, existe um celeiro. Sem entender, o caubói vai ao celeiro e lá encontra uma linda leitoa. Leva-a, então, para o quarto, dá-lhe um banho, perfuma-a, amarra uma fitinha rosa nas orelhas e desce com ela ao saloon, onde vários outros vaqueiros estão bebendo, cada qual com uma animalzinha diferente. Ao entrar no recinto, causa uma comoção geral. Espantado, pergunta:
— Mas, afinal, o que houve? Vocês não estão fazendo o mesmo?
O garçom cochicha ao seu ouvido:
— Estão, sim. O problema é que você pegou a garota do xerife.


O que passa pela cabeça de uma mosca quando ela se esborracha contra uma vidraça?
O rabo dela, claro.


E diz a cigarra frígida ao marido:
— Meu bem, tenho um motivo forte para não querer nada com você. Por acaso você já viu as advertências do Ministério da Saúde?


No zoológico, o gorilão solitário puxa uma mulher para dentro da jaula e parte para a ação sexual.
— Socorro, socorro, Eufrásio! — ela grita para o marido. — Que é que eu faço, pelo amor de Deus?!
— Calma, calma, Risoleta — responde Eufrásio, com um risinho nos lábios. — Conta pra ele aquela da terrível enxaqueca!


Os dois touros passeiam no alto da colina quando, de repente, avistam lá embaixo um bando de vacas muito interessantes.
— Vovô, vamos dar uma corrida até lá e comer algumas vacas? — propõe o mais novo.
— Sei não, meu filho... Acho melhor a gente ir andando devagar e comer todas as vacas.


Uma formiguinha e um elefante caminham por uma estrada quando ele, desastradamente, tropeça e se entala num lodaçal. Sem força de tirar o parceiro dali, a formiguinha corre para a cidade, pega emprestado o Porsche de um amigo e finalmente consegue rebocar o elefante para fora do lodo. Quando acaba a operação de resgate, a formiguinha se distrai, tropeça e cai na lama. O elefante acha um exagero puxá-la para fora com a ajuda do Porsche. E resolve fazer uma ponte salvadora com o seu pênis de 1 metro de comprimento. A formiguinha agarra-o com força e é salva.
Moral da história: não é preciso um Porsche quando se é bem-dotado.


O sujeito chega ao posto para abastecer e o frentista, enquanto põe gasolina, nota que no banco de trás do carro há dois pingüins.
— Coitados, devem estar morrendo de calor! — diz. — Por que o senhor não os leva ao zoológico?
— Boa idéia! — responde o cliente.
Dois dias mais tarde, o homem volta ao posto para reabastecer. O mesmo frentista o atende e vê, preocupado, que os pingüins continuam no mesmo lugar.
— Mas o senhor não prometeu levá-los para o zoológico? — pergunta.
— Levei! E ontem fomos ao museu. Esta tarde vou levá-los ao cinema!


A loura desce a rua com um porco debaixo do braço. Um pedestre na rua pergunta:
— Onde você arrumou isso?
— Eu ganhei numa rifa — responde o porco.


É primavera. A cigarra, toda esportiva e de violão às costas, encontra no caminho a formiga, carregando uma folha bem maior do que ela.
— Olá, querida. Sempre trabalhando, hein?
— Pois é — responde a formiguinha, enquanto enxuga o suor. — E você, o que está fazendo?
— Estou indo para Paris. Paris sempre é uma festa. Você quer alguma coisa de lá?
— De que jeito? Sou uma pobre coitada...
— Ora, deixe disso. Diga qualquer coisa, uma lembrancinha... — a cigarra insiste.
— Bem, já que insiste, vou lhe pedir um favor. Se você encontrar por lá um tal de La Fontaine, mande-o à puta que o pariu por minha conta!


No zôo, a morte precoce do pujante gorila fazia definhar a fogosa gorila. O atento diretor da Divisão de Primatas logo percebeu a carência específica do belo animal, mas como satisfazê-la? Não havia outra saída: ninguém tinha melhores relações com a gorila do que o limpador da jaula.
— Você compreende — ele explicou ao rapaz. — Isso é pelo bem da ciência! Contamos com você. E são 500 reais!
Precavido, o rapaz impôs três condições:
— Não pode ser na jaula, tem ser num motel.
— Tudo bem, tem razão — acedeu o diretor.
— Vocês não vão deixar a minha Maria saber disso.
— É evidente — concorda o diretor. — Confie em nós. Que mais?
— A terceira é o seguinte: posso pagar os 500 reais em cinco vezes?

Animais

Era um polvo sensacional, verdadeira atração artística: tocava piano, violão e violino ao mesmo tempo. Mas ainda restavam dois tentáculos e seu treinador resolveu que ele devia aprender a tocar também gaita de fole. Com o talento que o polvo tinha, não era preciso ficar dando muitas explicações. Assim, uma noite, o treinador pôs uma gaita de fole no quarto do polvo e ficou aguardando o resultado. As horas foram passando, passando e nada de o polvo tocar a gaita. No dia seguinte o homem abriu a porta do quarto e perguntou:
— Como é, você ainda não conseguiu aprender a tocar esse negócio?
— Tocar? — retrucou o polvo. — Passei a noite inteira tentando cantar essa belezinha!


O gato de rua está louquinho por uma gata angorá. Depois de muito ronronar no telhado, se declara, romântico:
— Ó, meu amor, por ti sou capaz de dar minha vida!
— Jura? — ela pergunta, dengosa. — Quantas delas?


Três pintinhos morrem e vão parar no céu. Chegando lá, São Pedro diz que só há vaga para dois. Resolvem, então, apostar uma corrida para ver quem entra.
— Um, dois, três... já! — conta São Pedro.
Dois correm e entram sem problema. O terceiro, lerdo demais, fica de fora.
Moral da história: pinto mole não entra.


O fazendeiro foi ao zoológico e ficou tão encantado com as zebras que importou uma da África. Solto na fazenda, o bicho trata logo de ir conhecendo seu novo mundo. Em seu primeiro passeio encontra uma galinha e diz:
— Sou uma zebra. Quem é você e o que faz?
— Eu sou uma galinha. Eu cisco o chão e ponho ovos — responde a galinha.
Depois, a zebra encontra uma vaca deitada no curral e faz a mesma pergunta.
— Sou uma vaca. Eu pasto e dou leite.
Em seguida, a zebra encontra o marido da vaca e pergunta quem ele é.
— Eu sou um touro — responde o touro.
— E o que você faz? — pergunta a deslumbrada zebra.
— O que é que eu faço, seu asno idiota? Tira esse pijama ridículo que eu já lhe mostro!


Na selva, um macaquinho muito safado e matreiro se aproxima por trás de um leão, adormecido na sombra de uma frondosa árvore, vê aquele traseiro enorme dando sopa, e não resiste... O leão acorda imediatamente, furioso diante da ousadia de ter sua majestade ultrajada, e sai em perseguição ao macaco irreverente. Quase 1 quilômetro adiante, o macaco encontra um jornal caído no solo, senta-se num tronco e põe-se a ler as notícias, com o cuidado de cobrir o rosto para não ser identificado pelo leão, que lhe pergunta:
— Você não viu um macaco pequeno e sem-vergonha passar por aqui?
— Aquele que comeu o leão?
— O quê??!!! — diz o leão, atônito. — A notícia já saiu no jornal?


Cinco razões pelas quais os cães são melhor companhia do que as mulheres:
l) sempre fazem festinha para seus amigos quando eles visitam você;
2) por mais tarde que você chegue em casa, estão sempre felizes;
3) nunca têm ciúme quando você passa a mão nas mulheres;
4) adoram quando você anda de sapatos sobre o tapete; e
5) não se irritam quando você os chama por outro nome.


O macaco diz ao papagaio:
— Eu sou o animal mais parecido com o homem. Sou, portanto, o mais importante de todos os animais.
— Essa não — retruca o papagaio. — Você é parecido, mas não sabe falar. E eu sei.
— E eu não estou falando?


O girafo à girafa:
— Meu bem, nesta posição eu me sinto nas nuvens...


Todo dia aquele distinto cavalheiro entrava no bar com o seu cachorrinho. Sentavam-se a uma mesa e o garçom, já habituado com a dupla, servia um uísque para cada um — o do cachorrinho num pires. Eles bebiam, pagavam e saíam dignamente. Certa noite, porém, o cachorrinho apareceu sem o dono. Subiu numa cadeira e ficou esperando, com as patinhas sobre a mesa. O garçom, sem hesitar, levou-lhe o pires com uísque. "Hoje, o dono deve ter se atrasado", pensou.
O cachorrinho bebeu, balançou a cauda num educado cumprimento e foi embora. Na noite seguinte, reapareceu no bar, dessa vez em companhia do dono, que, delicadamente, agradeceu a gentileza do garçom.
— Muito obrigado por ter servido ao meu cachorrinho. Nós dois ficaríamos muito contentes se você aceitasse este pequeno presente.
E entregou uma caixa ao garçom, explicando:
— É uma lagosta. E está viva.
— Oh, muito obrigado! — disse o garçom. — Vou guardá-la para o jantar.
— Ela já jantou. Mas ficará muito feliz se você levá-la ao cinema.


Três cachorrinhos se encontram no meio da rua, ainda no tempo da Cortina de Ferro. Um francês, um polonês e um russo.
— As coisas vão de mal a pior! — queixa-se o cachorrinho francês. — Pois imaginem que hoje eu tive que latir adoidado para que me trouxessem um pedaço de carne.
— Carne?! — assusta-se o polonês. — O que é isso?
— Latir? — diz o russo. — O que é isso?


O canguru entra saltando no bar e pede um martíni seco. O barman se refaz da surpresa e serve. O canguru bebe calmamente, pede mais um e pergunta:
— Quanto devo?
— Dez reais — responde prontamente o barman.
Enquanto o estranho cliente pega o dinheiro, o barman faz um comentário:
— Sabe que é a primeira vez que atendo um canguru?
— Primeira e última — diz o canguru, enquanto se retira. — Com esses preços!!

Animais

O leão e o antílope entram num restaurante da selva e chamam o garçom, um veado:
— Quero uma salada mista de grama, relva e capim — diz o antílope.
— Pois não — diz o garçom e, dirigindo-se ao leão: — E o senhor, o que vai pedir?
— Nada, obrigado — grunhe o felino, sacudindo a juba.
— Ele não está com fome? — pergunta o garçom ao antílope.
— Escuta aqui, ô veadinho, você acha mesmo que se ele estivesse com fome eu estaria sentado sossegado?


Placa no consultório do veterinário:
"FUI ALMOÇAR. SENTADO! QUIETO!"


Um rato corre desesperadamente pela casa, com um gato em seu encalço. Para sua sorte, o pequeno roedor encontra um buraco no rodapé da cozinha e se esconde lá dentro. Depois de algum tempo de silêncio absoluto, o rato ouve latidos do lado de fora e pensa: "Deve ter aparecido um cachorro, que espantou o gato. Como cachorro não liga para rato, estou salvo". E sai do buraco. Imediatamente é apanhado pelo gato. Assustado, o rato pergunta:
— Mas como você pode estar aqui ainda, se eu ouvi uns latidos de cachorro?
— Ah, meu caro, hoje em dia, quem não fala dois idiomas está perdido.


Duas vacas pastam num verde campo da Inglaterra:
— Que está achando dessa discussão sobre o mal da vaca louca? — pergunta uma delas.
— Mas que pergunta? E o que eu tenho a ver com vacas? Sou um helicóptero!


Um cachorro pastor alemão entra numa agência dos correios, pega um formulário de telegrama e escreve:
— Au... au... au... au... au... au... au... au... au.
O atendente examina o papel.
— Só tem nove palavras aqui — diz. — Você poderia mandar mais um au pelo mesmo preço.
— Mas aí — responde o cachorro — perderia todo o sentido.


O velho beduíno sente a morte chegar e deseja ter um momento de amor com seu camelo, pela última vez. Já estava, porém, muito enfraquecido para conseguir subjugar o animal a seus desejos. O camelo se afasta, arisco e teimoso, pelas areias ardentes. E o beduíno segue-o penosamente, aos tropeções, sob aquele sol abrasador. Até que deparam com um oásis verdejante. O camelo se põe a pastar, tranqüilamente, enquanto o beduíno, exausto, tomba, arquejando. Aproxima-se deles uma belíssima jovem, de formas provocantes, ondulando sob o véu transparente, e diz:
— É o primeiro homem que me aparece neste oásis solitário em muitos anos. Sou sua. Pode me pedir o que quiser.
— Então, por favor, vê se me ajuda a agarrar aquele camelo.


A ouriça, manhosa:
— Ai, querido! Assim você me confunde.


E a vaca recatada estrila:
— Acho que você não escutou... Eu falei "bumba", meu boi.


Conhece a história da galinha hiperexcitada?
Chocava como uma louca, sem ver a hora de afagar os pintinhos.


A elefanta encontra a amiga na savana:
— Ué, querida, está grávida? Quer dizer que fez as pazes com o maridão, hein?
— Um pouco, meu bem... Mas continuamos dando nossas trombadas!


perdido na selva, o missionário depara-se com um leão faminto. Faz o sinal-da-cruz, arregaça a batina e corre em disparada. O leão dispara atrás. Alguns quilômetros adiante, topam com uma montanha escarpada. Acuado, o missionário cai de joelhos e começa a rezar.
Para sua surpresa, o leão pára, também se ajoelha e eleva as patas para o alto.
— Milagre! Milagre! — grita o missionário, voltando-se para a fera. — O Senhor te fez juntar-se a uma de suas ovelhas para, juntos, lhe fazermos uma prece!
— Cale essa boca e não atrapalhe! — ruge o leão. — Eu estou é dando graças pelo banquete!


O grande problema dos coelhinhos e das coelhinhas é que, passada a Páscoa, não têm outra coisa a fazer.
Dentista

Trêmulo de pavor, Hermenegildo senta-se na cadeira do dentista. Procurando acalmá-lo, o doutor lhe oferece um uísque. Ele toma dois, pede um terceiro.
— Então? — pergunta o dentista, sorrindo. — Agora já está valente?
Hermenegildo olha-o nos olhos e, com um grunhido, responde:
— E muito! Quero ver quem é homem o bastante pra me fazer abrir esta boca, pô!


O dentista estava muito mal-humorado atendendo um cliente:
— O senhor procurou outro dentista antes de vir aqui?
— Não, senhor. Eu fui à farmácia.
— Para o senhor ver como as pessoas são irresponsáveis... E que conselho idiota o farmacêutico lhe deu?
— Ele disse para eu procurar o senhor!


Sabe qual a diferença entre um dentista e um sádico?
O sádico tem revistas mais novas.


A jovem e bela senhora chega em casa e, ao trocar de roupa, percebe que está sem calcinha. Preocupada, liga então para a enfermeira do médico que tinha visitado naquela tarde:
— Eu acho que esqueci uma peça de roupa aí no consultório. Por acaso você encontrou?
— Lamento, dona Sônia, mas não encontrei nada.
— Ah, meu Deus, então devo ter deixado no dentista!

Dinheiro

O sujeito está andando na rua quando um mendigo velho e sujo pede 1 real para tomar um café. O homem se vira e diz:
– Venha comigo até o bar que eu lhe pago um drinque.
– Obrigado, eu não bebo – diz o mendigo. – Eu só quero 1 real para tomar um café.
– Olha, eu lhe dou um maço de cigarros e um charuto, se você quiser.
– Eu não fumo, só quero 1 real para o café – pede o maltrapilho.
– Vamos fazer uma coisa. Estou indo àquela casa lotérica ali na esquina e quero que você faça uma aposta. Se der o número, o prêmio é seu.
– Eu não jogo – diz o mendigo.
Finalmente o sujeito diz:
– Meu caro, vou levá-lo à minha casa. Quero que você conheça minha mulher. Ela vai lhe fazer o melhor café que você já tomou.
– Mas por que o senhor faria uma coisa dessas?
– Simples. Eu quero que ela conheça alguém que não bebe, não fuma e não joga, e veja o resultado...

Frederico G. Junior, Rio de Janeiro (RJ)

Sexo e grana eram tudo para aquele sujeito, que era louco por mulheres de 40. Tanto assim que resolveu um dia morar na Escandinávia, atrás de coroas suecas, dinamarquesas, norueguesas...


Um sujeito está tentando escolher, entre três mulheres, uma com quem deva se casar. Dá 1 000 reais a cada uma. A primeira vai à butique, torra 800 reais e põe 200 reais no banco; a segunda gasta 200 reais e deposita 800 reais; e a terceira guarda os 1000 reais na poupança. Com qual delas ele se casa?
Com a que tem a bunda mais bonita, claro.


O presidente de uma companhia americana de bebidas em lata consegue uma audiência com o papa.
— Santidade — diz —, pago 1 milhão de dólares se, na oração, em lugar de "pão nosso" constar "o refrigerante nosso de cada dia nos dai hoje"...
— Blasfêmia! — reage o pontífice — Retire-se imediatamente!
— Dez milhões de dólares! — insiste o empresário.
— Ponha-se para fora, já!
— Cem milhões!
A um aceno do papa, a Guarda Suíça arrasta-o.
— Me contem, me contem! — o americano esperneia. — Eu só queria saber quanto foi que a indústria de panificação ofereceu!


O lado injusto do neoliberalismo é que despreza o homem e dá toda importância ao mercado, ao lucro e à mulher.


Se o jogo for legalizado no Brasil, eis uma receita infalível para se sair de qualquer cassino com uma pequena fortuna: entrar com uma grande fortuna.


Era um malandro acabado, famoso por morder dinheiro de todo mundo e jamais pagar. Uma tarde, aparece na casa de um amigo:
— Olá, Alberto. Aqui está o Horácio, seu amigo do peito. Aposto 10 milhas como você não adivinha o que vim fazer aqui!
— Já sei, já sei — responde o outro, calejado. — Você veio aqui, mais uma vez, tentar morder uma grana...
— Nada disso, Alberto. Passei aqui só para lhe dar um abraço. Viu? Perdeu a aposta! Pode passar o dinheirinho.

Espertezas

Novinha, a garota prepara-se para a sua primeira festa. Antes de sair de casa, pede conselhos à mãe.
– Se os caras começarem a insistir muito, filha, você pergunta qual vai ser o nome da criança. Isso bota os marmanjos pra correr, pode crer.
Tranqüila, a ninfeta se despede. Já na festa, no meio da pista, vira-se um rapaz e pergunta a ela:
– Vamos lá naquele jardim atrás da piscina?
– Vamos! – diz ela. Quando o moço começa a botar a mão onde não deve, ela pergunta:
– Que nome a gente vai dar à criança?
O rapaz diz que esqueceu a carteira no bar e vai saindo mais que depressa. A cena se repete algumas vezes com outros caras até que, altas horas, ela vai com um moço mais experiente para o jardim. Depois de beijinho aqui e ali, ela solta a pergunta.
– Qual será o nome da criança? Ele começa a abrir o vestido dela, que insiste:
– Qual será o nome da criança?
O rapaz tira todo o vestido dela e as calças dele.
– Qual será o nome da criança? – grita ela.
– Aaaah... ahhhh... – responde o cara.
Após o serviço feito, ela pergunta mais uma vez:
– E agora? Qual será o nome do nosso filho? Ele, triunfante, tira devagar a camisinha cheia, levanta no alto, dá um nó bem firme e diz:
– Se conseguir sair daqui vai se chamar McGyver!

Nelson H. Nunes, São Paulo (SP)


Um brasileiro e um argentino acharam uma lâmpada mágica. Cada um tinha direito de fazer um pedido. O argentino ganhou o par-ou-ímpar e começou.
– Queria que fosse construído um muro bem alto em volta da Argentina, para que nenhum brasileiro conseguisse entrar – propôs.
Desejo atendido. Na vez do brasileiro, ele chama o gênio num canto e pergunta:
– O muro é bem alto?
– Sim, meu amo – disse o gênio.
– Dá pra pular?
– Não, meu amo. Não dá.
– Tem caco de vidro em cima?
– Sim, meu amo – respondeu o gênio, já curioso.
– Também tem aquele arame farpado em volta?
– Sim, meu amo...
– Então enche de água!

Oswaldo R. Teles, Caxias do Sul (RS)


O telefone toca na Loja de Calçados Coimbra e o gerente atende. Uma voz pergunta:
— De onde fala?
— É da Loja de Calçados Coimbra.
— Ih, acho que errei o número.
— Não tem problema... É só trazer até aqui que nós trocamos.


Um homem caiu do vigésimo andar de um edifício e, enquanto caía, gritava em desespero:
— Abaixo o governo! O governador é ladrão!
Uma senhora que estava numa janela perguntou-lhe por que fazia tanto escarcéu.
— Estou tentando ser preso antes de me espatifar no chão!


O apresentador do circo anuncia:
— Agora, a mulher mais corajosa do mundo vai se deitar dentro da jaula e este tigre vai lambê-la inteirinha.
O tigre lambe, a platéia vibra. E o apresentador:
— Tem alguém com coragem para fazer o mesmo?
Um rapaz grita lá do fundo:
— Eu tenho, mas tira o tigre daí!


Durante uma peça, um ator devia queimar uma carta em cena, mas esquece o fósforo nos bastidores. Isso seria a deixa para a entrada de outro ator. Para remediar, rasga a carta. O outro ator entra em cena e declama:
— Nossa! Mas que cheiro horrível de papel rasgado!!


O anjo aparece para um homem e diz:
— Venho avisar-te de que a morte está te procurando. Trata de sumir!
O sujeito vai para casa e então conta à mulher.
— Temos de despistar — ela sugere. — O negócio é você não ir trabalhar e só ir a lugares aonde nunca foi. Vá jogar sinuca, por exemplo, tire a gravata e ponha jeans bem usados e uma camisa com flores. Assim a morte não vai te reconhecer.
Ele faz tudo isso e ainda mete uma peruca e uma barba postiça. Passa o dia e a noite jogando sinuca. De madrugada, a morte chega ao bar, cansada paca, senta-se, olha a hora, toma uma cerveja e resolve, decidida:
— Se daqui a meia hora não achar o sujeito que estou procurando, levo esse hippie aí!


Manuel, após muito procurar, acha a garota com que sempre sonhara: só queria transar com ele, dia e noite. Entusiasmado, não pensa duas vezes: pede-a em casamento.
— Mas, meu bem, você não se importa que eu seja uma ninfomaníaca?
— Não tem problema — diz o Manuel, perdidamente enamorado. — Admito que você continue roubando de vez em quando, desde que me seja sempre fiel.


O avião entra em pane e ele chama a torre de controle. O controlador de vôo pergunta:
— Qual é sua altura e posição?
— Um metro e setenta e estou sentadinho de pernas abertas.


O motorista dirigia o carro rumo ao litoral quando é detido por um guarda rodoviário por estar com as lanternas traseiras apagadas.
— Sargento, que tragédia!
— Que é isso, meu senhor? Eu nem vou multá-lo. Afinal, trata-se de uma pequena infração.
— Para o senhor pode ser pequena infração. Mas para mim significa que perdi o trailer com minha mulher e os quatro filhos!


Todos os que conheciam aquele rapaz com fama de ser muito burro ficaram surpresos quando ele se candidatou a um emprego de astronauta na Nasa. E mais ainda quando ele foi imediatamente aceito.
— Você vai à Lua em companhia de um macaco — explicou ao rapaz o cientista encarregado dos vôos espaciais.
Em seguida levou-o para observar o treinamento do macaco e para aprender suas funções na missão. Com os olhos arregalados, o rapaz viu o macaco, a cada vez que se acendia uma lâmpada verde no painel de instrumentos, girar uma manivela. Quando se acendia uma luz vermelha, o macaco apertava um determinado botão e, quando a luz era azul, ou amarela, ou roxa, acionava outros botões ou girava manivelas.
— E eu, o que é que vou fazer? — perguntou ele.
— Você vai ficar de olho naquele relógio — disse o cientista — e, a cada 4 horas, dará uma banana ao macaco.


Quase todos os dias o cidadão entra na movimentada agência bancária e deposita em sua conta 20 000 reais, deixando o gerente cada dia mais curioso sobre sua fonte de renda.
— Sou apostador — responde o cliente ao gerente quando este se anima a perguntar o ramo de negócios do depositante.
— Cavalos, jogo do bicho, cartas...
— Ora, isso tudo é muito vulgar. Eu sou profissional!
Ante a expressão de espanto do bancário, o homem prossegue:
— Por exemplo: aposto 20 000 reais que o senhor tem uma pinta na bunda.
O gerente, entre indignado e surpreso, mas já sabendo que ganharia a aposta, concorda com o cliente e aceita sua sugestão de um encontro para o dia seguinte, quando verificariam o assunto da aposta.
Na hora marcada, o cliente aparece acompanhado de um homem que apresenta como tabelião. O gerente leva-os a seu gabinete e, sem delongas, prova que não tem nenhuma pinta na bunda. Enquanto sobe as calças, comenta:
— Muito bem, sinto dizer que com esta demonstração o senhor perdeu 20 milhas.
— Muito pelo contrário. Este senhor que me acompanha me daria 40 000 se eu fosse capaz de obrigar o gerente do banco a baixar as calças.


Tentaram assaltar a padaria. O dono se atracou com os ladrões e um deles arrancou-lhe uma orelha. No hospital, o médico vem com a orelha na mão e diz que é possível reimplantá-la. O padeiro reage:
— Mas essa não é a minha orelha!
— E por que o senhor acha que não?
— Porque a minha tem um lápis enganchado!


E existe ainda o psicoteste exemplar, preenchido pelo irmão da Maria: "Complete as seguintes frases:
a) A união faz... açúcar.
b) Pedro comprou dez laranjas. No caminho de casa achou mais cinco. Ele ficou com... tente.
c) As fitas são medidas em... roladas.
d) Basquete é bola na cesta, futebol é bola no... sábado".

Espertezas

De repente, num pequeno descuido, o relógio banhado a ouro escorrega da mão dele e começa a cair da varanda do 15º andar para se espatifar no asfalto. Ele desce as escadas em alta velocidade. No caminho, cruza com o vizinho:
— Ué, aonde vai com tanta pressa?
— Pegar o relógio que está caindo.
— Acho que não vai dar tempo.
— Dá, sim, ele está 10 minutos atrasado.


A velhinha entra no quartel e vai direto para o escritório dos oficiais:
— Capitão, eu vim visitar o meu neto, Sérgio Ricardo. Ele serve no seu regimento, não é?
— Serve, sim, mas hoje pediu licença para ir ao enterro da senhora.


Condenado a dez anos de reclusão, ele é avisado pelo carcereiro de que tem o direito de levar consigo aquilo de que mais gosta.
— Cigarros, pelo amor de Deus, não consigo ficar sem fumar.
Dez anos depois, quando abrem a porta de sua cela, ele pergunta, trêmulo, ao guarda:
— Tens fogo?


Um jornalista vai entrevistar a jovem atriz no hotel. Quarenta minutos de espera depois, resolve telefonar ao apartamento dela.
— Desculpe, mas não consigo sair do quarto — ela diz.
— Mas o que houve? — ele pergunta, preocupado.
— Bem, é que neste apartamento há três portas. Uma é a do toalete, a outra é do armário e na terceira tem uma plaquinha onde está escrito "Não perturbe".


Após um naufrágio no Pacífico, três homens batem, exaustos, numa ilha cujos habitantes, temíveis canibais, usam a pele humana de inimigos e forasteiros para fabricar canoas. Um deles, antropólogo, consegue negociar com o chefe da tribo:
— Muito bem, vocês podem fazer qualquer tipo de pedido — concede o chefe. — Se pudermos atendê-los, vocês morrem. Caso contrário, estarão livres para ir embora.
Após o sorteio, o primeiro pede, espertamente:
— Quero um vinho Liebfraumilch, safra 99, geladinho.
Canibaizinhos correm, levantando poeira. Em meia hora voltam com o vinho no ponto e o homem é esfolado. O segundo tenta outra tática:
— Quero comer escargots dando voltas na ilha a bordo de um Citroën.
De novo corre-corre, buzinadas. O homem dá sua volta, come os bichinhos mas também vira canoa. Chega a vez do último:
— Quero um garfo, quero um garfo — grita ao lado dos despojos dos companheiros.
Os canibais, sem nada entender, lhe dão o tal garfo.
O homem nem pisca. Passa a desferir garfadas na barriga, nas pernas e braços, gritando:
— Vai fazer canoa o cacete.


Em pleno meio-dia, sob um sol de rachar no Deserto do Saara, encontram-se dois viajantes, ambos carregados. O primeiro vem com um armário na cabeça e o segundo traz uma enorme bigorna.
— Este armário — explica o primeiro — é uma proteção. Se aparecer um leão, eu entro e tudo bem.
— A bigorna também é por causa dos leões — esclarece o segundo. — Se parecer algum, eu jogo esse negócio fora e posso correr duas vezes mais depressa.


E tem o caso do sujeito que se queixava de falta de ar e o médico o mandou aparar o bigode.


No guichê da Rodoviária de São Paulo, ele presta atenção no jeito do rapaz que estava à sua frente pedindo a passagem ao vendedor:
— Aparecida, ida.
Ao chegar a sua vez:
— Ubatuba, uba.


Três homens, um brasileiro, um inglês e um americano, estão num navio que começa a naufragar. No momento de pular para os escaleres, o inglês grita:
— Primeiro as mulheres e as crianças!
O americano olha para ele e diz:
— F... as mulheres!
E o brasileiro:
— Dá tempo?


O espetáculo do dia é a luta meio injusta do leão contra o prisioneiro Caius. Quando o leão entra na arena, Caius sai correndo em velocidade espantosa, dá três voltas na pista e depois pára, descansando. O leão vem correndo atrás dele e, quando está quase chegando, alguém berra das arquibancadas:
— Corre!
Caius não se abala:
— Ainda tenho duas voltas de vantagem!


O rapaz resolve entrar para o ramo de calçados. Assim que a loja é inaugurada, um freguês pergunta:
— Tem sapato de crocodilo, moço?
— Ora, depende. Que número ele calça?


O torcedor do Fluminense, desolado, tropeça numa lâmpada mágica. Esfrega-a. Surge um gênio, que lhe concede um único pedido.
— Quero — diz ele ao gênio — que me traga de volta um grande amigo que perdi há vinte anos...
— Vinte anos? Impossível!!! O máximo do meu poder são dez anos, no limite. Lamento, mas... faça outro pedido.
O torcedor não pensa duas vezes:
— Quero então que o meu Flu seja campeão brasileiro.
O gênio pára uns segundos, pensa, torce o nariz e pergunta:
— Bem... como é mesmo o nome do seu amigo?

Espertezas

Depois de meses no mar e, finalmente, deleitado entre as nativas, ordena Cabral ao escrivão Caminha:
— Dize aí a El-Rey, ó Pero, que desta vez verdadeiramente encontramos o tal caminho das índias!


Na baixa Idade Média, um concurso de flecha-ao-alvo. Um menino, com uma maçã na cabeça a 25 metros do primeiro concorrente. Flechada certeira, maçã cortada ao meio. O arqueiro apresenta-se:
— I'm Robin Hood!
Segundo concorrente, menino a 50 metros, metade da maçã na cabeça, outra flechada certeira, metade cortada na metade. O arqueiro apresenta-se:
— I'm William Tell!
Terceiro concorrente, menino a 100 metros, metade da metade da maçã na cabeça, flechada no meio da testa do portador do alvo. O arqueiro:
— I'm sorry!


Eles estão num caminhão quando deparam com a placa: "Túnel, altura máxima: 2,5 metros". O caminhão tem 3 metros de altura. Um olha para o outro e manda ver: "Já que ninguém tá olhando, vamos passar".


Fagundes está consertando uma fossa quando despenca dentro dela. Quase a se afogar, grita, desesperado:
— Socorro! Incêndio! Incêndio!!
O vizinho escuta e chama os bombeiros, que chegam em poucos minutos. O comandante não vê fumaça, olha o Fagundes e indaga, seco:
— Então, onde está o fogo?
E Fagundes, já quase submerso:
— Fogo coisa nenhuma! Se eu gritasse "Merda! Merda!", quem viria me salvar?


E tem aquela do sujeito que faz amor com a namorada e, quase chegando lá, pergunta:
— Tu estás a gozar?
— Não, estou levando a sério!


Visitando o setor de expedição da fábrica para inspecionar o carregamento de vasos de cristal que acabam de ser produzidos, o gerente se aproxima do novo empacotador, recém-contratado:
— Muito bem, sr. Joaquim, vejo que o senhor fez exatamente como mandei. Colou no alto de cada caixa o adesivo com o "Este lado para cima".
— Sim, não me esqueci da sua recomendação — responde sorridente o funcionário. — E, para maior segurança, colei também no fundo de cada uma delas!


—Como é que é? Não viu o semáforo fechado? — grunhe o guarda, parando o motorista infrator.
— O semáforo eu vi, sim, seu guarda. O que eu não vi foi o senhor.


—Por favor, me joga uma corda que eu estou me afogando!
— E além disso ainda quer se enforcar!


O caipira entra na loja de ferragens e pede uma tomada.
— Você quer uma tomada macho ou fêmea? — pergunta o balconista.
— Sei não, seu moço! Eu queria uma tomada pra acender a luz e não pra fazer criação!


Hoje acordei um verdadeiro trapo, um lixo! — queixa-se Humberto ao amigo. — Estava tão mal que decidi me suicidar tomando 200 aspirinas!
— E aí? O que deu errado?
— Sei lá... Só sei que na segunda já comecei a me sentir bem melhor.


Manuel atende o celular:
— Maria! Como foi que você descobriu que eu estava aqui no motel?


Famosos

Do alto da gávea da caravela de Cabral, brada o marinheiro:
— Teta à vissssstaaaa!!!


Enigmas da literatura brasileira: o que tanto bebera na véspera a Capitu para acordar no outro dia com aqueles olhos de ressaca, oblíquos e dissimulados?


Naquele dia, em Patópolis, Huguinho, Zezinho e Luisinho ganharam uns trocados do Tio Patinhas e resolveram comer um sanduíche no Pato Donald's.


Na verdade, Branca de Neve e o Príncipe não viveram felizes para todo o sempre. O casamento, aliás, durou só nove meses, o mesmo tempo que ela levou para dar à luz um anãozinho.


Hillary e Chelsea têm uma conversa franca, de mãe para filha:
— Quer dizer, filha, que você vai passar estes dias conosco, de férias da universidade... ahn... E, por falar em universidade... ahn... você já fez sexo, filha?
— Claro que não! - Chelsea responde prontamente. E conclui: — Pelo menos não como o papai o entende!


De volta a Lisboa, depois de descobrir o Brasil, Pedro Álvares Cabral está nos braços da amante quando de repente alguém bate na porta. Olhando por uma fresta, ele quase desmaia: é a sua mulher.
— Ai, Jisus! — murmura. — Fui descoberto!


Como dizia o doutor Alzheimer:
— Bem, se não me falha a memória...


Aposentada, hoje a Hortência só arremessa às sextas.


Sabe qual a diferença entre Michael Jackson e um saco de supermercado?
Um é feito de plástico e é perigoso para crianças; o outro serve para a gente carregar as compras.


Sabe por que o Tio Patinhas é o sovina mais famoso do mundo?
É que ele nunca deu uma.


Manchete do fim do mundo:
"Arca de Noé naufraga. Não há sobreviventes."


Ato falho de Cabral, de volta ao lar, depois de meses de além-mar, aonde fora descobrir o Brasil. Convidando a mulher ao quarto, murmura, sôfrego:
— Ai, Maria, que saudade! Vai, vai logo tirando a tanguinha

Famosos

Quem inventou a braguilha?
Mozart, claro. Quando procurava uma abertura para sua flauta encantada.


—Brrrr! — disse o lobo, agarrando Chapeuzinho Vermelho. — Eu vou te comer!
— Que saco! — respondeu Chapeuzinho. — Ninguém mais pensa em sexo nesta floresta!


E o feminismo chega à selva:
— Me Jane! You Tarzan!


Por que Bach tinha tantos filhos?
Porque não sabia como desligar o órgão.


—Ai!!! — berra a donzela.
— Desculpe, desculpe... — sussurra o Conde Drácula, interrompendo o cunilíngua.


E o camundongo Mickey quase morre de ciúme ao ver a namorada usando uma minnie-saia.


Que faz o Hugh Grant para acender a luz, depois de fazer amor?
Abre a porta do carro.


Adivinhe quem é o ator de Hollywood que já penetrou em todas as colegas de estúdio e nunca ao menos foi acusado de assédio sexual.
O Gasparzinho, é claro.


Tarde da noite, Hillary cutuca Clinton:
— Você pode pegar um copo d'água pra mim?
Ele acorda irritado:
— O quê? Eu sou o presidente e não vou me levantar para pegar água pra ninguém a esta hora.
Hillary suspira e se levanta:
— Está bem, Bill, eu vou lá. Mas, por favor, pelo menos guarde o meu lugar.


"Que tripas!"
(Frase atribuída a Jack, o Estripador)


Tarzan adorou: na festa junina da selva, Jane roubou a cena, com seu lindo vestido de chita.


Sabe o que deixa fulo o filho do camundongo Mickey?
É ver a Minnie pegando em outro mouse.
Famosos

Não fosse a roupa vermelha, o barrete e o saco às costas, ninguém o teria reconhecido no Natal. Sem um fio de pêlo branco era o novo Papai Noel: passara rena nos cabelos.


Ao ver, depois de meses de mar e privação, aquelas índias belas e concupiscentemente nuas, diz Cabral ao seu escrivão:
— Vai, Caminha, vai! Registra aí todas essas descobertas!


E a linda indiazinha tupi da época do Descobrimento confessava à amiga estar apaixonada por um português recém-chegando, um tal de Pero Vaz:
— Pois é, querida. Dia sim, dia não, estou indo pra Caminha.


Decepcionada com a performance sexual do super-herói, a parceira desabafa:
— Sabe? Você no máximo poderia se chamar de Homem-Arranha.


Édipo, a Jocasta:
— Incrível, querida, mas esses teus seios me dão uma incômoda sensação de déjá vu.


Tamanho o gozo, tamanho o gemido da Marquesa de Santos que Dom Pedro I, preocupado, sussurra:
— Não exagera, Domitila... Desta vez, acho que ouviram no Ipiranga!


Nas livrarias, em breve, a versão explícita da obra de José de Alencar: Iracema, a Virgem dos Grandes Lábios de Mel.


—Mas, seu Lobo, e para que esse pênis tão grande?
— Arrá! — ruge o lobo. — Isto é para...
É quando entra, afobada, Chapeuzinho:
— Vovó! Vovó! Deixa pra lá! Depois eu lhe explico!


Como será o Caetano, daqui a uns trinta anos? Velhoso.


Dureza foi a noite de núpcias de Jor-El, o pai do Super-Homem. A mulher tinha um super-hímen.


Contos de Grimm:
— Oh, Mamãe Gansa, que é feito de teu marido?
— Ah, minha boa amiga Pata... Pois não é que o pobrezinho morreu afogado?


Quem foi o homem mais potente de todos os tempos?
Cristóvão Colombo, claro. Pois se até os ovos o gajo punha de pé!


Provérbios de PLAYBOY.
"Ao Tyson nunca dê ouvidos."


E a última novidade da informática deixa o camundongo Mickey furioso: é a Minnie Mouse, que qualquer micreiro pode apalpar.


—P osso contar aquela do Arnold Schwarzenegger?
— Não, não conta! É muito forte!


E as integrantes da Fundação Lorena Bobbitt chegam, enfim, à escolha do seu lema: "A mão que afaga é a mesma que decepa".


Frustrada, a mulher de Colombo:
— Escuta aqui, ó Cristóvão. Não é o ovo que tu deves pôr em pé!


O Saci? Adora pererecas


Flash Gordon e sua namorada Dale Arden vão para a cama. Mal se abraçam:
— Já, Flash?


Pois é — comenta Drácula com Nosferatu —, são os novos tempos da Aids... Quando nos imaginaríamos usando presas descartáveis?


Recente pesquisa mostra que o Mike Tyson precisará lutar mais 1 368 vezes contra o Evander Hollyfield para acabar de comê-lo todo.


Sabe o que diz o Clinton às estagiárias quando elas deixam o Salão Oval da Casa Branca?
— Bye, baby! ...E cuidado para não bater a cabeça na escrivaninha, sim?


Diz o Bill:
— Vai, faz sexo oral comigo, faz! Mas nada de abrir a boca, hein?


Drácula vai ao banco de sangue:
— Vim sacar 250 mililitros.
Idosos

0Um velho cubano, de 83 anos, está à beira da morte num
0 hospital dos EUA. Ele então faz um último pedido antes de
0 partir:
0 — Gostaria de dar um último beijo na bandeira de Cuba.
0 Procuraram por todos os cantos e não acharam nada. A
0 única que apareceu foi uma bandeira tatuada na bunda de
0 uma jovem enfermeira.
0 — Meu pai era cubano e tatuou em mim esta bandeira.
0 Levaram a enfermeira ao quarto. Ela, muito sem jeito,
0 despiu-se para o velho. Com aquela bundinha arrebitada, o
0 velho foi logo beijando a bandeira: SMACK, SMACK...
0 Depois de vários beijos pediu à enfermeira:
0 — Agora vire-se para que eu possa beijar o Fidel!

0 Jonatas Conterno, Porto Alegre


A grande atração da feira é, sem dúvida, a barraca do Mister Phabulla. Nela, um jovem bonitão que diz ter 200 anos vende um milagroso elixir da longa vida.
— Não acredito! — comenta um velhinho com a assistente do Mister Phabulla, uma jovem loura e bonita. — Me conte a verdade, moça: ele tem mesmo a idade que diz ter?
— Para lhe ser franca, tenho minhas dúvidas. Afinal de contas, só o conheço desde 1841...


Três idosos senhores reúnem-se no fim de tarde na pracinha e passam a comentar suas mazelas. Os dois primeiros relatam seus problemas de coluna, visão e audição. O terceiro ouve tudo calado, até que chega sua vez:
— Pois tudo que vocês têm não é nada. Vejam que ontem chamei minha mulher de 18 anos para fazer amor, e ela espantou-se. "Mas, querido", me respondeu, "não faz ainda 1 hora que saímos da cama." Viram como estou? É terrível! Ah, essa minha memória!


Um senhor de meia-idade canta uma gatinha:
— Vamos até uma ilha deserta?
— Me respeite. O senhor podia ser meu pai!
— Podia! Mas não sou. Sua mãe também não quis ir até uma ilha deserta comigo!!!


O cérebro convoca os órgãos do corpo para sua convenção anual. Depois de um rigoroso check-up dos sistemas, a sessão é aberta aos debates e comunicados:
— Eu gostaria de anunciar — levanta-se o coração — que pretendo me aposentar. O meu dono adora frituras e todo esse acúmulo de gorduras está obstruindo minhas artérias.
— Vou examinar seu pedido — responde o cérebro. — Quem é o próximo? Levante-se por favor.
— Eu! — fala o estômago. — Esse cara há trinta anos come toneladas de pimenta e eu não agüento mais. Requeiro minha aposentadoria.
— Pensarei no seu caso — diz o cérebro. — Vamos ao próximo!
É quando uma vozinha fraquinha se ouve lá de trás.
— Quem é você? — o cérebro esbraveja. — Levante-se, ora!
— Bem... — a voz sem forças mal consegue ser ouvida. — Se eu pudesse me pôr em pé, não estaria me aposentando.


Recém-contratado, o velhinho nordestino, mirrado e baixinho, abatia vinte vezes mais árvores que todos aqueles musculosos lenhadores canadenses juntos. Mal podendo crer em seus próprios olhos, o dono da madeireira vai falar com ele:
— Seu Severino, em quarenta anos neste ramo, nunca vi nada igual! Onde o senhor aprendeu a lidar com o machado desse jeito?
— No Saara.
— Como assim? No Saara não tem árvores.
E Severino, modesto:
— Pois é, mas tinha.


Um velho metido a conquistador entra num ônibus:
— Vou me sentar aqui ao lado dessa garota bonita!
— Só que eu vou me levantar, seu velho gaiato!
— Gaiato e mentiroso!


Garcia, milionário já nos seus 70 anos, casa-se com uma deliciosa garota de 18.
— Ah, seu malandro! — diz-lhe um amigo, no clube. — Conta, conta como você conseguiu faturar aquela ninfeta linda!
— Simples, muito simples — Garcia explica. — Falei pra ela que tinha 90...


O senhor idoso entra no elevador do edifício onde mora a jovem amante.
— Sobe! — fala o ascensorista.
— Deus te ouça, meu filho. Deus te ouça...


O velho líder de uma pequena comunidade de esquimós do Alasca costumava transmitir aos jovens toda a sua sabedoria e experiência meticulosamente acumuladas ao longo de 82 anos de vida. Um dia é surpreendido pela pergunta de um jovem:
— Que sensações e emoções poderiam estar escondidas atrás do bico do seio de uma mulher?
O velho fica calado por alguns segundos com o olhar perdido na imensidão do horizonte branco do Ártico procurando na memória algo muito distante. E resume, com sabedoria:
— Ele pode ser a ponta de um iceberg. Ou o topo de um vulcão adormecido.


Diz o marciano já coroa ao amigo da mesma idade:
— Sabe, Kfstghxl, mulher depois de 20 anos pra mim não serve. Tem de ser bem verdinha!


Depois de confessar ao médico que julgava estar ficando impotente, o velhinho deprimido escuta o doutor que, pacientemente, lhe explica que, à medida que passam os anos, as funções vitais do corpo vão aos poucos se enfraquecendo.
— É perfeitamente normal que o desejo sexual diminua. O senhor não deve absolutamente ficar preocupado. Relaxe e verá que as coisas vão melhorar. Além do mais, me diga: quando começou a se dar conta do problema?
— Bem... ontem à noite, três vezes. E hoje pela manhã de novo.


O médico aconselha ao velhinho:
— O senhor precisa maneirar. Sexo na sua idade tem que ser com muita moderação. Afinal, 80 anos são 80 anos!
— Mas tenho muitos amigos de 82, até 85 anos, que falam que mandam ver todos os dias.
— Mas isso o senhor pode fazer também. Suas cordas vocais estão perfeitas!


O cavalheiro já tinha passado dos 50 havia vários anos, mas resolveu testar se ainda agüentava o recorde sexual de sua juventude: sete vezes numa única noite. Numa tarde de domingo, chamou a mulher para a cama e puseram mãos à obra. A primeira vez foi uma beleza. A segunda já exigiu uma pausa, uma cervejinha, uns salgadinhos para restaurar. Depois da terceira, jantaram. Ele puxou então uma pestana e, quando acordou, atacou pela quarta vez. E assim foram indo, entre um cochilo e outro, até que, alta madrugada, ele finalmente igualou o recorde. E mergulhou no chamado "sono dos justos". De manhã, tomou um banho, botou o terno e foi para o trabalho com o maior sorriso, pedindo desculpas pelo atraso.
— Esqueça o atraso dessa manhã — resmungou o chefe. — Só quero saber por que você faltou a semana passada inteira.


Um executivo amigo nosso leva sua secretária todas as noites para a cama — para o caso de ter uma boa idéia durante o sono...

Idosos

—Um milagre, um milagre! — grita emocionado o velhinho, acordando a mulher no meio da noite. — Imagina que quando fui ao banheiro, ainda agora, a luz se acendeu sozinha, sem que eu mexesse no interruptor... e depois, quando acabei, ela se apagou sozinha de novo. Um milagre.
— Que milagre coisa nenhuma — retrucou a velhinha enfurecida. — Você mijou na geladeira de novo!


O casal de velhinhos assiste ao programa de TV de um famoso pregador milagreiro.
— Agora, meus irmãos, podereis voltar a ser inteiros! Rezai comigo, pois a fé remove montanhas. Peço aos que estão doentes que ponham uma mão sobre minha imagem no vídeo e a outra sobre a parte do corpo que necessita de cura.
A velhinha toca o vídeo e o estômago; e o velhinho toca a virilha. A velhinha estrila:
— Alfredo, não seja bobo. O reverendo falou em curar os doentes, não ressuscitar os mortos!


Dois velhos músicos comentam suas doenças:
— Tenho reumatismos agudos que me fazem sofrer — diz o primeiro.
— Você tem sorte — diz o outro.
— E por quê?
— São agudos, não podem ser graves.


O velhinho de 75 anos sai todo satisfeito do quarto da garota que sustenta há algum tempo e, na porta do apartamento, se despede:
— Se prepara que dentro de um mês já estarei de volta, minha gatinha...
— Seu velho tarado... Você só pensa nisso???


E o diretor do museu propõe à namorada:
— Que tal um vovô-e-vovó?


Um senhor de 60 anos fica sabendo que a bela atriz termina a peça com um enlouquecedor strip-tease. Por isso, liga para o teatro e pede um lugar na primeira fila. À noite, quando chega à bilheteria, quer se certificar de que haviam atendido ao seu pedido:
— O lugar que me reservaram fica bem perto do palco?
— Sim, senhor. Se fosse um pouquinho mais para a frente, seu nome estaria no programa.


Dois velhinhos aposentados estão no parque atirando milho para os pombinhos quando passa uma gatinha deliciosa, sem sutiã, minissaia minúscula. Um deles não resiste e suspira:
— Ah, como eu queria ter de novo 20 anos...
— Tá doido? — ralha o outro. — Por 3 minutos de prazer precisar trabalhar mais 35 anos?


No dia do seu aniversário, o velhinho acorda, tira o pijama e olha as mãos:
— Mãos, vocês fazem hoje 100 anos!
Olha os pés:
— Pés, vocês completam hoje 100 anos!
E a barriga:
— É, barriguinha, hoje é o seu aniversário: 100 anos!
Por fim, dá uma olhada entre as pernas:
— É, companheiro, você estaria completando hoje 100 anos, se estivesse vivo!


Em seu harém, implora o velho sultão:
— Calma, meninas, calma! Não sou poliglota.


O senhor de 91 anos entra num bordel e a dona da casa se espanta:
— Vovô! O que está fazendo aqui?
— É claro que vim transar!
— Mas, vovô — ela insiste, paciente —, isso já foi!
O senhor coça a cabeça, intrigado, e fala:
— Bem... e quanto estou lhe devendo?


—Então, titia, é menina ou menino? — pergunta o parente recém-chegado da capital para o batizado do primo do interior.
A velhinha de 82 anos, viúva desde os 15 e que nunca mais havia se casado, puxa a fraldinha do bebê, observa por um instante e responde, assanhada:
— Ah! Se não me falha a memória, é menino!


Durante um forte vendaval, o policial vê uma velha senhora parada numa esquina, segurando seu chapéu com todas as forças, enquanto o vento levanta seu vestido e revela toda a sua intimidade. Por isso, o policial vai até lá e faz o alerta:
— A senhora fica segurando o chapéu em vez de segurar o vestido... Agora todos ficam olhando tudo o que a senhora tem aí.
— Escute, rapaz. O que eles estão vendo tem 80 anos. Mas este chapéu aqui é novinho em folha.


O momento mais dramático da vida de um sessentão é aquele em que ele canta uma maravilhosa garota de 18 anos. E ela topa.

Infidelidade

O proprietário de vários cavalos de corrida chega em casa e encontra sua mulher na cama com seu jóquei. Frio, controlado, dirige-se a ele e diz:
— Pode começar a procurar outro emprego, Jarbas. Essa foi a última vez que você montou para mim.


Duas noites seguidas, no meio de um sono muito agitado, o sujeito deixa escapar um nome feminino: "Diana..." Na terceira vez, a mulher, que se chama Teresa Cristina, resolve acordá-lo com uns trancos.
— Não se preocupe, querida — diz ele. — Diana é o nome da égua favorita no quarto páreo de domingo.
Quando ele volta do trabalho, a mulher parece ainda mais furiosa.
— O que foi agora, benzinho?
— Tua égua telefonou desmarcando o programa do sábado.


—De que morreste, filho? — indaga São Pedro, à porta do céu.
— De tosse, meu santo.
— Foi bronquite, tuberculose?
— Não, foi que resolvi me engasgar logo dentro daquele guarda-roupa!


—Ora, padre — tenta explicar-se Egídio, no confessionário —, procurei o sexo fora do casamento porque, dentro, nem o senhor nem os convidados iriam permitir.


Chegando inesperadamente em casa, o marido flagra a mulher na cama com o amante:
— Calma, calma, querido — ela se antecipa. — Não estamos fazendo nada demais. É apenas uma relaçãozinha imprópria!


Desconfiado da fidelidade da sua mulher, o marido resolve contratar um detetive particular. Dá a dica de um motel onde ela poderia estar e manda o detetive ficar de olho para dar o flagrante:
— Não deixe a cretina escapar que eu tô de olho lá na esquina!
O homem fica na expectativa por mais de 1 hora. De repente, vê o detetive dando a maior surra numa mulher.
— Espera aí! Essa não é a minha mulher!
— Mas é a minha! — berra o detetive.


O mais mulherengo e cafajeste de todos os homens da paróquia ajoelha-se no confessionário:
— Vim me confessar, seu padre.
— Quais são seus pecados, meu filho?
— Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta paróquia.
— Diga-me o nome dessa senhora, meu filho.
— Isso não seria direito, padre.
— Diga-me, não foi a esposa do farmacêutico, aquela loura?
— Não, não!
— Ah, meu filho. Então foi a mulher do promotor.
— Também não.
— Ah, já sei: só pode ter sido a irmã da Dona Julinha!
— Não. Nenhuma dessas, padre.
— Se você não me confessar quem foi, eu não poderei lhe dar a absolvição.
O pecador se zanga e sai bruscamente do confessionário. Na porta da igreja encontra um amigo que lhe pergunta:
— O padre o absolveu?
— Não. Mas me deu três dicas sensacionais!


Desconfiadíssimo da mulher, o homem chega em casa mais cedo e começa a procurar, de arma na mão. Abre a porta do armário e dá de cara com o amante dela:
— O que você está fazendo aí?
— Eu vim dedetizar o armário... As traças estão comendo todas as roupas!
— Mas pelado?
— Ih... Não falei? Já comeram a minha também!


Dois amigos confidenciam:
— Você costuma falar com sua mulher quando faz amor?
— Bem... se tiver um telefone por perto, falo!


Os dois amigos se encontram no restaurante:
— Você sabe que o Rogério está hospitalizado?
— Ué, não pode ser! Ainda ontem o encontrei no baile, dançando com uma ruiva incrível...
— Pois é. A mulher dele também encontrou.


Duplamente desconfiado, da mulher e da amante, Elesbão resolve mandar as duas num mesmo cruzeiro para depois investigar como cada uma delas se comportou. Na volta, Elesbão pergunta à mulher como foi a viagem, como eram os passageiros, o que faziam — até identificar a outra.
— Como era mesmo essa mulher?
— Ah, uma sirigaita! — ela responde. — Não se passou uma noite sem que aquela mulherzinha dormisse com um homem diferente...
Meio desconcertado, Elesbão procura a amante e faz a mesma pergunta.
— Ah, essa tal coroa era uma verdadeira dama — conta.
— Como assim? Como assim? — pergunta Elesbão, meio aliviado.
— Como assim? Ora, ela subiu a bordo com o marido e durante o cruzeiro inteiro não saiu do lado dele um segundo.


A jovem mamãe fica aflita e embaraçada quando a enfermeira mostrou-lhe o bebê que acabara de ganhar: um robusto negrinho. Mas a enfermeira tratou de ajudá-la:
— A senhora explica a seu marido que seu bebê, logo depois de nascer, foi amamentado por uma ama-de-leite negra e por isso ficou assim escurinho.
A mamãe segue o conselho da enfermeira e o louro marido se satisfaz com a explicação. No dia seguinte, ele conta ao pai a engenhosa teoria da ama-de-leite. O velho dá uma risadinha e comenta:
— Agora eu entendo por que você ficou assim, meu filho. Foi amamentado com leite de vaca. Daí esses chifres.


Conservador exagerado é aquele marido que, ao surpreender a esposa na cama com um vizinho, adverte-a severamente:
— Está ficando moderninha, hein! Desse jeito, logo logo, você vai começar a fumar.


Três amigos acabam de chegar ao Céu. Lá, são abordados por São Pedro:
— Muito bem, rapazes. Quero que saibam do seguinte: quem vem para o Céu ganha um veículo de acordo com a fidelidade demonstrada na terra. Haroldo vai ganhar uma bicicleta velha porque traía a noiva cinco vezes por semana. Ivanildo fica só com um gol porque, de vez em quando, pisava na bola com a namorada. E você, Afonso, como era muito fiel a sua mulher, ganhará um Mercedes-Benz zerinho.
Um mês depois, Haroldo e Ivanildo encontram Afonso em prantos:
— Amigo, que cara é essa? Eu ganhei uma bicicleta, o Ivanildo um gol e você um Mercedes-Benz! Nós é que deveríamos estar tristes...
— É que acabei de ver minha mulher passeando num skate

Infidelidade

Cena clássica: o marido chega em casa e encontra a mulher com outro na cama. Furioso, começa a juntar suas coisas para ir embora de vez dali. Mas ela fala muito, tenta explicar.
— Mas, benzinho, entenda. Esse rapaz chegou aqui e pediu alguma coisa para comer. Fiz um prato de comida e reparei que ele estava sem sapatos, com a roupa rasgada. Apanhei aquele seu velho sapato marrom, umas camisetas desbotadas e seu jeans remendado no joelho e ofereci a ele.
— Está bem, mas o que é que isso tem a ver com você ir pra cama com ele?
— Bem, antes de ir, ele perguntou se tinha mais alguma coisa na casa que você não usasse mais.


Adauto já tinha dez filhos e prometeu que, se sua mulher engravidasse outra vez, ele se enforcaria. Não teve jeito. Um ano depois, ela estava esperando outro filho. Um de seus amigos provocou:
— Você não disse que se enforcaria se isso acontecesse?
— Pois é. Eu quase me enforquei: preparei a corda e o banco....
— E o que aconteceu?
— Bem, é que me ocorreu que talvez estivesse enforcando o homem errado


O rapaz está explicando ao médico que andava tendo uns problemas de ordem sexual:
— Não sei o que é, doutor. Depois da primeira, eu fico muito cansado; depois da segunda, sinto uma dor no peito; e depois da terceira, então, é que é o drama: sinto uma fraqueza desgraçada e minha respiração leva mais de meia hora para voltar ao normal.
— Então, por que você não desiste depois da primeira? — pergunta o médico.
— Mas de que jeito, doutor? Eu sou casado com a terceira!


Ao voltar inesperadamente de uma viagem, aquele marido surpreende sua mulher na cama, nua, nos braços de um desconhecido. Indignado, saca o revólver e já vai fuzilar o intruso quando a mulher intervém:
— Não atire, Fernando! Você quer matar o pai de seus próprios filhos?


A mulher flagra o marido na cama com a doméstica:
— Com a empregada! Que coisa mais feia!
— Sim, querida. Feia e gostosa!


Terminada a grande festa em que comemorou suas bodas de ouro, o casal de velhinhos despede-se dos últimos convidados e vai para a cama. Ela chega bem pertinho dele e sussurra:
— Querido, já que vivemos tantos anos juntos, pode me contar: já me traiu alguma vez?
— Meu amor, eu não poderia mentir para você. Sim, traí... mas foi só uma vez.
— Que pena — lamenta ela, balançando a cabeça. — Se você tivesse poupado essa vez aí, podia usá-la agora...


A apetitosa senhora explica ao encanador que está usando aquele tentador baby-doll preto em homenagem a seu amado marido que partiu... Partiu pela manhã para uma rápida viagem de negócios.


Ao chegar mais cedo em casa, o marido encontra a mulher nua na cama prostrada, respirando ofegante.
— O que houve, querida? Você não está passando bem? — pergunta, preocupado.
— Acho que é um ataque do coração — responde ela.
Ao ouvir isso, o marido corre feito um louco para o telefone para chamar um médico. Enquanto tenta discar, o filho chega perto dele e avisa:
— Paiê, tem um homem pelado no banheiro.
O marido vai até lá, abre a porta e dá de cara com o melhor amigo. Fica indignado:
— Pelo amor de Deus, Alfredo. Minha mulher está tendo um enfarte e você fica por aí assustando as crianças.


Suspeitando da fidelidade de sua mulher, que anda muito animadinha, o rapaz contrata um detetive particular para seguir a esposa. Uma semana depois, o detetive dá a ficha toda:
— Infelizmente, sua mulher o está traindo com seu melhor amigo.
Ele nem pestaneja. Tira da gaveta um 38 cano longo, corre até a casa e — pum! — mata o cachorro.


A coroa flagra o marido na cama com a empregada, fazendo coisas que jamais fizera com ela ao longo dos dezoito anos de casados.
— O que é isso, Ariovaldo?! Você não se envergonha? — grita, indignada.
O marido lá, caladão, olhando para o chão, segurando o lençol. E aí a mulher insiste:
— E então? Você não vai dizer nada? Ou será que perdeu a língua?


O marido chega em casa inesperadamente e fica desconfiado ao entrar no quarto e encontrar um charuto fumegante no cinzeiro.
— De onde veio esse charuto? — pergunta ele asperamente à mulher.
— Da Bahia — responde uma voz masculina, solícita, de dentro do quarda-roupa.


O marido chega em casa e surpreende sua mulher nua, deitada na cama, abraçada com um homem. Tem que fazer algum esforço — pigarreia, tosse, bate na porta — para que lhes dêem atenção.
— O que vocês estão fazendo? — grita finalmente.
A mulher senta-se na cama, acende um cigarro e, com ar entediado, diz para o homem deitado com ela:
— Não te disse? Ele é um idiota! Tenho de ficar explicando tudo!


Chegando um dia antes de uma longa viagem de ônibus, ele encontra a mulher com o vizinho na cama e vocifera:
— Já que você está aí com a minha mulher, eu vou lá na sua casa dormir com a sua!
— Vai firme! — responde o vizinho, sem ao menos se abalar. — Você deve mesmo estar precisando descansar.


O marido chega em casa e fica surpreso ao encontrar a mulher, sempre muito conservadora, deitada na cama completamente sem roupa.
— O que aconteceu, Clarice?
— Nada, é que nenhum dos meus vestidos é confortável e estão todos velhos.
— Como? — diz o marido, abrindo o armário. — Na semana passada você ainda comprou três modelos. E olha este vermelho, o azul, o estampado, o cinza-claro, o Alberto, o verde....


E tem ainda aquela do sujeito que não queria ter filhos e parou de trepar com a mulher. Passou a trepar com a cunhada: assim, só tinha sobrinhos. Infidelidade

E a mulher do perfumista esbarra com ele justamente no momento em que está se atracando à cunhada no corredor:
— Ah, canalha! Te peguei em fragrante!


O pesquisador pergunta à dona de casa:
— A senhora costuma ter relações durante o dia?
— Sim, pelo menos três vezes por semana.
— E durante o ato fala com seu marido?
— De jeito nenhum. Ele não gosta que eu fique ligando para o escritório dele.


Da porta da barbearia, o freguês grita para o barbeiro:
— Vicente, acabo de ver sua mulher com outro homem!
Imediatamente o barbeiro corre até sua casa, que fica ali perto. Pouco depois, regressa, reclamando:
— Perdi tempo à toa. Ela não estava com outro. Estava com o mesmo de sempre.


A mulher se queixava, quase em prantos, à sua empregada.
— Oh, Maria, acho que meu marido está me enganando com a secretária!
— Não acredito. A senhora está me dizendo isso pra me deixar com ciúme.


A cena clássica do marido que volta de surpresa e encontra a mulher na cama com outro vai terminando mal. O marido nem quer perguntar nada, logo saca o revólver.
— Pelo amor de Deus — interrompe a mulher. — Então você não sabe quem pagou aquela dívida no banco? E o apartamento na praia? E o carro novo?
— Por acaso foi você? — pergunta o marido, dirigindo-se ao amante.
— Fui eu mesmo — concorda o amante.
— Então, faça o favor de se cobrir, que eu não quero ninguém resfriado na minha cama.


O homem passa uma cantada na vizinha, que reage:
— Esqueceu que sou casada? O meu marido está viajando, o senhor deveria pelo menos respeitar a mulher do próximo...
— É, mas a Bíblia não diz nada a respeito da mulher do distante!


Toda tarde, quando ele saía do trabalho e ia para o ponto de ônibus, passava um desconhecido de automóvel e gritava:
— Ei, corno manso!
Depois de uma semana, o insultado começa a desconfiar e pede explicações à mulher.
— Não se preocupe, meu bem. É algum louco que faz isso em tudo quanto é ponto de ônibus.
No dia seguinte, o desconhecido do automóvel repete o insulto, com um acréscimo:
— Ei, corno manso! E, além de corno, fofoqueiro!


O sujeito chega do trabalho, percebe a ausência da mulher, corre para a cozinha, aproxima-se da empregada e, cobrindo-lhe os olhos com as mãos, diz:
— Se em 10 segundos não adivinhar quem sou, te jogo na cama e encho de beijos!
E ela:
— É o Pedro Álvares Cabral? É o Tiradentes? O Elvis Presley?


Transbordante de felicidade, o garotão entra em casa e anuncia ao pai que vai se casar.
— Parabéns — diz o pai. — Quem é a felizarda?
— A Mariazinha, filha do seu amigo Osvaldo.
— Sinto muito, meu filho, mas você não pode se casar com ela. Na verdade, ela é a sua irmã — explica o pai, embaraçado. — É que certa vez o Osvaldo viajou, eu cheguei lá... Sabe como são essas coisas...
O rapaz fica inconsolável, vai para o quarto, se atira na cama e fica chorando. Aí surge a mãe para consolá-lo, ouve por que ele chora e o conforta:
— Case-se tranqüilo, meu filho. Na verdade ela não é sua irmã. Certa vez o seu pai viajou e... sabe com são essas coisas.


O marido volta mais cedo do trabalho e encontra a mulher na cama com seu melhor amigo:
— Sandra! Guilherme! Como vocês são capazes de fazer uma coisa dessas? Você, Sandra, a quem sempre fui fiel durante todos estes anos! E você, Guilherme, a quem ajudei nos momentos mais difíceis e... Vocês querem parar com essa sacanagem e prestar atenção no que estou dizendo?


Ao descobrir que está sendo traído, o marido contrata um pistoleiro:
— Cinco mil para você atirar nos dois, combinado? Mas quero que acerte um tiro na cabeça dela e... rá! rá! ...uma bala no pinto do amante.
Dias depois, o pistoleiro o procura:
— Fiz tudo como o senhor queria e vou lhe cobrar apenas 2 500.
— Como assim? — assusta-se o homem.
— Gastei uma bala só.


O marido encontra, sem querer, três grãos de café e 5 000 reais entre as coisas da mulher. Quando ela chega, ele pergunta que história é aquela. E ela confessa:
— Bem, eu sempre quis ser fiel a você, mas algumas vezes caí em tentação. E, em cada caída dessas, guardei um grão de café na gaveta para lembrar para sempre do meu deslize.
Chateado, ele acaba admitindo, por sua vez, que também escorregou em algumas ocasiões. Afinal, ambos se entendem, reconhecendo suas fraquezas, num clima muito civilizado.
— Só não entendi uma coisa — diz o marido. — Por que os 5 000?
— Ah, é que, quando o preço do café chegou a 120 o quilo, eu resolvi vender todo o saco!


Desconfiadíssimo, o marido chega em casa, ouve a mulher falando com alguém e pára antes de abrir a porta, escutando o restante:
— Vou mudar de posição um pouquinho — diz a mulher. — Agora, mexa devagarinho que eu vou acompanhando... Se eu colocar o espelho perto da janela dá para você também ver... Isso... Está ficando bom. Continue, continue... Aí, achou o ponto... Segure um pouquinho aí... Ótimo... Perfeito... Pode descer agora... Quer beber alguma coisa?... Sabe que meu marido já tentou essa posição, mas não funcionou?
No dia seguinte, o marido era manchete de jornal. Cego de ciúme, matou o instalador de antenas de TV.

Ladrões

A caminho do sítio, um motorista é parado por um homem mascarado e armado. Pensa que é um assalto:
— Por favor — suplica o motorista —, leve o carro e o dinheiro, mas não me mate!
— Não vou matá-lo. É só fazer o que eu mandar: desabotoe as calças e se masturbe!
O motorista obedece.
— Muito bem! Outra vez.
O motorista protesta, mas acaba cedendo.
— Mais uma vez — ordena o bandido.
Com extrema dificuldade, o motorista obedece. Aí o mascarado dá um assobio e uma bela garota surge de trás de um arbusto.
— Tudo bem — avisa ao motorista —, agora você já pode dar uma carona a minha irmã.


O fiel vai confessar-se e o padre, que suspeita dele, lhe pergunta:
— Diga, filho, quem é que está roubando as esmolas da igreja?
— Não estou escutando, padre. O que foi que o senhor perguntou?
— Perguntei quem anda roubando as esmolas da igreja!
— Olha, padre, daqui onde eu estou não se ouve nada. Vamos ver se mudando de lugar fica mais fácil?
O padre sai do confessionário e o fiel entra. E pergunta ao padre:
— O senhor sabe com quem minha mulher anda me traindo?
— De fato, você tem razão — afirma o sacerdote. — Daqui não se ouve absolutamente nada.


O ladrão, de joelhos diante do altar, ora cheio de fé:
— Senhor, meu Deus, Pai todo-poderoso. Não estou aqui para lhe pedir riquezas. O Senhor disse "faz a tua parte que eu te ajudarei". E é por isso mesmo que estou aqui: eu Vos peço que me aponteis onde tem muito dinheiro, que eu humildemente me encarregarei de ir buscá-lo. Amém!

Lâmpadas

Quantos idiotas é preciso para trocar uma lâmpada?
Um.


Quantos funcionários da Microsoft são necessários pra trocar uma lâmpada?
Nenhum. Isso é coisa de especialistas em hardware.


Quantos políticos são necessários para trocar uma lâmpada?
Depende. Trocar por quê?


Quantos banqueiros é preciso para trocar uma lâmpada?
Nenhum. Pode deixar que o Banco Central troca.


Quantos intelectuais são necessários para trocar uma lâmpada?
Nenhum, é lógico. Intelectual tem luz própria.

Louco

Dois loucos tramam sua fuga do hospício:
— Escuta aqui — cochicha um deles. — Tenho um plano infalível. Consegui uma lanterna. Vou acendê-la, você sobe pelo facho, salta o muro e depois me ajuda a pular, certo?
— Rá! — responde o outro, desconfiado. — E quem me garante que, quando eu estiver lá em cima, você não vai apagar a lanterna?


Dois loucos conversam no refeitório do hospício:
— E você, onde trabalhava antes?
— Eu era funcionário público, trabalhava num escritório.
— Em que gaveta?


Do hospício, todo vestido de preto, o sujeito se deita no chão e começa a girar, cantando uma música atrás da outra e fazendo um barulho infernal. Até que um colega dele vai lá e o vira de bruços. O cara recomeça a girar e a cantar novas músicas. O diretor do local chega e quer saber por que fez aquilo.
— Ah, eu prefiro mil vezes o lado B.


Um louco recebe uma carta, abre o envelope, tira um papel em branco e explica a um amigo:
— É do meu irmão. Estamos de mal. Há seis meses não nos falamos!


Dois loucos resolvem fugir do hospício:
— Passaremos pelo buraco da fechadura — sugere um.
— Passe você primeiro.
O maluco corre e bate com a cabeça na porta. Furioso, reclama:
— Droga! Deixaram a chave no buraco.


Um louco chega ao hospício amarrado na camisa-de-força. É jogado numa cela junto com outro louco, que vai logo perguntando:
— Como é o seu nome?
— Me esqueci! E o seu?
— Ué! Então somos xarás!


A homenagem dos loucos ao diretor do manicômio foi um sucesso completo. Só houve um pequeno problema para escrever "Feliz Aniversário" no bolo. Uma hora para descobrir a ortografia correta. E outra para passar o bolo no computador.


O novo diretor chega ao hospício e vê um louco que entra e sai pelo portão. Então se aproxima e pergunta:
— Que é isso? Você está chegando ou saindo?
E o louco:
— Se eu soubesse não estava aqui!


A filha se queixa à mãe:
— Mamãe, me ajude, meu marido está completamente louco.
— Como assim?
— Ele mantém cinqüenta gatos em nosso apartamento! E o pior, mamãe, é que todas as janelas ficam fechadas.
— Ora, e por que você não abre as janelas?
— Não dá! Se fizer isto, os meus 100 pombos podem fugir...


No hospício, ele estava tirando todos os cílios com a pinça. Para ver o cometa a olho nu.


Devido às reformas num manicômio, as autoridades médicas decidem transferir os loucos para outro lugar, de avião. Já em pleno vôo, o piloto, cansado de pedir a eles pelo alto-falante que parem de jogar futebol dentro do avião, diz para o co-piloto:
— Talvez atendam você, se falar com eles pessoalmente. Quer tentar?
O co-piloto sai da cabina. Logo ouvem-se gritos horríveis. Depois, o silêncio é total. Quando o co-piloto volta, o piloto pergunta:
— Como foi que você conseguiu? Incrível!
— Fácil: mandei que fossem jogar bola na rua.


Um repórter vai a um hospício fazer uma entrevista. Aproxima-se de um grupo de cinco loucos e pergunta:
— Quem é você?
— Sou Freud!
— E você? — pergunta o repórter apontando para o segundo.
— Eu? Sou John Lennon! E esse que está ao meu lado é o Ringo Starr!
O repórter anda mais um pouco, olha para o quarto maluco e faz a mesma pergunta.
— Sou São Pedro!
— São Pedro?! E quem lhe disse que você é São Pedro? — quer saber o repórter, já entusiasmado com a entrevista.
— Foi Deus!
— Eu não!!! — grita o quinto.

Louco

Na entrevista de rotina no manicômio, o psiquiatra pergunta ao interno:
— O senhor costuma ter muitos sonhos?
— Sim, doutor, eu sonho muito. Mas é sempre o mesmo sonho.
— E qual é o sonho? — pergunta o médico.
— Ah, doutor, eu sempre sonho que sou o maior goleiro do mundo, deixando muito pra trás o Zetti, o Carlos Germano, o Velloso. Pego todas! Não passa nada!
— Mas o senhor nunca sonha, digamos assim, com mulheres?
— Deus me livre, doutor. Pra me distrair e deixar passar um gol?


Dois loucos brincam de médico:
— Doutor, estou desesperado! Eu acho que sou três. Não sei mais o que fazer...
— Calma! Deita aí, que nós sete vamos resolver o caso!


O motorista resolve consertar o pisca-pisca de seu carro bem em frente a um hospício e pede ajuda a um dos internos:
— Você poderia dar uma olhada se o pisca-pisca está funcionando?
— Claro — diz o paciente.
E vai para trás do carro.
— E então? Está funcionando?
— Tá. Não tá. Tá. Não tá. Tá. Não tá...


Conversa entre dois loucos num hospício:
— O que você está fazendo?
— Estou escrevendo uma carta.
— Para quem?
— Para mim mesmo.
— E o que está escrito?
— Não sei, ainda não recebi!


No pátio do hospício, um maluco ri às gargalhadas. Um médico que passa por ali fica curioso e pergunta:
— Do que você está rindo tanto?
— É que acabei de me contar uma piada que ainda não conhecia.


Dois loucos planejam fugir do hospício:
— Bom, Napoleão, se o muro for baixo, a gente foge por cima, saltando. Se o muro for alto, cavamos um buraco para escapar. Corre lá e examina tudo direitinho.
Napoleão vai examinar o local e volta preocupadíssimo:
— Tiradentes! Nosso plano furou: não vamos mais poder fugir... Não tem muro!!!
A melhor do dia
Fizeram a representantes de cinco povos do mundo a seguinte pergunta:
– Por favor, qual a opinião de vocês sobre a falta de comida no resto do mundo?
Os africanos não entenderam o que era "comida". Os asiáticos, o que era "opinião". Os europeus não entenderam o que era "falta de comida". Os americanos, o que era "resto do mundo". E os argentinos, o que era "por favor"...

Julio César Jr., Cascavel (PR)

Já sabe esta?
Todo mês, novas piadas da revista para você alegrar a mesa do bar e a vida dos amigos
Um casal de velhinhos está sentado no banco de uma praça quando a velhinha, sem mais nem menos, dá um tapa na cara do marido.
– Ei, por que você fez isso? – espanta-se o velhinho.
– Por cinqüenta anos de sexo ruim!
Os dois voltam a ficar quietos e o velhinho resolve dar uma bofetada na velhinha.
– Alberto, por que você fez isso?
E o velhinho então responde:
– Por você saber a diferença!

Thiago Lourenço, Santana de
Parnaíba (SP)
Depois de horas na praia, a namorada se impacienta com os olhares do namorado para o bumbum de toda garota que passa na frente do casal.
– É impressionante! Vocês homens são mesmo todos iguais! – reclama.
– Querida, não é que somos todos iguais. O problema é que vocês, mulheres, são todas diferentes...

Simão Abbud, São Paulo (SP)
Joãozinho chega para seu pai e diz:
– Pai, preciso fazer um trabalho para a escola. Posso te fazer uma pergunta?
– Claro, meu filho.
– O que é política, papai?
– Política, meu filho, envolve povo, governo, poder econômico, classe trabalhadora e o futuro do país.
– Não entendi. Dá para explicar? – pergunta Joãozinho.
– Bem, vou usar nossa casa como exemplo. Sou eu quem traz dinheiro para casa. Sou o poder econômico. Sua mãe administra, gasta o dinheiro. Ela é o governo. Como nós cuidamos das suas necessidades, você é o povo. Seu irmãozinho é o futuro do país e a Zefinha, babá dele, a classe trabalhadora. Entendeu?
– Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmão menor, o menino foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e a mãe estava num sono muito pesado. Foi ao quarto da babá e viu, pelo buraco da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele voltou para o quarto e dormiu. Na manhã seguinte, na hora do café, falou para o pai:
– Acho que entendi o que é política!
– Ótimo, filho! Então me explique.
– Bom, pai, é assim: enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente. O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!

Augusto H. Monteiro, São Paulo (SP)
Dia de prova na faculdade, 100 alunos na sala, professor chato, impaciente e louco para ir embora.
– Dez em ponto a prova termina, e quem não entregar até essa hora não entrega mais! – diz.
Às 10h10, um aluno corre com a prova na mão até a mesa do professor, que já estava pronto para se retirar.
– Eu avisei que não aceitaria provas fora do horário. Esqueça! O aluno pergunta:
– Você sabe com quem está falando?
– Não faço a menor idéia – responde o professor, sarcástico.
Empinando mais o nariz, o aluno repete:
– Tem certeza disso?
– Absoluta! – reafirma o professor.
O aluno, então, levanta a imensa pilha de provas, enfia a dele no meio, dá uma embaralhada e conclui:
– Então descobre...

Maria Carolina O. Junqueira
Miscelânea

O torcedor entra numa loja de material esportivo e vê expostas camisas de clubes de futebol do mundo inteiro, menos a do seu time, o Íbis. Sem jeito, ele tenta puxar papo com o vendedor:
– Quanto custa a camisa do Sport?
– Oitenta reais – responde o vendedor.
– E a do Santa Cruz?
– O mesmo preço.
– A do Náutico também custa oitenta?
– Exatamente.
– Você não vende a camisa do Íbis, não?
– Claro. Fica naquela banca de saldos ali, no fundo da loja – informa o vendedor.
– Custa só 2,99 reais. Promoção para queima de estoque.
Satisfeito com a pechincha, o torcedor tira três notas de 1 real do bolso, as coloca no balcão e pede para embrulhar uma camisa. Segundos depois, nota um certo ar sem jeito do vendedor.
– O senhor me desculpe, mas eu estou sem troco. Que tal uma camisa do Corinthians para completar os 3 reais?

Paulo Rogério da Cruz, São Paulo (SP)

Há meses navegando em alto-mar, o capitão do navio já não agüentava mais ver o convés emporcalhado com o esperma dos marinheiros e baixou uma ordem: todos eles deveriam passar a se masturbar em um tonel de madeira, devidamente identificado. Depois de cheio, seria lacrado e jogado ao mar. Não demorou mais que algumas horas para a tripulação encher o primeiro tonel e cumprir o resto do trato. Meses depois foi descoberto numa ilha-convento, onde viviam enclausuradas centenas de freiras, um surpreendente fenômeno. Todas estavam grávidas.
Uma equipe de cientistas e padres foi, então, designada para esclarecer o mistério. Chegando à ilha, os pesquisadores perguntam à madre superiora:
– Além da nossa equipe, há quantos anos não aparece um homem nesta ilha?
– Há quatro décadas – respondeu a madre.
– Houve algum acontecimento estranho que chamasse atenção nos últimos meses?
– Nada muito importante. Mas lembro que há poucos meses surgiu na praia um tonel cheio de parafina que acreditamos ter caído de algum navio cargueiro – completou.
– E o que foi feito com essa parafina? – perguntou um dos cientistas.
– Ora, velas!
Sávio O. Mesquita, Ouro Fino (MG)


Um senhor entrou num banco de primeira linha, dirigiu-se ao caixa e falou:
- Eu quero abrir uma porra de uma conta nesta merda de banco.
A moça do caixa, totalmente atônita, respondeu:
- O senhor me perdoe, mas eu acho que não entendi direito o que disse. Poderia repetir, por favor?
- Vê se me ouve desta vez, cacete! Eu disse que quero abrir uma porra de uma conta nesta merda de banco!
Ela pediu desculpas e se dirigiu ao gerente para informá-lo daquela desagradável situação. O gerente concordou e disse à moça do caixa que ela não era obrigada a ouvir palavreados tão chulos. Indignado, perguntou:
- Senhor, está ocorrendo algum problema?
- Não tem merda de problema nenhum, porra! Eu acabei de ganhar 50 milhões na Megasena e quero abrir uma porra de conta nesta merda de banco!
- Entendo - disse o gerente, pensativo.
E completou:
- E essa puta do caixa está dificultando as coisas pro senhor?

Alessandra Munhoz, São Paulo (SP)


Um sujeito tinha dois papagaios e a maior curiosidade em saber qual era o macho. Um dia ficou à espreita enquanto os papagaios faziam sexo. Rapidamente pegou o papagaio que estava por baixo durante o ato. Pensou, pensou e finalmente decidiu retirar as penugens da cabeça da ave, deixando careca o papagaio que supostamente poderia ser a fêmea. No dia seguinte o sujeito deu uma festa. E lá estavam os dois papagaios brincando no balanço da gaiola, até que o papagaio careca olhou para baixo e avistou um careca tomando um uisquezinho. Não resistiu e chamou:
- psiu...
O careca olhou para os lados e continuou tomando seu uísque.
- psiu! ô careca!
- O que é, papagaio? Tá falando comigo?
- Tô, sim. Puxa vida, que azar o nosso, hein? Te pegaram dando o rabo também?

Tales L. Pulita, Caxias do Sul (RS)


O amigo moralista, cheio de pose, decide fazer um discurso: "Meus amigos e minhas amigas, se existe alguém aqui que tenha praticado o adultério, que sua língua se dobre dentro de sua boc... huuummph."


Qual a diferença de comportamento entre o homem e a mulher quando vão abastecer o carro nesses postos de auto-serviço em que não há frentistas?
Quando acabam de pôr o combustível, os homens sempre dão uma balançadinha na mangueira.


Placa num escorregadio corredor de hotel:
"Devagar se vai ao lounge".


Agrava-se a situação sexual do nosso planeta vizinho: lá, quase diariamente, há um protesto dos sem-vênus.


Trouxa é aquele marido que, quando a mulher chega em casa com uma bíblia, acredita que ela vem da igreja.


Em seus tempos exuberantes de bordel, era disputada a tapas pelos homens. Hoje, desprezada e desvalida, é apenas uma mulher de vida fóssil.


A professorinha vai ao zoológico. Na jaula dos leões, fica encantada ao ver o majestoso rei da selva dormindo tranqüilamente ao lado de vários cordeirinhos. Antevendo a possibilidade de ensinar aos alunos o verdadeiro sentido da coexistência pacífica, pergunta ao diretor do zôo:
— Mas como o senhor consegue realizar uma convivência tão bonita e extraordinária como essa?
— É simples, minha senhora. Nós apenas colocamos mais alguns cordeirinhos aí dentro, duas a três vezes por dia.


Bom mesmo é ser fantasma. Há coisa melhor do que penetrar uma fantasminha ótima?


No hall de um hotel, um cartaz informa as condições da neve:
"Cervinia, 40 cm, mole; Seatrières, 22 cm, consistente; Courmayeur, 26 cm, escorregadia, etc."
Mais embaixo se lê:
"João das Codornas, paraibano, 32 cm, duro."


O sujeito entra na sapataria e pede um par de sapatos tamanho 38.
— Mas, cavalheiro, estou vendo que o senhor calça 42, 43... — diz o balconista.
— Por favor, 38 — o homem insiste.
Chegam os sapatos, o homem calça-os com enorme dificuldade e se põe de pé, tendo no rosto uma evidente sensação de dor.
— Estou desempregado e fui despejado do apartamento — ele explica. — Minha mulher está transando com o meu melhor amigo, minha filha fugiu com o guarda noturno e meu filho é gay. O único prazer que agora posso ter na vida é tirar esta droga destes sapatos!


Um pouco fora dos padrões, mas uma love story perfeita, aquela do pedófilo de 65 anos e da gerontófila de 15 que se apaixonaram. Viveram felizes para todo o sempre.


Provérbio: "De salmo em salmo, Salomão enchia o papo."


O que têm em comum o sexo e o jogo de bridge?
Se o sujeito tem uma boa mão, não precisa de parceiro.


Provérbio americano, depois da moda dos processos por assédio sexual:
"Onde se ganha o pão não se come a carne".


Vivia se vangloriando de conhecer 94 maneiras diferentes de manter relações sexuais.
— Nem a imaginação nem o corpo dão para tudo isso — duvidou um dia um amigo.
— Noventa e quatro! — insistiu ele.
— Pois eu só conheço uma: a mulher se deita, se coloca em posição e eu ataco.
— Noventa e cinco! Pedro telefona para a mãe, no interior:
— E aí, mãe, está tudo bem com a senhora?
— Mais ou menos, tenho andado um pouco fraca. Há dois meses não como nada...
— Dois meses sem comer? Você está doente, mãe?
— Não é isso. Não como porque não quero estar com a boca cheia quando você telefonar!


E tem a história do sujeito que se submeteu a um transplante de pênis. A cirurgia em si foi perfeita, só que surgiu uma rejeição. De mão.


Qual a expressão politicamente correta para se designar uma lésbica?
Vagitariana.


E dizia o rapazinho, bonitinho mas delicado:
— Sim, sou um gato. Mas pode me chamar de bichano.


Que acontece se você tocar um blues de trás pra frente?
Sua mulher volta pra casa, seu cachorro ressuscita e você sai da prisão.


Como se chama um músico que brigou com a namorada?
Sem-teto.


Dois bons apreciadores de bumbuns estão na praia praticando seu ofício.
— Nota 3 para aquela ali, de biquíni azul. — diz o primeiro, um pragmático. — Bumbum malfeito, poucas carnes, uma tábua! Péssima mulher, reprovada!
— Calma, calma, não se precipite — fala o outro, um romântico sentimental. — Afinal de contas, lembre-se, quem vê bunda não vê coração.


Os dois boxeadores gays entram num clinch. Não houve juiz que conseguisse apartá-los.


E o milionário neoliberal super-radical resolve, num gesto coerente com todos os seus princípios, privatizar a própria mulher.


A falecida Mae West costumava dizer: "Já tive tantos homens na vida que às vezes acho que o FBI devia me procurar quando quisesse comparar impressões digitais".


Com um vestido muito decotado, ela tem no pescoço uma corrente com um aviãozinho de ouro. Um jovem olha com tanta insistência que ela resolve perguntar:
— Parece que você está gostando do meu aviãozinho, não?
— O avião eu não olhei direito, mas há muito tempo não aterrisso num aeroporto como esse...


E o grupo de neomachistas lança o Movimento pela Volta da Mulher ao Tchan.


Perdedor nato é aquele que, depois de ter um sonho erótico, acorda com uma doença venérea.


Algumas pessoas não têm o menor respeito pelos mais velhos — exceto se estiverem engarrafados.


Naquela cidadezinha a luz era tão fraca, tão fraca, que para se saber se estava acesa era preciso acender um fósforo. Dois maníacos sexuais conversam:
— Sabia que as ostras são afrodisíacas?
— Nem todas. Ontem à noite comi uma dúzia e apenas nove reagiram.


Papo na barbearia:
— Eu tinha uma barba igual à sua, mas, como era feia, raspei.
— É? Pois eu tinha a cara igual à sua, mas, como era feia, deixei a barba crescer.


Duas prostitutas se cruzam na rua:
— Como é? Já conseguiu alguma coisa hoje?
— Porra nenhuma.


Dois caubóis cavalgam por um deserto quando avistam um movimento distante:
— John, o que será aquilo?
— Bem, Billy, eu acho que são índios!
— Serão amigos?
— Devem ser, eles estão todos juntos!


Dizem que acaba de ser criada em Roma uma fundação que vai financiar pesquisas no campo da genética. Chama-se Genitália.


Naquele restaurante metido a besta, o maître vem com uma conta de 1 000 reais por um frango assado e, ante o olhar de pasmo do freguês, vai logo avisando que só atende gente de elite que nunca discute preços.
— Ninguém está impressionado com a conta — retruca friamente o freguês. — Mas acho que é uma prova de vulgaridade sacrificar um animal de tamanho valor!


No velório, o viúvo recebe o abraço dos amigos:
— Meus pêsames. Ela vinha sofrendo há muito tempo?
— Sim. Desde que nos casamos.

Desiludido com o mundo, ele resolve ser monge e entra para uma ordem em que a regra fundamental é o silêncio. Só pode dizer duas palavras a cada dez anos.
Passada uma década, o abade o chama:
— Pode dizer suas duas palavras.
— Comida fria — ele responde, e volta para sua cela.
Dez anos depois, tem direito a mais duas palavras e diz:
— Cama dura.
Na década seguinte, comunica:
— Vou embora.
— Eu já sabia — responde o abade. — Desde que chegou aqui o senhor não para de reclamar!


Sabe o que o viciado disse quando viu o preço da droga?
— É o fim da picada.


No barzinho gay a conversa gira em torno do último Carnaval e cada um se gaba do seu sucesso com fantasias mirabolantes do tipo Catedral Submersa, Uma Noite em Samarcanda ou Maravilhas das Cataratas do Iguaçu. A horas tantas, o rapaz mais agitado do grupo decreta:
— Tudo isso é lixo. Escândalo mesmo foi quando eu cheguei fantasiado de marinheiro.
E, ante a incredulidade geral:
— Marinheiro, sim, mas só de gola... quarenta metros!


Vinte minutos depois da tacada inicial uma jovem entra na sede do clube de golfe, chorando de dor.
— O que aconteceu? — pergunta um veterano profissional.
— Fui mordida por uma abelha.
— Onde?
— Entre o primeiro e o segundo buracos.
— Humm... — observa o veterano golfista, num ato falho extremamente profissional, procurando ensinar a principiante. — Você precisa corrigir a sua postura. Está jogando com as pernas muito abertas.


Um músico mambembe tenta ganhar um dinheiro tocando acordeão no meio da praça. Aparece um fiscal e o interroga:
— Tem licença?
— Não.
— Então, por favor, queira me acompanhar.
— Pois não. E que música o senhor vai cantar?


Era tão viciado em apostas que fugiu do hospital direto para o cassino e morreu do coração em cima da roleta. Um amigo da mesma turminha de fanáticos vai avisar a família. Toca a campainha e, quando vêm atender, não deixa por menos.
— Trago novidades — anuncia ele, ao chegar. — Quanto vocês apostam comigo que tem uma viúva morando nesta casa?


A diferença entre o pervertido e o maníaco sexual é muito simples. O pervertido usa uma galinha inteira. O maníaco se contenta com uma pena.


O sujeito entra gritando:
— Me dá uma camisinha.
O farmacêutico, furioso:
— Quando entrar nesta farmácia, o senhor faça o favor de ser delicado!
O homem sai da farmácia e em seguida torna a entrar, vai até o balcão, desabotoa as calças, coloca o pênis sobre o balcão e pede, com toda gentileza:
— Por favor, meu senhor, me dê um gorrinho para este neném.
Logo cedo, no domingo, o veterinário é acordado pelo telefonema de uma velhinha querendo saber como separar dois cachorros que estavam cruzando debaixo de sua janela.
— Experimente com um cabo de vassoura — aconselha ele.
Quinze minutos mais tarde, a velhinha telefona de novo, avisando que não deu certo.
— Jogue, então, um balde de água fria — sugere o veterinário.
Mal se passam 5 minutos e lá está a velhinha, mais uma vez, dizendo que a água fria não havia funcionado.
— Só vejo uma solução, nesse caso — responde ele. — Vá até a janela e diga ao macho que estão chamando por ele ao telefone.
— E funciona? — duvida a velhinha.
— Funciona, sim, senhora — explode ele. — Comigo já funcionou três vezes.


O sargento encarregado de avisar com o máximo tato possível o falecimento da mãe de um dos praças reúne a tropa no pátio e lança uma ordem:
— Todo mundo que tem mãe viva, um passo à frente.
E logo a seguir, dirigindo-se a um deles:
— Só quem tem mãe viva, seu idiota!


À noite, no acampamento de nudistas, alguém resolveu contar histórias de assombração. Foi de arrepiar os pentelhos!


Vegetariano convicto, ele radicaliza: em cada martíni, cinco azeitonas.


Duas irmãs, uma de 16 e a outra de apenas 7 anos de idade, vão tomar banho juntas.
— Por que você tem cabelo aí? — pergunta a menor.
— Eles se chamam pêlos pubianos. Só nascem quando a gente começa a ficar mocinha. Vai acontecer a mesma coisa com você.
— E não atrapalha na hora de transar?


Desde que foi inaugurada a nova estrada, os fazendeiros daquela região andavam desesperados com os estragos do progresso. Patos e galinhas, criados em liberdade, morriam às dezenas, atropelados pelos carros em alta velocidade. Depois de muitas discussões, um dos fazendeiros encontrou a solução definitiva, infalível, para abaixar a velocidade. Uma placa com o seguinte aviso: "Atenção, campo de nudistas".


O garoto, nascido e criado numa tribo da Austrália, chega pela primeira vez a uma cidade grande, encontra uma prostituta e explica o seu drama:
— Meu pai me ensinou a seguir as pistas dos animais selvagens, reconhecer as estrelas e atirar um bumerangue, mas disse que esse negócio de mulher eu tinha que aprender sozinho.
Comovida com a história, a mulher leva o rapaz para o hotel. Sai um instante para ir ao banheiro e, quando volta ao quarto, encontra o garoto enrolando o tapete e afastando todos os móveis.
— Mas o que é isso? — pergunta ela.
— Se for como os cangurus — comenta ele —, nós vamos precisar de espaço.


O cego consegue uma nova faxineira, só que se esquece de ensiná-la onde guardar os objetos. Sem querer, ela coloca o ralador de queijo em cima da pilha de livros em braille. Ao chegar em casa, o cego pega o ralador e leva o maior susto:
— Nossa, que livro violento!


Durante uma visita interplanetária de cortesia, um casal de marcianos sugere a seus anfitriões da Terra uma noite de troca de casais. Tudo acertado, a mulher da Terra vai para o quarto com o marciano e, no início, se decepciona ao ver que o órgão sexual do seu parceiro tem dimensões muito reduzidas. Mas logo o marciano começa a torcer a orelha direita, depois a orelha esquerda, e seu órgão sexual vai aumentando de extensão e volume até atingir proporções realmente extraterrestres.
Na manhã seguinte, muito satisfeita, a mulher pergunta ao marido o que ele tinha achado da experiência dele.
— Não deu para fazer nada — lamenta-se ele. — A marciana é doida. Passou a noite inteira torcendo minhas orelhas.


Chama-se faroeste de vanguarda aquele tipo de filme em que o cavalo é mais inteligente que o diretor.


—Meu caso é triste — lamenta-se aquele operário. — Passei um ano trabalhando num frigorífico com a idéia fixa de enfiar meu pau na cortadeira de salame. No dia em que eu ia conseguindo, apareceu o patrão e me demitiu.
— Sorte sua, seu animal! — revolta-se o amigo. — Logo uma cortadeira de salame!
— É... ela também foi demitida.


—Nestes dois tubos de ensaio — explica o biólogo à interessada audiência de cientistas — estão os ingredientes sintetizados para a criação da vida humana perfeita! A solução A é um amálgama balanceado das substâncias químicas componentes do óvulo feminino. E a solução B é uma infusão orgânica do espermatozóide masculino. Basta misturá-las neste recipiente asséptico para que um novo ser humano comece a tomar forma.
— O senhor poderia fazer uma demonstração? — pede um renomado cientista.
— Infelizmente, hoje não será possível — responde o biólogo. — A solução A está naqueles dias.


O carregador se perde do safári. Estava morrendo de sede no deserto quando encontra uma velha botija. Abre-a sofregamente, na esperança de encontrar alguma água dentro dela, mas, em vez disso, libera um gênio que ali fora aprisionado milhares de anos antes. Em recompensa por sua libertação, o gênio da botija autoriza o rapaz a formular três desejos.
— Quero água, muita água, sentir-me duro como uma rocha e ser muito procurado pelas mulheres! — suplicou o carregador.
Virou imediatamente um vaso sanitário.


O dono da loja de animais diz à freguesa:
— Se a senhora quer mesmo um bicho de estimação diferente, veja esta gaiola: um pássaro-demolidor. Tem um bico e garras capazes de estraçalhar qualquer coisa.
— Mas isso é horrível — diz a mulher.
— Nem tanto, minha senhora — responde o vendedor. — O pássaro só age quando recebe ordens claras e diretas, tais como: "Pássaro-demolidor, a cadeira!" ou "Pássaro-demolidor, a mesa!" Então, ele ataca e destrói o objeto mencionado.
— E ele destruiria uma televisão? — pergunta a mulher, visivelmente interessada.
— De mesa ou portátil, colorida ou preto-e-branco, se receber a ordem corretamente. "Pássaro-demolidor, a televisão!", ele transforma o aparelho num monte de fios, parafusos e cacos de vidro, em questão de segundos.
— Eu levo este pássaro! — diz a mulher, entusiasmada, já pegando a gaiola. — Nem quero discutir preço. Este pássaro é meu.
Quando a mulher volta para casa, encontra o marido no lugar de sempre: alheio a tudo, vendo televisão. Nada no mundo conseguia tirá-lo dali. Ele perdera todo o interesse por sexo, conversas, passeios, tudo, exceto a TV. Mas as coisas seriam diferentes agora, pensou ela, tirando a gaiola do embrulho.
— Que tipo de animal de estimação você comprou? — pergunta o marido, sem tirar os olhos da TV. — Um papagaio, um periquito?
— Comprei um pássaro-demolidor — diz a mulher, enquanto se prepara para programar o ataque que transformaria sua rival eletrônica em milhares de pedacinhos.
E o marido:
— Pássaro-demolidor o cacete!


Com um estalo de chicote, o capataz da galé interrompe o tambor que marca o ritmo dos remadores.
— Atenção, homens, muita atenção! O capitão autorizou uma dose de rum para cada um na hora do almoço.
Todos vibram de alegria.
— Só que, depois do almoço, o capitão quer praticar esqui aquático.
Em adiantado estado de gravidez, a jovem senhora chega ao cartório de registro civil:
— Quero registrar o meu filho que vai nascer com o nome de Édson.
Depois de muita argumentação, o funcionário consegue convencê-la de que não é possível registrar uma criança que ainda não veio à luz. Três meses depois, a mesma mulher volta ao cartório com um lindo menino no colo e é atendida pelo mesmo funcionário:
— Não disse que seria um menino? Quero registrá-lo com o nome de Pelé!
— Mas não era Édson?
— Edson era antes do Nascimento.


—Sabe quando se dão as duas maiores frustrações do homem?
— Não!
— A primeira é quando ele não consegue dar a segunda.
— E a segunda?
— Quando ele não consegue dar a primeira.


Esta aqui aconteceu na hora do recreio:
— Você está vendo aquele sujeitinho ali, chateando a minha irmã? Vou meter a mão na cara dele agora...
— Ei, calma. Ele nem está olhando para ela!
— Pois é isso mesmo que a deixa chateada.


Passeando pelas ruas de uma capital européia, o motorista do Pelé passa mal. Preocupado com o estado do homem, o Rei o instala no banco de trás, toma o volante, sai a 100 quilômetros por hora, sem tomar conhecimento dos sinais de transito, até ser parado por um guarda, que vai multá-lo. Ao ver que o motorista é Pelé, prefere ligar imediatamente para a chefatura de polícia:
— Parei um carro que estava em alta velocidade, mas se eu multar o dono poderemos ter sérios problemas, pois ele é um figurão.
— Quem é? O nosso presidente?
— É muito mais que o presidente! Para se ter uma idéia, o motorista dele é ninguém menos que o Pelé!


—Essa boquinha, de quem é essa boquinha? E esse narizinho? E esses olhinhos, de quem são?
— Não sei, doutor. Neste necrotério a desordem é tão grande que...


O cliente se mostra excessivamente entusiasmado e, por isso, a jovem e bela massagista o adverte:
— É chato ter de dizer isso, mas este, cavalheiro, é um estabelecimento sério, uma casa de massagens e de fisioterapia autêntica, legítima. Assim sendo, a massagem que eu vou lhe aplicar visa estritamente a fazer bem à sua saúde. Agora, antes que eu comece a massagem, posso ajudá-lo em mais alguma coisa?
— Pode, sim — diz o cliente, desconsolado. — Me ajude a pôr a roupa.


A "Raspadinha" — aquela loteria instantânea — também faz o maior sucesso num certo país. Em menos de uma semana, todas as lojas venderam seus estoques de lâminas de barbear.


O executivo com os dois braços quebrados entra naquele bar requintado, acomoda-se em sua mesa e pede:
— Uma cerveja.
— Pois não — diz o garçom.
— Queira desculpar, mas estou com os braços quebrados. Quer ter a gentileza de segurar o copo para eu beber?
— Claro — resigna-se o funcionário.
— Agora, será que pode tirar o lenço do bolso de minha calça e limpar a espuma dos meus lábios?
Novamente é obedecido.
— E do bolso esquerdo, pode tirar o dinheiro para pagar a cerveja?
O garçom tira o dinheiro, vai ao caixa e, enquanto enfia o troco no bolso do freguês, este, sem se lembrar da gorjeta, começa a desabafar:
— Você não sabe como é duro estar com os dois braços quebrados e ter de pedir tudo às pessoas. Eu sempre fico constrangido... Por falar nisso, onde fica o banheiro?
Juntando os pés e as mãos, e inclinando levemente a cabeça, o garçom responde:
— Com todo respeito, senhor, mas nem fodendo.


Ele entra gritando na farmácia:
— Uma camisinha, por favor?
E o dono, furioso:
— Olha a língua, cidadão.
E ele:
— Bem lembrado: duas!


A bicha passeia pela praia, levando nos braços seu belo gato siamês. A certa altura, cruza com um surfista, garotão musculoso, boa-pinta e queimado de sol, que fica encantado com o gato.
— Que bichano maravilhoso! Dá pra mim?
— Dou. Mas quem segura o gato?


No meio de uma festa elegante, o anfitrião percebe que o salão está repleto de desconhecidos. Assim, resolve desmascarar os penetras. Sobe numa cadeira e grita para os convidados:
— Atenção! Quem for parente ou convidado do noivo venha para a minha direita. Quem for parente ou convidado da noiva fique à minha esquerda.
Logo os convidados se dividem em dois grandes grupos, um à direita e o outro à esquerda, restando apenas uma pequena parte de pessoas no centro do salão. Aí o dono da festa dispara:
— Agora eu peço que o pessoal da minha direita e o pessoal da minha esquerda se retire daqui imediatamente. Esta é a festa de aniversário da minha filhinha.


Ao avistar um guarda, o homem se aproxima todo agitado e pede ajuda:
— Por favor, seu guarda. Aquele cara que vem vindo ali é bicha e está me perseguindo!
— Também pudera! — exclama o guarda. — Com esse seu porte tão másculo e esses seus olhos lindos!


Reunidos fortuitamente numa cabine de trem, um padre, um pastor e um rabino conversam sobre a maneira como dividem entre eles e Deus o dinheiro dado pelos fiéis. O primeiro a falar é o padre:
— Eu traço um círculo no chão e jogo o dinheiro para o alto. O que cair dentro do círculo é de Deus. Caindo fora, é meu.
— Engraçado — diz o pastor — , eu faço exatamente o oposto: o que cair dentro do círculo fica para mim. E você, rabino, como é que faz?
— Quase a mesma coisa: jogo todo o dinheiro para o alto, e o que Deus pegar é dele.


Numa festa de crianças, o bajulador radical encontra seu chefe, que pergunta:
— Bonito garoto! É seu filho?
— Que é isso, chefe? É nosso!


O rapaz toma coragem, abre a braguilha, tira fora seu membro juvenil e ordena à namoradinha:
— Segura um pouquinho!
— Segurar, eu seguro, mas para onde você vai?
Aquela inexperiente professorinha mineira passa férias no Rio pela primeira vez. Logo arranja um namorado, que a leva de carro para admirar o luar na Barra. Param num local bem ermo e ela se confessa encantada com a paisagem.
— Não é maravilhoso tudo isso? Você está ouvindo os grilos?
— Não são grilos — explica ele. — São zíperes.


A professora do jardim-de-infância passeia com os alunos quando percebe que está sendo seguida por um homem.
— Por acaso o senhor é o pai de um dos meninos?
E o cara, olhando-a de cima a baixo:
— Infelizmente, não... Mas posso ser em nove meses.


"Dou-lhe uma... dou-lhe duas... dou-lhe três..." — dizia o leiloeiro priápico.


Muito aceso, o garoto chega perto da mulher que está tomando um drinque sozinha no bar e diz:
— Ô, belezona, pelo jeito nós dois estamos aqui querendo a mesma coisa.
— Correto, correto — ela responde, secamente. — Vamos pegar uma meninas.


Dois homens saem de um cassino. Um está completamente nu e o outro apenas de cueca. O que está nu diz:
— Sabe, cara? Eu te admiro muito!!!!


O sujeito chega ao hotel e verifica a lista de preços: apartamentos com diárias de 100, 70 e 5 reais. Pede, então, uma explicação ao porteiro.
— O de 100 é com TV em cores e frigobar. O de 70 só tem serviço de arrumadeira.
— E o de 5 reais?
— Nesse, o senhor mesmo faz a cama.
— Tanta diferença de preço só por causa disso? Fico com um desses.
— Sim, senhor — responde o porteiro.
E entrega ao hóspede madeira, pregos e martelo.


Você transa com todas as suas modelos? — pergunta espantada a mocinha, depois da primeira experiência no estúdio do pintor.
— Não, você foi a primeira.
— Ah, jura? E quantas modelos você já teve, antes de mim?
— Três: uma fruteira, uma jarra antiga e aquela ponte que você vê da janela.


A mulher se queixa ao construtor da nova casa de que o prédio todo estremece quando o trem passa, a um quarteirão.
— A vibração quase me joga para fora da cama! O senhor não é obrigado a acreditar em minhas palavras, mas pode ao menos se deitar na cama e experimentar.
O construtor, contrariado com tanta queixa, se dispõe a fazer o teste. Mal acaba de se deitar, o marido da mulher entra no quarto.
— O que você está fazendo aí deitado? — pergunta o marido.
— O senhor não vai acreditar, mas eu estou esperando o trem.


Termina o concerto e aquele maestro terrivelmente surdo quer saber a opinião de um colega que está na platéia:
— E então, não foi um colosso?
— Foi uma porcaria, o pior concerto que já vi na minha vida!
— Também achei! Mas ainda não estou satisfeito.


Mike Tyson vê Evander Holyfield na rua e comenta com um amigo:
— Tá vendo aquele cara ali? Tô comendo ele.


Um daqueles grandes produtores de laranja do interior paulista está desesperado: não nevou este ano nos EUA e ele não tem o que fazer com toneladas da fruta que estão no armazém, sem nenhuma perspectiva de exportação. Para esquecer o problema, leva a namorada para a fazenda e conta a ela o seu drama. A moça entende que é preciso distraí-lo de alguma maneira:
— Você quer que eu chupe? — pergunta, langorosa.
— Claro que eu quero, meu bem — responde ele. — Mas são 27.000 caixas!


Cientistas descobriram que o homem das cavernas não tinha espermatozóides. Tinha espermatossauros.


O que o pára-quedas disse ao João?
— Estou contigo e não abro.


O escultor à modelo nua:
— Não mexe, vai!


O que acontece quando se cruza um advogado com um técnico em informática?
Obtém-se toda informação de que se precisa, mas não se consegue entender uma única palavra.

De volta à tribo, depois de uma viagem ao Rio de Janeiro que se poderia chamar de intercâmbio cultural, o cacique indígena conta aos companheiros a experiência que mais o impressionou: uma tarde no Maracanã. Estão todos reunidos em volta da fogueira e ele usa sua linguagem colorida:
— Milhares de pessoas gritam sentadas numas colinas cheias de barranquinhos em volta de um prado verde. Depois entram correndo no prado onze guerreiros vestidos de vermelho e mais onze de branco. A gritaria aumenta. Então entra um sacerdote vestido de preto, com um enorme ovo pintado debaixo do braço. De repente, todo mundo fica quieto, onze de cada lado, olhando o ovo redondo. Assim que o sacerdote sopra um tubinho, começa a chover.


Dois sujeitos resolvem tomar uma cerveja no bar. Um deles recomenda ao garçom:
— Copo limpo, por favor!
Dali a pouco, o garçom volta com uma cerveja e dois copos e pergunta:
— Qual dos dois pediu copo limpo?


No mais fino bordel da corte imperial, todos esperam ansiosamente a vez de se deitar com a mulher então mais cobiçada, quando se ouve a voz da cafetina:
— Desculpem, senhores, mas... Dom Pedro, primeiro.


Num concurso para escolher o velho mais conservado, o apresentador vai entrevistar os três finalistas:
— Diga-me a sua idade e qual a razão da boa forma — pergunta ao primeiro.
— Tenho 89 anos, nunca bebi, jamais fumei e sempre comi comida natural.
— E você? — pergunta ao segundo.
— Tenho 92 anos. Sempre pratiquei muito esporte e dormi cedo.
Chega a vez de o apresentador entrevistar o terceiro finalista. Assustado com a aparência mumificada do velho, pergunta:
— Como o senhor conseguiu chegar a essa idade?
— Ah, eu bebi muito, fumei demais, transei e dormi tarde pelo mundo afora.
— Poxa! E qual a sua idade?
— Bem, já cheguei aos 39...


Um mistério que os arqueólogos nunca conseguiram decifrar: como os egípcios se reproduziam, se sempre estavam de lado?


Num clube tradicional, um jovem associado se aproxima de outro, idoso e de ar nobre, e tenta ser amistoso:
— Quer um cigarro? — pergunta o rapaz.
— Não, obrigado. Fumei uma só vez e foi o bastante.
— Posso oferecer-lhe um uísque? — insiste o novo sócio.
— Não, obrigado. Bebi álcool uma só vez na minha vida e foi o suficiente.
— Posso então emprestar-lhe meu jornal? — pergunta, paciente, o rapaz.
— Muito gentil, mas li jornal uma só vez e achei que podia dispensar isso também.
Depois de longos minutos de silêncio, o velho nobre diz, afinal:
— O senhor é muito simpático. Acho que posso apresentar-lhe minha filha.
— Sua única filha, suponho.


Um pênis conversa com outro:
— Pois, para mim, a aparência pouco importa. Para mim, o que vale mesmo é a beleza interior.


No show folclórico do moderno teatro gay nordestino, a nova atração: o Bunda-meu-boy.


Sabe como duplicar o preço do seu Lada?
Encha o tanque.


Na sessão de sexo grupal, gritam os internautas:
— E então? Todos conectados on-line?


O sujeito chegar com a garota a um motel de Washington e pede:
— Por favor, queremos a suíte oval.


Valente, rosnava o mocinho para outro que ameaçava tomar-lhe a garota:
— Vou te quebrar a cara! Se você tocar num fio de pentelho dela...


À porta da suntuosa alcova do sultão formado em Medicina, grita o eunuco:
— A próxima!


Provérbio brasileiro no verão:
"Deus tira a roupa conforme o calor."


Na festinha do Dia da Criança, assim que a cortina do palco desce, depois de um escandalosíssimo show pornográfico, a presidente da Associação de Pais e Mestres jura, chorando, que o espetáculo tinha sido contratado sem que ninguém o tivesse visto anteriormente e que a diretoria estava certa de que Constância e Seu Macaco Ensinado seria um número infantil.

O motorista do táxi:
— Para onde, senhor?
O passageiro, maníaco por Internet:
Http://www.avenidapaulista.1000.jardins/
decimoquinto/predioalto.html/


Apaixonou-se pela mulher do inquilino. Foi uma ação de despejo.


Um canalha, sim, admitamos. Mas com senso prático: não esperava a comida, comia logo a cozinheira.


Estava lá na agenda daquele sujeito bastante escorregadio: "Segundas: intenções".


Imaginação fértil? Adubo na cabeça


Era um verdadeiro panaca. Daqueles que arregaçam a manga da camisa quando a garota diz que quer ver seu músculo.


Na roda de sacis, o Pererê conta vantagem:
— E aí, peguei num canto a garota, botei ela de três e...


O surdo-mudo tímido vai à farmácia comprar camisinhas. Nervoso, abre a braguilha, põe o pênis sobre o balcão e deposita junto uma nota de 5.
Com ar de quem compreendeu tudo, o balconista também desabotoa a calça, põe o pênis ao lado do do outro, observa ambos, solta um risinho de triunfo, guarda o dinheiro no bolso e se afasta.


Três monges meditam no Himalaia. Um ano de silêncio absoluto depois, um deles fala:
— Frio aqui, hein?
Passa-se outro ano e o segundo diz:
— É mesmo.
É quando o terceiro se levanta e começa a descer a montanha.
— Aonde vai? — perguntam os outros.
— Vou embora. Preciso de silêncio para meditar.


Já dizia o grande Salomão: "Nada de novo sob o lençol!"


Dois sacis estão na mata quando passa uma sacizinha escultural. Um deles fala:
— Pô, olha lá, cara, que bum!


Rabiscado no azulejo de um dos mictórios de um toalete masculino:
"Caixa rápido. Três cervejas, no máximo".


Um canalha é sempre aquele sujeito que acabou de sair da sala.


Sabe por que o masoquista não bebe?
Porque o álcool é anestésico.


Conhece a história do hipocondríaco que, apavorado com o perigo da Aids, usava camisinha até quando se masturbava?

Nunca teve problema de dinheiro na vida: era um cem-terras.


Dois espermatozóides estão navegando dentro do corpo de uma mulher. Um fala para o outro:
— Cara, como estou cansado! Ainda falta muito para chegarmos ao útero?
— Útero? — responde o segundo — Ainda nem atravessamos o esôfago!


Um dia, o executivo bem casado que passa a maior parte do seu tempo viajando pelo mundo descobre a última maravilha da informática para a felicidade conjugal: o sex-modem.


Era tão louco por ruivas que, de extremo a extremo de seu imenso império, ficou conhecido como o czar de todas as ruças.


É como se justificava o drogado:
— Afinal, também somos filhos de Adão e Erva!


Era tão feia aquela strip-teaser que, quando ficava completamente nua, ouvia os urros da platéia:
— Tira o resto!


Assediado pela mulher do imperador, o nobre romano vai enfim com ela para a cama. Ao vê-la despida, assusta-se:
— Por Júpiter, não posso fazer isso! Dai a César o que é de César!


Ela, fascinada:
— Lambe-lambe? Lambe, lambe!


Gordo mesmo era aquele sujeito que, levado a julgamento por crime de estupro, acabou condenado por tentativa de homicídio. Por asfixia.


Qual a diferença entre um tênis e um pênis?
O primeiro é jogado com apenas uma bola.


Sim, era uma mulher frígida. Mas, pudera: quando embrião, passara uns cinco ou seis anos congelada.


Qual a diferença entre um cocheiro e um barman?
O cocheiro tem de olhar para o rabo de apenas seis cavalos, todos os dias.


Que fazer quando se tem um auditor do imposto de renda atolado até o pescoço num poço de concreto?
Pede-se mais concreto.


De consciência pesando mil vezes 1 000 quilos, revela o sultão às esposas:
— S-sim, fui infiel a vocês! E-eu me apaixonei por outro harém.


Café da manhã no motel: papaia e mamão.

Um barbeiro ainda aprendiz está fazendo um enorme estrago no rosto do cliente, um homem de um braço só. Como todo barbeiro, começa a puxar conversa:
— Acho que já fiz sua barba antes... — ele arrisca.
— Não, tenho certeza de que não — responde o cliente, irritado. — Foi na última guerra que me cortaram o braço.


Um perigoso delinqüente, mundialmente conhecido por sua habilidade em fugir da prisão, é conduzido a um presídio de segurança máxima. Poucos dias depois, tem uma infecção na boca e é preciso que lhe extraiam todos os dentes. Mais duas semanas, uma apendicite aguda: arrancam-lhe o apêndice. Não demora e, ao trabalhar na oficina do presídio, sofre um acidente e tem um braço amputado. Pouco depois, uma unha do pé inflama terrivelmente e cortam-lhe o pé. A essa altura, o diretor da penitenciária, homem mais que desconfiado, chama-o a seu gabinete:
— Não pense que vai me enganar — diz o diretor. — Eu já descobri o seu plano secreto: você está planejando sair da prisão pouco a pouco, não é?


Preocupado com a Aids, diz o sultão ao eunuco:
— Vá até a farmácia real e me traga 5 000 camisinhas.


Linda, escultural, sensualíssima era aquela jogadora de vôlei: a própria levantadora.


O velho micreiro erótico se excita ao ler no monitor, logo depois de ligar o computador: "A memória está testando o hímen estendido".


O espírito hipocondríaco, logo depois da morte, eleva-se ao éter:
— Eu não disse? Eu não disse?


Era uma mulher tão gorda, tão gorda que não tinha seios. Tinha air-bags.


O primeiro sutiã que a gente arranca a gente nunca esquece.


E a campeã de asa-delta, bumbum lindíssimo, lá nas nuvens, recebe um dia um milionário convite para pousar nua.


Na câmara de gás, o condenado nota que a sala de execução não tem teto.
— Rá! Quer dizer que vou morrer numa câmara de gás aberta! Que beleza, que beleza!
— Calma, calma, não se entusiame tanto — diz o carrasco. — Espere só para ver que beleza quando os botijões começarem a cair!


Logo que ele surgiu nas telas, as mulheres do mundo inteiro o tinham como símbolo sexual. Hoje, tantos anos depois, continua um símbolo.


Provérbios de PLAYBOY:
"Em terra de voyeur cego, quem tem uma mão é rei".


Tinha um pênis tão minúsculo que, quando ia transar, usava, para fazer volume, camisetinha, camisinha, casaquinho, paletozinho e sobretudozinho.


Consta que aquela mulher tinha peitos tão caídos, mas tão caídos que, quando tirava a sutiã no banheiro, invariavelmente dava um gritinho:
— Ai, que chão friiiioooo!


Recém-operado dos olhos, ainda sem enxergar, o homem chega ao bordel e pede:
— Me arranjem uma mulher aí!
Depois, no quarto, pergunta à acompanhante:
— Você faz 69?
— Faço, sim. No mês que vem. Cercando a um canto da sala a bela cunhada, dizia ele, a babar:
— E aí, vamos fazer um papai-e-titia?


Qual a melhor maneira de se criar uma pequena empresa, hoje, no Brasil?
Comprar uma grande e ter um pouco de paciência.


Ao lhe perguntar a repórter o que faria se tivesse por 24 horas uma vulva em vez de um pênis, responde bravo o machão:
— Passaria o dia lésbico!
A mesma pergunta é feita ao religioso que fez voto de castidade. Resposta:
— Trocaria de tentação!


Na hora do lanche, diante da secretária, o chefe molha distraidamente um prosaico biscoitinho de aveia no chá. No dia seguinte, já está indiciado por assédio sexual.


Nunca se esqueça: ao fazer sexo pela Internet, use sempre o antivírus.


O cachorro quente:
— Au! Ai!... Au! Ai!


Como é que se sabe se a Máfia está presente numa briga de galos?
Quando quem ganha é o pato.


E a jovem princesinha chama agitada a criada, nervosa por ter descoberto estranhas manchas azuis em suas roupinhas íntimas. Sim, soube depois: já era uma mocinha.


Sabe o que o sádico disse à masoquista?
Absolutamente nada.


Qual é o grande sonho do playboy hipocondríaco?
Mexer o coquetel com um termômetro.


Dois paranormais são apresentados.
— Oi! Como vou? — pergunta um deles.
— Você vai bem, obrigado! E eu?


O que é que se obtém cruzando um galo com uma coruja?
Um pinto que fica de pé a noite inteira.


Um homem de sucesso é o que ganha mais dinheiro do que a mulher consegue gastar.
Uma mulher de sucesso é a que consegue encontrar um homem desses.


Definição machista de casamento: um meio caríssimo de ter a roupa lavada de graça.


E o leiloeiro devasso entra no bordel aos berros, procurando uma mulher que o satisfaça:
— Quem dá mais? Quem dá mais? —Pois não, cavalheiro — diz o garçom. — Branco ou tinto?
— Tanto faz. Sou daltônico.


—Papai, o que é travesti?
— Sei lá, meu filho! Pergunte ao tio Sheila.



O amor é cego, mas o casamento abre os olhos.


Conhece a história da lésbica masoquista?
Ah, que devoradora de homens!


Sob as vistas da futura sogra, por sinal um lindo espécime, o rapazinho nervoso gagueja ao pai da moça:
— S-seu Fer-Fernando... eu que-queria pedir... pedir a mã-mãe de su-sua filha...


Como dizia o tabagista inveterado:
— Fumo, não nego; paro quando puder.


Dupla perversão, na certa. Ela passa o dia atuando no mercado de ações e, à noite, ainda sai para rodar a bolsa.


No luxuoso camarote do Titanic, sussurra a dama ao cavalheiro:
— Vem, querido... estou toda molhadinha!


A Casa Branca?
Ou a casa brinca?


Sabe quando você se flagra um viciado em Internet?
Quando nota que pôs nos seus filhos os nomes Netscape, Site e Pontocom.


Fim de milênio: João amava Maria, que amava Isabel, que amava José, que amava Pedro, que amava Luís e Cristina, que amavam Carlos, Mônica e Miguel, que amavam Eduardo, Fernando, Eugênia, Ângela, Sílvio...


Homens que têm orelhas furadas estão mais bem preparados para o casamento: eles já experimentaram a dor e já compraram jóias.


Fora! Saia já daqui! — grita, na cama, a garota meio conservadora ao novo namorado, um zagueirão meio tarado.
— Calma, bem, calma... carinho por trás não é caso de expulsão! Médicos

A garota de programa vai fazer um exame de sangue, mas, entre a agulhada no dedo e a primeira gota de sangue, passam-se incríveis 5 minutos. Impressionado com a demora, pergunta o médico:
— Responda-me uma coisa, senhorita: quanto calcula entre uma menstruação e outra?
— Quanto? — ela repete. — Bem, algo entre 2 500 e 3 000.


—Ah, doutor, acordo todo dia com uma tremenda dor de cabeça.
— Tome, todo dia, um destes comprimidos, meia hora antes de acordar.


O médico:
— Ouça, amigo, estou impressionado com esse seu pênis laranja! Nunca vi nada igual em trinta anos de clínica! Há outro assim na família?
— Não, ninguém, doutor...
— Qual a sua profissão? Trabalha com produtos químicos?
— Sou aposentado...
— E o que faz o dia inteiro?
— Ah... Bem... Quase sempre fico no sofá, vendo filmes pornôs e mastigando cheetos...


Diz o médico ao paciente:
— O diagnóstico da sua doença está muito difícil. Mas tenho certeza de que tudo ficará mais claro depois da autópsia.


O sujeito sente-se mal e vai ao médico, que o examina, examina e, por fim, anuncia o diagnóstico:
— Meu caro, não sei como lhe dizer, nem como lhe explicar, mas há um pé de maconha crescendo dentro do seu nariz.
— Maconha? — espanta-se o paciente. — O senhor disse maconha? Mas não pode ser!
— Calma, calma — intervém o médico. — Compreeendo que o senhor esteja espantado...
— Puxa, doutor! Se eu plantei coca!!


O casal de cirurgiões entrou na sala de cirurgia e foi aquela trepanação!


—Meu caro... — fala, solene, o urologista ao cliente gravemente impotente. — Seu caso é, de fato, complexo e será preciso um remédio muito forte. Vamos tentar essa nova droga que acaba de ser lançada... o Biagra.


Sem mais perguntas, o ginecologista começa a examinar a paciente lindíssima, jovem, escultural... nua.
— Sabe por que estou apalpando seus seios? — ele indaga, excitado.
— Claro, doutor, é para ver se tenho câncer de mama...
— Também sabe por que estou pondo a mão aqui? — volta a falar, já muito mais aceso, enquanto escorrega os dedos para o umbigo e mais abaixo.
— Sei, sim... o senhor está verificando se tenho algum problema no apêndice.
Louco de tesão, o médico tira toda a roupa, joga-se sobre a cliente e começa a transar com ela.
— Sabe... — pergunta, ofegante — ...por que estou fazendo isto?
Sem se abalar, a moça responde:
— Ora, doutor, é lógico que sei. O senhor está querendo descobrir qual o tipo de herpes genital que eu tenho. E foi justamente por isso que vim aqui...


Preocupada com o estado do marido, pela terceira vez a mulher procura o médico.
— Ele não tem nada!!! — garante o médico — Já fiz mil exames. Ele apenas pensa que está doente. É psicológico!
Uma semana depois, ela encontra o médico na rua:
— Então, senhora, como está seu marido?
— Ah, doutor, ele agora pensa que está morto.


O velhinho está no hospital, nas últimas. Para piorar as coisas, o tratamento é todo na base dos supositórios — de todos os tipos e tamanhos, vários por dia. Desenganado, recebe a visita noturna de uma freira, que chega com uma vela na mão. O paciente entra em pânico:
— Pelo amor de Deus, irmã! Acesa eu não vou agüentar!


Depois de meses de tratamento, o médico diz ao cliente:
— O senhor está completamente curado da sua surdez. Finalmente posso liberá-lo.
— Que notícia boa, doutor. E quanto lhe devo?
— São 10 000 reais.
E o cliente, espantado:
— Quinze mil reais, doutor?
— Perfeitamente.


O rapaz de porte atlético vai ao hospital para uma pequena intervenção cirúrgica. No dia seguinte, um amigo o visita e encontra uma verdadeira procissão de enfermeiras agitadas entrando e saindo do quarto, perguntando se o paciente precisa de alguma coisa, se não quer trocar de roupa, se não está sentindo dor — em suma, tentando aproximar-se dele.
— Afinal, o que está acontecendo? — pergunta o amigo. — Você deve ter soltado um bocado de dinheiro...
— Nem 1 centavo. Acontece que eu tinha de fazer uma operaçãozinha à toa: vim me submeter a uma circuncisão. Mas logo se espalhou o boato de que foram necessários 102 pontos... Médicos

O médico examina, durante horas, um doente. E vai saindo. A mulher do doente lhe pergunta:
— E então, doutor, o que eu devo dar a ele?
— De manhã, se ele ainda estiver vivo, dê-lhe bom-dia.


—Doutor, tem certeza de que estou com pneumonia?
— Ham, ham...
— Sabe o que é, doutor? É que às vezes os médicos diagnosticam pneumonia e o doente morre de outra doença.
— Fique tranqüilo. Quando eu digo que é pneumonia, o cliente morre é de pneumonia mesmo!


—Doutor, quero fazer uma vasectomia.
— Olha, senhor Oswaldo, essa é uma decisão muito séria — adverte o médico. — O senhor já consultou sua mulher e seus filhos?
— Claro que sim, doutor. Os favoráveis ganharam por 15 a 2.


O médico para o paciente:
— Hum... sua doença não me agrada nem um pouco...
— Desculpe, doutor, mas acho que só tenho esta...


Depois de pagar inúmeras consultas e quase se arruinar com exames de laboratório, o paciente continua atormentado pela mesma dor de cabeça.
— Lamento muito — afirma o médico. — Mas não estou descobrindo nada. Já examinei todas as possibilidades. Só se for excesso de bebida.
— Nesse caso — retruca o paciente —, prefiro voltar quando o senhor estiver sóbrio.


O cirurgião lava as mãos antes da operação e pede ao assistente:
— Álcool, por favor.
O paciente, deitado, geme desesperadamente:
— Doutor, não dá para o senhor beber depois da operação?


A ninfomaníaca entra no consultório médico:
— Boa-tarde, doutor. Quer tirar a roupa, por favor?


A estonteante garota resolve ir com a mãe, uma mulher velha, feia e gorda, ao médico:
— Tire a roupa, minha filha — diz o médico, sem despregar os olhos da garota.
— Mas, doutor, a paciente sou eu — protesta a mãe.
E o médico:
— Ah, sim. Então mostre-me a língua, por favor!


O médico ao paciente:
— Esta manhã, a sua tosse está bem melhor, parabéns!
O paciente ao médico:
— Pudera, passei a noite inteira ensaiando...


O médico abre o jogo com o paciente:
— Infelizmente, o senhor só tem seis meses de vida.
— E agora, doutor? O que devo fazer?
— Se eu fosse o senhor, casava com uma mulher velha e bem feia, e me mudava para o Paraguai.
— Por que, doutor?
— Seriam os seis meses mais longos de sua vida!


A madre superiora procura um famoso cirurgião plástico:
— Doutor, uma das freiras do convento foi violada por um estranho. O senhor poderia operá-la?
— Sinto muito, irmã, mas eu não faço esse tipo de operação. Só faço cirurgia estética.
— Justamente por isso vim procurá-lo, doutor. O que nós queremos é que o senhor remova o insuportável ar de felicidade que ela tem agora no rosto.


A mulher de um ginecologista abre a porta do quarto e encontra o marido com uma bela garota nua na cama.
— Ah, meu bem — ele explica —, não tive tempo de avisar você, mas fui obrigado a trazer um pouco de serviço para terminar em casa.
Na entrada do hospital, o casal se dirige à recepção e ele pergunta:
— Os quartos aqui têm televisão e ar-condicionado?
— Têm, sim, senhor.
— Têm frigobar?
— Têm, sim, senhor.
— Me consiga, então, um apartamento bem arejado, com varanda, de preferência.
Instalados, iniciam uma verdadeira maratona amorosa, cujos ruídos são ouvidos por um médico. Intrigado, o doutor vai ver o que está acontecendo e flagra o casal no meio da transa.
— O que é que vocês estão pensando? Isto aqui não é motel! — grita o médico.
— Pois nós sabemos, doutor. Só que no motel não aceitam o cartão do nosso seguro saúde


Uma bela e jovem senhora está no médico com seu filho, que tem todos os males: primeiro, um olho inflamado; depois, o ouvido; depois, ainda, o braço. E a cantilena continua, até que o médico perde a paciência e diz:
— Minha senhora, vamos para a sala ao lado e por favor vá tirando a roupa. Esse seu filho não tem mais jeito. Vamos fazer um novo.


Preocupado, o sessentão vai ao médico:
— Por favor, doutor, me ajude. Vou sair com três mulatas espetaculares e não posso falhar.
— Bem, tome uma gota deste estimulante que não tem problema. Mas só uma gota, porque é um remédio superconcentrado!
O sujeito vai para casa e vira o vidro inteiro na boca. No dia seguinte, está de volta ao consultório:
— Pelo amor de Deus, doutor, me arranje algo que alivie esta dor insuportável no braço!
— No braço?
— É. As mulatas não apareceram.


Depois de uma longa e louca noite de amor, o médico contempla a adorável parceira, que ressona ao seu lado. De repente, ele sente uma forte sensação de culpa. "Calma, calma, cara", diz a si mesmo. "Você não é o primeiro médico que vai para a cama com uma paciente."
— É verdade — uma voz interior intervém —, mas lembre-se de que você é veterinário!


—Do-do-doutor — gagueja o paciente. — O s-s-senhor pre-pre-precisa me ajudar: es-es-essa ga-ga-gagueira t-t-tá acabando c-c-comigo!
O médico faz um exame e descobre a causa do problema: o sujeito tem o pênis tão grande, mas tão grande, que força a coluna para a frente. E isso afeta as cordas vocais do infeliz. Mas tem remédio: basta amputar 25 centímetros do membro. A operação é um sucesso. Duas semanas depois, porém, o ex-gago volta ao consultório:
— Doutor, estou desesperado. No começo foi ótimo. Recuperei a confiança perdida. O problema é que minha mulher não anda mais satisfeita, está ameaçando me deixar.
E implora:
— Preciso daqueles 25 centímetros de volta, doutor!
O médico:
— T-t-tarde d-de-de-demais, m-m-meu fi-filho!


Meio sem jeito, a bem-desenhada jovem entra no consultório do ginecologista:
— O senhor compreende, doutor... mas... é que... bem... meu vibrador ficou preso e eu...
— Ora, senhorita, não é coisa do outro mundo, estou habituado com essas coisas — interrompe o médico. — Por favor, deite-se ali. Em 2 minutos eu retiro isso.
— Mas... veja bem, doutor, eu... — gagueja a mocinha. — É que eu vim apenas lhe pedir que trocasse as pilhas...


—Meu caro — sentencia o médico, grave —, infelizmente devo lhe dizer que o senhor tem apenas dez...
— Dez o quê, doutor?! — interrompe aflito o paciente. — Dez anos, dez meses, dez dias de vida???
— ...nove... oito... sete... seis... cinco...


—Doutor, não consigo mais ter ereção com a minha mulher! — diz o paciente.
— Traga-a aqui amanhã — diz o médico.
No dia seguinte, o casal vai ao consultório. O médico conduz a senhora à sala de exames, pede-lhe que se dispa, observa-a durante minutos e depois a manda vestir-se de novo. Chamando a um canto o marido, diagnostica:
— O senhor está em perfeita saúde. Ela também não me provocou nenhuma ereção.


O ingênuo doutor prescreveu sexo para insônia. Seus pacientes não conseguiram mais dormir. Em compensação, acordados, passaram a se divertir pra caramba.


—Doutor, estou grávida?
— Calma, senhora... só mais um pouquinho.


—O médico me garantiu que depois da operação eu voltaria a andar.
— E acertou?
— Sim, pois tive que vender o carro para pagar a operação.


Era um gino-ecologista: só atendia mulheres do Greenpeace.


Adesivo no vidro do carro de um médico: "Eu acredito em duentes".


O sujeito vai ao médico, arrasado:
— Doutor! Não dá mais para viver assim! Morro de vergonha do tamanho ridículo do meu pênis! Já pensei até em suicídio!
— Calma, amigo, calma — responde o médico. — Não deixe que uma coisinha miúda como essa o leve assim ao desespero...


O ginecologista gay:
— Que hor-ror!


O ginecologista abre a porta do consultório e dirige-se às pacientes na sala de espera:
— A mulher do próximo, por favor!
— Quando você falou em dormir comigo, eu achei que a gente fosse um pouquinho além disso...